Thyssen avalia manter participação na CSA, diz fonte

Por Arno Schuetze e Tom Käckenhoff, Reuters Brasil

FRANKFURT, Alemanha, 3 Mai (Reuters) – A ThyssenKrupp está considerando manter uma participação na Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), o que poderia forçar o grupo alemão a injetar mais dinheiro na usina localizada no Rio de Janeiro, afirmou uma fonte com conhecimento do assunto.

A Thyssen está tentando encontrar um comprador para a deficitária divisão Steel Americas, que além da CSA inclui uma usina de laminação nos Estados Unidos. O grupo alemão detém 73 por cento da CSA, enquanto a Vale possui o restante.

“Uma das opções que emergiram é que a ThyssenKrupp venderia uma participação de um terço para a CSN. Vale e Thyssen também ficariam com um terço cada”, disse a fonte à Reuters nesta sexta-feira.

Para financiar os investimentos necessários na CSA, os três donos então injetariam um total de 750 milhões de dólares em capital novo na usina, acrescentou a fonte.

O grupo Ternium, considerado um dos favoritos para a compra da CSA, informou esta semana que desistiu da disputa, citando a crise por que passa a indústria siderúrgica e “diferença de percepção de valor”. (mais…)

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Damocracy: ‘a ditadura das barragens’ (em inglês, mas com depoimentos em português)

Tania Pacheco – Combate Racismo Ambiental

Por que divulgar este filme em inglês? Porque ele é importante mesmo para quem não entende o idioma. Não só boa parte é falada em português, por pessoas que estão à frente da luta contra Belo Monte e por autoridades que as apoiam (como a vice-procuradora geral da República, Deborah Duprat), como ele documenta momentos preciosos desse combate, incluindo a emblemática e emocionante reabertura do Xingu. Fora isso, não fizemos de seu título essa tradução livre (“ditadura das barragens”) sem motivo.

Para demonstrar que a construção de barragens e hidrelétricas está longe de ser a “tecnologia verde e limpa” apregoada pelo capital, Damocracy trabalha, paralelamente, com dois megaempreendimentos em construção: Belo Monte, na nossa Amazônia, e Ilisu, na Turquia. Sobre os danos causados por Belo Monte sabemos muitíssimo bem. Já Ilisu irá, entre outras coisas, inundar uma vasta área da antiga Mesopotâmia onde está a cidade história de Hasenkeyf, destruindo-a totalmente e – lógico – expulsando seus habitantes, com suas histórias e tradições. (mais…)

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Por la Libertación de la Machi Millaray Huichalaf y del absurdo “criminoso” en separar a la Madre de su Hija!

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“Quem for solidário à Companheira e sua luta e quiser assinar a carta, enviar até as 15h de hoje nome da Organização ou,  no caso da assinatura pessoal, nome completo, RG e profissão para Paulo Roberto, do Instituto Abya Yala, no e-mail [email protected]
JUZGADO DE LETRAS Y GARANTIA DE RIO BUENO

Excelentísimo Señor Juez Daniel Alfredo Chaucon Ojera – Chile

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Somos brasileños e inmigrantes, militantes de Derechos Humanos, participantes de diversas instituciones de apoyoa la machi Millaray Huichalaf Pradines que está siendo afrentada y acusada injustamente apenas por defender a su pueblo y territorio que es ambicionado impiedosamente por empresas que quieren imponer la construcción de un complejo hidroeléctrico en el territorio tradicional del pueblo Mapuche-Willicheen la región del Río Pilmaiquenen donde habitan por tiempos inmemoriales. (mais…)

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Riosaúde: votação cai de novo e vereadores discordam sobre falta de quórum

Foto: Fórum Saúde do RJ
Foto: Fórum Saúde do RJ

Igor Mello, Jornal do Brasil

O polêmico projeto que cria a Empresa Pública de Saúde do Rio de Janeiro (Riosaúde) deixou de entrar em votação mais uma vez nesta terça-feira (30). Novamente a sessão caiu por motivos “externos”: faltou quórum para votar a concessão da Medalha Pedro Ernesto para o novo presidente venezuelano, Nicolás Maduro. No entanto, os próprios vereadores discordam do que realmente tem feito as votações caírem.

Nesta terça-feira, a sessão durou exatos 11 minutos. Com uma das galerias lotada de manifestantes contra a Riosaúde, as deliberações foram interrompidas logo que os protestos começaram. Na saída, os parlamentares tentaram explicar mais um cancelamento.

A culpa é do Maduro

O presidente da Câmara, Jorge Felippe (PMDB), considera natural a dificuldade para votar o Riosaúde. Outro projeto que emperra a pauta é a criação de 13 novas Regiões Administrativas (RAs) e mais de cem cargos comissionados na administração municipal. Para ele, as pautas precisam amadurecer, mas a queda das sessões foi causada exclusivamente pela honraria ao presidente venezuelano:  (mais…)

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Defensores públicos latino-americanos reforçam importância de Convenção sobre direitos indígenas

indios amONU Brasil

Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre povos indígenas e tribais deve ser considerada como um instrumento para a inclusão social de 40 milhões de pessoas que têm sido “as mais esquecidas” no caminho ao desenvolvimento da América Latina. Essa é a análise feita por participantes de uma reunião na quinta-feira (25) e sexta-feira (26) com os defensores públicos de todos os países da região.

“Consulta e participação são a pedra angular desta Convenção”, explicou a Diretora Regional da OIT para a América Latina e o Caribe, Elizabeth Tinoco, ao inaugurar o encontro da Federação Iberoamericana de Ombudsman para a troca de experiências sobre a aplicação deste instrumento e o papel desempenhado pelas defensorias públicas.

A reunião se centrou especialmente no direito à consulta prévia contemplada na Convenção 169 da OIT, um instrumento normativo aprovado em 1989 que tem 14 ratificações por parte dos países latino-americanos, mais do que em qualquer outra parte do mundo. (mais…)

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RJ – Maricá garante que os índios de Camboinhas terão aldeia

Tribo Guarani Mbyá ocupa terreno em Itaipuaçu que pertence a uma construtora imobiliária e disputa por terras causa indefinição para 25 pessoas de grupo indígena

Disputa por terras ocupadas por grupo indígena em Itaipuaçu, em Maricá, gera polêmica. Área hoje ocupada por 25 índios seria de propriedade de uma construtora. Depois do impasse ser resolvido, objetivo da ocupação é instalar 15 famílias e construir 12 ocas. Foto: André Redlich
Disputa por terras ocupadas por grupo indígena em Itaipuaçu, em Maricá, gera polêmica. Área hoje ocupada por 25 índios seria de propriedade de uma construtora. Depois do impasse ser resolvido, objetivo da ocupação é instalar 15 famílias e construir 12 ocas. Foto: André Redlich

Por Vinícius Rodrigues, O FLUMINENSE

Desde o último dia 19, cerca de 25 índios do grupo indígena Guarani Mbyá, da Aldeia Semente, em Camboinhas, deixaram suas instalações na Região Oceânica e ocuparam uma área em Itaipuaçu, distrito de Maricá, que segundo eles, foi cedida pela Prefeitura. Objetivo da ocupação é instalar 15 famílias e construir 12 ocas, além de transformar a localidade em um grande centro cultural indígena. No entanto, pode haver irregularidades na instalação, já que uma empresa do ramo imobiliário alega ter o documento de posse da área.

De acordo com o cacique Darcy Tupã, responsável pela tribo, há cerca de cinco anos, quando ocorreu um incêndio na tribo, tratado pela Polícia Civil como criminoso, o prefeito de Maricá, Washington Quaquá, prometeu ceder uma área na cidade para que os índios pudessem plantar e produzir artesanatos, no entanto, segundo o índio, o local nunca saiu do papel. Na época, cerca de 60 índios viviam em uma região cercada de condomínios, na Avenida Beira-Mar, em Camboinhas. (mais…)

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Lutamos por quê? Quando a educação é fundamental

PaschoalPrestes A Ressurgir

“Há sempre uma forma de educação que poderemos chamar de fundamental: é aquela que faz com que o indivíduo passe a compreender a própria estrutura da sociedade em que vive, o sentido das transformações que estão se processando nela, e, assim, de mero protagonista inconsciente do processo social, passe a ser um membro atuante da sociedade, no sentido de favorecer sua transformação ou, ao contrário, a ela se opor, porque ela se dará em detrimento de seus interesses.” PASCHOAL LEMME (1904-1997), educador marxista

Para conhecer mais sobre a vida e a obra de Paschoal Lemme, clique na referência bibliográfica abaixo:

Compartilhada por Marcos César.

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Troca-troca de semente transgênica e a perda da diversidade genética. Entrevista especial com Fábio Dal Soglio

“Os pequenos agricultores deveriam ser alvos de uma política que buscasse reduzir a dependência de insumos e ampliar as perspectivas de melhor gerenciamento dos seus sistemas de produção, procurando maior autonomia e menores custos”, lamenta.

Fonte: http://www.funverde.org.br/blog/
Fonte: http://www.funverde.org.br/blog/

IHU

De um discurso pelo desenvolvimento sustentável, vemos agora uma posição bastante conservadora, buscando agradar multinacionais de sementes e interesses comerciais”, critica Fábio Dal Soglio, ao comentar a reintrodução das sementes transgênicas no Programa Troca-Troca de Sementes de Milho para a safra 2013-2014. Para ele, a medida impede a autonomia dos agricultores e desconsidera os argumentos “apresentados ao governo do Rio Grande do Sul, que apontam evidentes problemas ambientais e sociais, assim como problemas agronômicos, associados ao uso de variedades transgênicas de milho”.

A liberação do troca-troca de sementes transgênicas de milho impacta a produção da agricultura familiar ao gerar “dependência e incapacidade” de as comunidades serem donas de suas sementes e gerenciar o ambiente de forma sustentável, aponta o agrônomo. “Se o estado pretende ser autossuficiente na produção de milho, a estratégia deveria ampliar a autonomia dos pequenos agricultores e investir em tecnologias produtivas e sustentáveis, que são o foco da agroecologia. Se todos os agricultores conseguissem variedades adaptadas aos diferentes meios e condições de clima, se apresentassem boa resistência aos problemas da lavoura e, além disso, se tivessem bons rendimentos, teríamos muito mais milho do que precisamos, e poderíamos até passar a exportar”, adverte em entrevista concedida à IHU On-Line por e-mail. (mais…)

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É amanhã! Encontro das Comunidades de Resistências Impactadas do Rio de Janeiro, na UERJ

Encontro das Comunidades de Resistência Impactadas

Este Encontro é resultado de encontros e de uma necessidade comum. Vimos participando de debates e atos de resistência entre comunidades diretamente impactadas pelo projeto dominante de cidade/sociedade global capitalista. E nestes espaços, também nos encontramos com a necessidade de articulação de uma rede pela base que possa fortalecer as lutas e a capacidade de ação protagônica destas no cenário da cidade.

E podemos dizer que no próprio processo de reconhecimento e formação deste grupo, vimos observando a ampliação do grau de interação e de reconhecimento mútuo destas comunidades, que também são propulsores do reconhecimento social sobre estas lutas. (mais…)

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