MS – Vamos [email protected] participar do Ato contra a impunidade e em defesa dos Povos Indígenas, dia 25!

Tania Pacheco

Como a maioria dos seus leitores e colaboradores, este blog não poderá estar presente no Ato Público do dia 25, sexta-feira, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. Mas não vamos nos dar por [email protected] Há outras formas de presença e de luta.

Primeiro, podemos continuar postando notícias, denúncias, artigos e outros materiais contra a verdadeira tentativa de genocídio que está ocorrendo há anos em MS e que agora parece ter chegado ao seu ápice. Segundo, cada pessoa que acompanha o blog pode repassar essas notícias das mais diferentes formas: cortando e colando a informação numa mensagem de e-mail, clicando para a sua rede social, jogando no seu tuiter. Outra coisa que podemos fazer [email protected] é abrir uma corrente de apoio aos Kaiowá Guarani. Para isso, basta apenas enviar uma resposta como comentário a esta notícia, informando nome (ou entidade), RG e/ou profissão (se pessoa física) e UF.

O nome deste blog é Combate ao Racismo Ambiental. E o que está acontecendo em Mato Grosso do Sul é, atualmente, o mais berrante exemplo de tudo contra o qual lutamos! Por isso, denunciamos, agora e sempre, os ruralistas, fazendeiros e  jagunços responsáveis por esse massacre. E cada um e cada uma que falar no Ato Público, exigindo punição para eles e garantias para os Kaiowá Guarani, estará falando em nosso nome.

De acordo com o Relatório anual do Cimi, Mato Grosso do Sul registrou 54% de todos os assassinatos de indígenas em 2009. Apesar da revolta causada por esses dados, em 2010 o estado elevou esses números para 57%, somando 34 do total de 60 assassinatos do País. Quantos serão em 2011? Chega!

Comments (1)

  1. A violência homicida em curso no Mato Grosso do Sul compromete seriamente os três poderes da República, omissos em matéria de providências para acabar com essa onda de crimes cometidos com a cumplicidade do governo do estado. A agricultura que, em última análise, deveria gerar alimentos e renda para o povo brasileiro, transforma-se em pretexto para o extermínio dos legítimos ocupantes da terra. Assim, repete-se, em pleno século XXI, a vergonhosa “política” brasileira de eliminar parcelas fragilizadas da população em nome do desenvolvimento. Até quando brasileiros terão que morrer para engordar a bolsa de latifundiários?

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