Flavia Bernardes
A comunidade de Barra do Riacho e da Barra do Sahy, em Aracruz, não quer mais conviver com os impactos gerados pelos grandes empreendimentos na região. Após reunião comunitária realizada entre os moradores, duas comissões, formadas por moradores, deverão acompanhar os processos de licenciamento em andamento na região.
A intenção, dizem os moradores, é evitar que impactos como o inchaço populacional – conseqüente da oferta de emprego – continue impactando o meio ambiente e a vida da população local. Para isso, a comissão é formada apenas por moradores, sem qualquer intervenção das empresas em seus debates.
“Nos estudos realizado pela ONG Amigos da Barra do Riacho fica claro que a soma dos empregos indiretos é fruto de cálculos irracionais, sem balizadores justamente por não termos estruturas de logística, fornecedores, rede hoteleira, escolas privadas e públicas, restaurantes aceitáveis, rede bancária, supermercados de grande porte, transporte coletivo, terminais rodoviários, clinicas médicas em maior número, policiamento, cursos profissionalizantes acessíveis aos carentes, dentre outros pontos”. (mais…)
Diz Eduardo Galeano, que conheceu o Che Guevara: ele foi um homem que disse exatamente o que pensava, e que viveu exatamente o que dizia. Assim seria ele hoje. Já não há tantos homens talhados nessa madeira. Aliás, já não há tanto dessa madeira no mundo. Mas há os mortos que nunca morrem. Como o Che. E, dos mortos que nunca morrem, é preciso honrar a memória, merecer seu legado, saber entendê-lo. Não nas camisetas: nos sonhos, nas esperanças, nas certezas. Para que eles não morram jamais. O artigo é de Eric Nepomuceno.
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