Foucault e o bonjour amazônico, por José Ribamar Bessa Freire

A canoa vai de proa /e de proa eu chego lá, Rema, meu remo, rema / Meu remo, rema. (Fafá de Belém – Indauê Tupã) Confesso um pecado academicamente mortal: não conheço a obra de Michel Foucault. O único livro…



