Don Juan Chávez, voz de la tierra, falleció esta tarde

Impulsor de la autonomía indígena, hombre reconocido como un sabio, firme y leal a los principios zapatistas desde 1994 y hasta el último de sus días, será velado en su natal Nurío.

Gloria Muñoz Ramírez

Morelia. Michocán. Don Juan Chávez Alonso, uno de los referentes más importantes del movimiento indígena nacional, falleció este 2 de junio en un accidente mientras construía la troje de su casa, ocurrido el martes 29 de mayo en el poblado de Nurío, en la entrada de la meseta purhépecha. Le sobreviven su esposa Celia Romero, su madre Doña Francisca Alonso, sus siete hijos y nietos.

Don Juan, impulsor da la autonomía indígena, hombre reconocido como un sabio, firme y leal a los principios zapatistas desde 1994 y hasta el último de sus días, fue trasladado el miércoles a un hospital público de Morelia, lugar al que acudieron su familia, autoridades de la comunidad y compañeros de lucha.

Hombre respetado por los pueblos, tribus, naciones y barrios indígenas del país, además de intelectuales y académicos con los que compartió el proceso de diálogo de San Andrés Sacamchén de los Pobres entre 1995 y 1996, don Juan fue clave en el seguimiento de las iniciativas del Ejército Zapatista de Liberación Nacional (EZLN), tanto para la construcción de los Acuerdos de San Andrés como para la lucha por su cumplimiento, la fundación y seguimiento del Congreso Nacional Indígena (CNI) y el recorrido de La Otra Campaña. (mais…)

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Perú: Multitudinaria manifestación en Cajamarca dio inicio al paro contra Conga

Servindi, 1 de junio, 2012.- Unas 15,000 personas se movilizaron ayer de manera pacífica en Cajamarca durante el primer día del paro indefinido en rechazo al proyecto Conga, demostrando el masivo rechazo a la iniciativa minera.

La multitud de cajamarquinos y manifestantes de otras provincias, se desplazaron desde la mañana por las calles de la ciudad, confluyendo finalmente en la Plaza de Armas donde autoridades y líderes sociales dieron discursos y pronunciamientos.

Sobre un improvisado estrado, los más representativos dirigentes de la resistencia contra el proyecto minero: Gregorio Santos, Presidente Regional de Cajamrca; Marco Arana, Wilfredo Saavedra e idelso Hernández , así como el congresista del partido de Gobierno, Jorge Rimarachín, sentaron su firme posición de oposición a Conga. (mais…)

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América Latina: Los pilares de la revolución agroecológica

Rescatar la naturaleza, asegurar la soberanía alimentaria y empoderar al campesino

Por Miguel Altieri y Victor Toledo

Introducción

1 de junio, 2012.- La agroecología está aportando las bases científicas, metodológicas y técnicas para una nueva “revolución agraria” a escala mundial (Altieri 2009, Ferguson and Morales 2010, Wezel and Soldat 2009, Wezel et al. 2009). Los sistemas de producción fundados en principios agroecológicos son biodiversos, resilientes, eficientes energéticamente, socialmente justos y constituyen la base de una estrategia energética y productiva fuertemente vinculada a la soberanía alimentaria (Altieri 1995, Gliessman 1998).

Las iniciativas agroecológicas pretenden transformar los sistemas de producción de la agroindustria a partir de la transición de los sistemas alimentarios basados en el uso de combustibles fósiles y dirigidos a la producción de cultivos de agroexportación y biocombustibles, hacia un paradigma alternativo que promueve la agricultura local y la producción nacional de alimentos por campesinos y familias rurales y urbanas a partir de la innovación, los recursos locales y la energía solar. Para los campesinos implica la posibilidad de acceder a tierra, semillas, agua, créditos y mercados locales, a través de la creación de políticas de apoyo económico, iniciativas financieras, oportunidad de mercados y tecnologías agroecológicas. (mais…)

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Dilma prepara o seu 1º pacote ambiental para a próxima terça

A presidente Dilma Rousseff deve criar as primeiras áreas protegidas de seu mandato na próxima terça-feira. Os novos decretos integram um pacote de medidas para comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente.

A reportagem é de Kelly Matos e Natuza Nery e publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 02-06-2012.

O 5 de junho, uma data oficial do calendário da ONU, terá o Brasil como sede das celebrações, por causa da conferência Rio+20, neste mês.

Serão criadas duas reservas extrativistas, homologadas seis terras indígenas e anunciada a inclusão de mais famílias na Bolsa Verde.

O anúncio ocorre menos de uma semana depois de o Senado ter aprovado uma medida provisória que reduz sete áreas protegidas na Amazônia para a construção de oito hidrelétricas do PAC.

Os cortes, feitos sem estudos técnicos e criticados por ambientalistas e comunidades locais, incluem o parque nacional da Amazônia, o mais antigo da região. A MP é objeto de uma ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal. (mais…)

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Artes brasileiras voltam a abordar a ditadura militar

Por André Miranda, Agência O Globo

RIO – Foram três décadas até que o Brasil criasse sua Comissão da Verdade. Mas o grupo, que foi instaurado oficialmente há 15 dias para investigar as violações de direitos humanos cometidas durante o regime militar, de longe não representou a única demora em se tratando da ditadura brasileira. Diferentemente dos vizinhos Argentina e Chile, que também sofreram com abusos de governos militares, as artes nacionais pouco se debruçaram nos anos seguintes sobre casos e histórias relacionadas ao período. As razões, de acordo com quem viveu a época, envolviam o medo de repressões mesmo após o fim do regime, as tradições alegóricas da estética brasileira e também as características da própria ditadura no país. Mas esse panorama vem mudando.

Em cartaz nos cinemas, “Uma longa viagem”, de Lúcia Murat, é um documentário pessoal sobre a história da família da diretora: enquanto ela estava presa no Brasil, seu irmão Heitor rodava o mundo em delírios provocados pelo uso excessivo de drogas. No mês de maio, Paulo José encenava no Rio a peça “Murro em ponta de faca”, um texto de Augusto Boal sobre um grupo de exilados que já havia sido dirigido pelo próprio ator em 1978 – na ocasião, com direção musical de Chico Buarque. Já nas livrarias, duas novas obras mostram a atualidade do tema: o romance “Sucursal do inferno” (editora Prumo), do escritor e dramaturgo Izaías Almada, é uma sátira sobre o período a partir de uma investigação jornalística que aborda democracia e demônios; e “Ditadura no ar”, de Raphael Fernandes e Abel, é uma série independente de quadrinhos que dá um tom noir às histórias do regime.

– Houve muita coisa escrita, muitos registros de memória num primeiro momento de pós-anistia, mas depois houve uma certa rejeição ao período. Era como se fosse um pouco feio falar daquilo, como se fosse algo a se esquecer, como se fosse brega. Senti que não era moderno falar sobre ditadura – afirma Lúcia Murat, cujo primeiro filme sobre o tema, “Que bom te ver viva”, foi lançado em 1989. – E também havia muito medo. Eu achava que iriam jogar uma bomba na minha casa quando o “Que bom te ver viva” chegou aos cinemas. Hoje, o que mais me gratifica é ver que há um grupo de jovens desenvolvendo ações de denúncia. Eles é que foram às ruas se manifestar a favor da Comissão da Verdade. (mais…)

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RJ – Seminário Patrimônio, Memória e Identidade Negra na UFF

No ano de 2012 os registros dos primeiros bens reconhecidos como patrimônio imaterial do Brasil, o Ofício das Paneleiras de Goiabeiras (Vitória/ES) e a Arte Kusiwa – pintura corporal e arte gráfica Wajãpi (Amapá/AP), completam uma década. Os primeiros registros inauguram o processo de criação e consolidação da política de promoção e proteção de patrimônio cultural do Brasil, com experiências de inventário, registro e salvaguarda do patrimônio imaterial.

Entre tais experiências, algumas questões emergem para reflexão e debate: os sentidos assumidos pelo conceito de patrimônio e de salvaguarda para o Estado e para a sociedade; o reconhecimento do patrimônio imaterial como patrimônio cultural do país; sua valorização e financiamento no âmbito das políticas culturais; e os impactos provocados pela presença de entidades governamentais e de mediadores institucionais em comunidades detentoras de bens imateriais, entre outras. (mais…)

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Abertas as inscrições para o Território das Juventudes na Cúpula dos Povos

Movimentos de Juventudes de todo o país e do mundo já podem se inscrever para participação no Território das Juventudes na Cúpula dos Povos. Entre os dias 15 e 23 de junho, o campus da Praia Vermelha da Universidade Federal do Rio de Janeiro (av. Pasteur, 250, Urca) vai sediar uma série de atividades entre as juventudes, voltadas à discussão dos temas da Cúpula.

Estão previstas rodas de conversa, mobilizações de rua e partilha coletiva de tarefas. Além disso, serão realizadas atividades autogestionadas das Juventudes no Aterro do Flamengo, espaço comum da Cúpula dos Povos. Em breve, será divulgada a programação geral do Território.

As inscrições devem ser realizadas pelas entidades, redes ou movimentos de juventude interessados, indicando a quantidade de jovens participantes e a data de chegada e partida do Território. Serão oferecidos alimentação e espaço para acampamento, mediante pagamento de uma taxa simbólica por pessoa.

O Território é organizado pelo Enlace das Juventudes na Cúpula dos Povos, articulação de redes, movimentos e entidades juvenis que tem como objetivo fomentar uma participação qualificada das juventudes na Cúpula. O Enlace formado em janeiro deste ano, no contexto do Fórum Social Temático, em Porto Alegre. (mais…)

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Unicamp: II Seminário Problematizando as Juventudes na Contemporaneidade, 17 a 19/10

O II Seminário Violar “Problematizando as Juventudes na Contemporaneidade” mantêm a sua proposta de reunir profissionais/estudantes envolvidos com o campo de pesquisa das juventudes e suas múltiplas formas de manifestação e produção de sentidos, problematizando, desta vez, as visibilidades e as discursividades em relação às juventudes e às violências.

Para além da visibilidade apontada por dados, na qual o Brasil ocupa a sexta posição do mundo em números de jovens assassinados, entre cem países pesquisados pela OIS (Organização Mundial de Saúde) enfatizamos a necessidade de se problematizar os olhares e os discursos que se têm construído a respeito das juventudes e dos movimentos sociais, criminalizando-os e criando práticas de inclusão autoritárias, pautadas por um modelo de segurança da sociedade que transformam os serviços de atendimento à população em instrumentos de controle e vigilância. (mais…)

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O fim de Gramacho

Os trabalhadores do lixão de Gramacho, que vai ser desativado para evitar um desastre ecológico, vão ficar sem seu sustento tirado da reciclagem dos dejetos.

 

Enviada por José Carlos.

http://tv.estadao.com.br/videos,O-FIM-DE-GRAMACHO,170605,250,0.htm

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