Nicaragua: Lo mataron por abrir la boca

Nos sentimos amenazados con lo ocurrido y pedimos protección policial porque tememos por nuestras vidas y la de nuestras familias” Judy Abraham Omier, presidenta del gobierno territorial de Awaltara. LA PRENSA/ B. PICADO

Por Ramón H. Potosme y Sergio León

24 de setiembre, 2011.- El único móvil del asesinato del líder indígena de Awaltara en la Región Autónoma del Atlántico Sur (RAAS), Ronald Davis Martínez, fue hacer público el conflicto que hay por el control del gobierno territorial, según consideran otros líderes de la región.

Nixon Ellis, representante legal de la directiva del gobierno territorial, dijo que el asesinato de Davis Martínez no debe vincularse a pasada de cuentas porque la víctima no era narcotraficante, maderero o ganadero o a que viva en condiciones austeras en su comunidad Betania, la más pobre del municipio de La Cruz del Río Grande.

La presidenta de la directiva territorial, Judy Abraham Omier, pidió protección a la Policía Nacional, pues el asesinato de Davis Martínez lo considera una advertencia para que no continúen denunciando a las autoridades que ellos consideran de facto. (mais…)

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PI – Seduc discute melhoria do ensino em comunidades quilombolas

O encontro serviu para fazer reivindicações e apresentar propostas para melhoria da educação nas comunidades

O secretário estadual da Educação e Cultura, Átila Lira, recebeu esta semana, membros da Relatoria do Direito Humano à Educação – Dhesca Brasil. Em missão pelo Piauí, a equipe que investiga a Educação Quilombola, visitou três municípios que possuem comunidades remanescentes de quilombo piauienses: Amarante, Paulistana e Paquetá.

O encontro serviu para fazer reivindicações e apresentar propostas para melhoria da educação nas comunidades. Dentre as questões discutidas, todas foram acatadas pelo secretário que reconhece a necessidade de avanços na educação quilombola.

“Precisamos avançar e levar uma educação de qualidade para todos os cantos do Estado. Como ação efetiva já vamos criar uma comissão para projetar uma política educacional mais articulada e que a educação quilombola seja envolvida em um debate direto”, garantiu Lira.

Outro ponto destacado foi relacionado ao impacto educacional de grandes projetos ambientais, como barragens, por exemplo. Segundo os relatores, essas obras deixam as famílias em situação de vulnerabilidade por conta das mudanças de moradia e, por conseguinte, acomodação em novas escolas. (mais…)

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Declaración de Organizaciones de Defensa de DDHH sobre Haiti

A los Presidentes de nuestros países de América Latina:

Queremos expresar nuestro rechazo a la continua presencia en Haití de la Misión de Estabilización de la ONU, conocida como MINUSTAH, y hacer una llamado a nuestros gobiernos para que retiren todo el personal militar de esta supuesta operación de paz.

Desde hace más de siete años, los soldados de nuestros países han participado en una ocupación militar injustificada e inmoral, que avanza la agenda de potencias extranjeras y viola continuamente la soberanía y la dignidad del pueblo de Haití.

En 2004 las tropas de la MINUSTAH llegaron a Haití para apuntalar un régimen de facto. Durante el período de intensa represión que siguió, la MINUSTAH llevó a cabo incursiones violentas en diversos barrios, en una clara estrategia de construcción del “enemigo”, centrada en la persecución de las periferias pobres.

Desde el retorno a una democracia tutelada en el año 2006, la MINUSTAH ha contribuido a violaciones de los derechos políticos de los haitianos, sobre todo a través de su respaldo al proceso electoral viciado en el que fue excluido el partido político más popular de Haití. (mais…)

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Pueblos indígenas y narcotráfico

Gilberto López y Rivas*

La territorialidad, los recursos naturales y la integridad física y cultural de los pueblos indígenas en América Latina y en México en particular, son sitiados y amenazados sistemática y permanentemente por las corporaciones del capitalismo neoliberal, dentro de las cuales incluyo al narcotráfico. Ante el desempleo generalizado en el mundo rural, la debacle del campo provocado -en parte- por los tratados de libre comercio que benefician a Estados Unidos y condenan a la miseria y al éxodo a los campesinos, muchas comunidades son penetradas por el crimen organizado para forzarlas o inducirlas al cultivo de la amapola o la mariguana en sus tierras, y jóvenes indígenas son reclutados para el transporte de la mercancía por las redes de los cárteles.

Paralelamente, con el pretexto del “combate contra el narcotráfico”, extensas zonas indígenas son víctimas de los operativos del ejército en un proceso creciente de militarización, teniendo lugar todo tipo de abusos y violentando sus derechos humanos y los que corresponden como pueblos originarios. A esto se suman las labores contrainsurgentes de las fuerzas armadas en territorios indígenas que acarrean actividades lesivas para los pueblos de dos actores armados más: grupos paramilitares y guerrilleros. (mais…)

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A Joan Turner de Jara y al denso dolor de Víctor

Evaristo Pérez Suárez*
Introducción
Yo, un niño que cumplía años el 11 de septiembre, quedé impregnado de aquellas imágenes de 1973, en el viejo y magnífico y enorme cajón, televisor blanco y negro de tubos en que veía a unas fuerzas armadas bombardear a su propio palacio de gobierno… aquello indeleble fue en mi asombrada memoria imberbe… luego conocimos muchos chilenos que venían a Venezuela, algunos formaron el grupo Kamanchaca en Maracaibo y compartimos acá en el Galpón cultural que fundamos, otros fueron admitidos como profesores en la Universidad del Zulia y algunos me dieron clases… otros como el destacado profesor y artista plástico Hugo Jorquera, también fue mi docente universitario y luego mi entrevistado en la revista Petroleum… siempre crítico, sin claudicar, agudo, consecuente…. venía de la Universidad de Concepción, la misma que promovió a Violeta Parra… al irse el monstruo volvió Jorquera y entiendo que recibió el Premio Nacional de Artes Plásticas, disfrutábamos también en su taller que combinaba en el viejo caserón donde fundó la Galería Época, allá por 1987, en donde publiqué algunos textos críticos… luego compartí también la docencia en artes con su esposa Adriana, y también chileno, con el profesor Aníbal Guzmán… artesano e historiador de sus semillas mapuches o araucanas, removiendo la identidad latinoamericana, la solidaridad, el dolor hundido en el abrazo… (mais…)

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Morgan Freeman lamenta que racismo ainda exista nos EUA

Morgan Freeman afirmou que o preconceito continua vivo em seu país Foto: Getty Images

O ator americano Morgan Freeman, reconhecido ativista contra a discriminação racial, afirmou que o preconceito “continua vivo” em seu país, apesar de acreditar que seja uma questão de tempo para que isso “passe”, disse em entrevista à AFP.

Morgan, 74 anos, escolheu viver no Mississippi – um dos estados mais violentos durante a época da segregação racial americana -, apesar de suas cinco indicações ao Oscar e de a admiração de cineastas permitissem a ele viver em um palacete nas colinas de Beverly Hills.

Em Clearwater, balneário próximo a Tampa (Flórida), onde promove o filme O Golfinho, Freeman acredita que, como na maioria dos estados do sudeste, no Mississippi ainda há discriminação racial, e que isso o faz manter os pés no chão.

Em 26 de junho, o adolescente branco Deryl Dedmon e seu grupo de amigos saíram de uma festa com a decisão de matar algum afroamericano nos bairros do oeste da capital do estado, Jackson. Sua vítima foi James Anderson Craig, um homem de 49 anos, cujo único pecado foi estar no caminho desses jovens com ideias racistas. (mais…)

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UNICEF confirma Cuba como única nação da América Latina sem desnutrição infantil

Crianças cubanas pedem fim do bloqueio criminoso dos EUA

Derrubando mitos, Unicef confirma 0% de desnutrição na ilha caribenha. Número de fazer inveja à países de primeiro mundo

O último relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) intitulado “Progresso para a Infância, um Balanço sobre a Nutrição”, determinou que, atualmente, existem no mundo 146 milhões de crianças menores de cinco anos com problemas graves de desnutrição infantil. De acordo com o documento, 28% destas crianças são da África, 17% do Oriente Médio, 15% da Ásia, 7% da América Latina e o Caribe, 5% da Europa Central, e 27% de outros países em desenvolvimento.

Cuba, contudo, não tem esses problemas, sendo o único país da América Latina e o Caribe que baniu a desnutrição infantil, graças aos esforços do governo por melhorar a alimentação, especialmente a daqueles grupos mais vulneráveis. Ademais, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) também reconheceu Cuba como a nação com mais avanços na América Latina, na luta contra a desnutrição. (mais…)

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Terra indígena é ameaça, diz Câmara

UNISINOS – Em reação à restrição imposta pelo governo à compra ou ao arrendamento de terras por empresas brasileiras de capital estrangeiro, uma subcomissão especial da Câmara produziu um raciocínio original para defender o agronegócio. Nota técnica alega que terras indígenas representam uma ameaça à soberania nacional maior do que as terras em mãos de estrangeiros. A reportagem é de Marta Salomon e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 24-09-2011.

O argumento parte do cálculo de que os territórios indígenas somam mais de 1 milhão de quilômetros quadrados, enquanto os estrangeiros deteriam 43 mil quilômetros quadrados, levando em conta dados oficiais que a própria nota técnica reconhece como “subestimados”. “Levando-se em consideração que 12,2% do território brasileiro são ocupados por áreas indígenas (mais de 107 milhões de hectares atualmente), que, se implementadas as áreas em estudo esse total passará de 20% e que apenas 0,5% (ainda que subestimados) sejam ocupados por estrangeiros, o que pode ser considerada uma ameaça maior à soberania: terras indígenas ou terras de propriedades de estrangeiros?”, diz o relatório.

A compra de terras por estrangeiros tornou-se assunto polêmico desde que a Advocacia Geral da União (AGU), em agosto de 2010, determinou que empresas brasileiras de capital estrangeiro deveriam ser tratadas como estrangeiros e se submeter ao limite fixado para a compra e arrendamento de terras. O parecer ocupou o lugar de um entendimento que vigorava havia mais de dez anos. (mais…)

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Pataxó Hã-Hã-Hãe: uma história absurda de luta, resistência e inJustiça

O vídeo acima foi postado pela CIMI de Itabuna, Bahia, em maio de 2009, um ano após o Supremo Tribunal Federal ter iniciado o julgamento do processo dos Pataxó Hã-Hã-Hãe, em outubro de 2008. Na ocasião, o relator, Ministro Eros Grau, votou pela procedência da ação e pela retiradas dos invasores do território. Imediatamente, o Ministro Carlos Alberto Direito pediu vista ao processo, e o julgamento foi suspenso. Será retomado agora, dia 28, três anos mais tarde!

As terras dos Pataxó Hã-Hã-Hãe foram demarcadas há quase cem anos, em 1938, com base na Lei 1.916, de agosto de 1926. Mas, do total de 54 mil hectares, somente 17 mil estão foram até agora garantidos ao Povo Indígena. Todo o restante continua com cerca de 15 fazendeiros. Desde que a luta na Justiça começou, cerca de 20 lideranças foram assassinadas.

Tania Pacheco, com informações do CIMI.

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Alerta geral: Julgamento da Ação 312 (Pataxó Hã-Hã-Hãe) quarta-feira, 28 de setembro

Companheir@s: para facilitar, aí vai a lista de e-mails já pronta para ser copiada e colada na Carta abaixo (o e-mail ‘[email protected]’, que deveria ser do Ministro Ayres Britto, não funciona): ‘[email protected]’; ‘[email protected]’; ‘[email protected]’; ‘[email protected]’; ‘[email protected]’; ‘[email protected]’; ‘[email protected]’; ‘[email protected]’; ‘[email protected]’.  TP.

O Supremo Tribunal Federal marcou para a próxima quarta-feira, dia 28 de setembro, a continuidade do julgamento da Ação Cível Originária da Reserva Indígena Caramuru – Catarina Paraguassu, no Sul da Bahia, terras tradicionais dos Pataxó Hã-Hã-Hãe.

Imprescindível intensificar todo tipo de manifestação popular/entidades/articulações em favor dos índios Pataxó Hã-Hã-Hãe nos próximos dias, para dar visibilidade nas mídias, obter manifestações junto aos ministros do STF por fax, e-mails e telefones, que seguem abaixo, juntamente com sugestão de mensagem aos Ministros.

Memória:

Na ação (ACO 312), a Funai pede que os títulos de propriedade incidentes sobre a Reserva Indígena sejam declarados nulos – ou seja, percam totalmente sua validade. Apesar de quatro perícias da Funai já terem confirmado a presença e a ocupação dos indígenas em suas terras desde pelo menos 1650, os ocupantes não-indígenas contestam a ação e se tratar de terras de propriedade da União. O Ministério Público Federal opinou a favor da nulidade dos títulos de propriedade concedidos aos não-indígenas em abril de 2001. (mais…)

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