Por Herivelto Quaresma*
Evento reuniu especialistas da ONU, sociedade civil e representantes do Estado brasileiro para debater o tema. Lei estadual é pioneira no país e cumpre Protocolo Facultativo à Convenção das Nações Unidas contra a Tortura, ratificado pelo Brasil. Especialistas afirmam que tortura tem raízes profundas e está longe de acabar, mas apontam saídas.
O Rio de Janeiro saiu na frente na luta contra a tortura e, agora, precisa garantir o funcionamento de um órgão inédito no país, tido como referência internacional e elaborado a partir de um Protocolo Facultativo que o Brasil ratificou nas Nações Unidas. Para debater a importância deste órgão – o Mecanismo Estadual de Prevenção e Combate à Tortura do Rio de Janeiro – e o tema da tortura no Brasil e no mundo, estiveram reunidos nesta terça-feira (27/9), na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), especialistas das Nações Unidas, sociedade civil e membros de todas as instâncias do Estado.
O Seminário Panorama Internacional de Prevenção e Combate à Tortura, uma iniciativa da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da ALERJ, contou com a presença de Mario Coriolano e Margarida Pressburger, membros do Subcomitê para Prevenção da Tortura das Nações Unidas (SPT). (mais…)






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