PB – Conflito Fundiário em Rio Tinto: Liminar suspensa, direitos resguardados parcialmente

rio tinto pbLiminar de reintegração de posse concedida após 10 anos é suspensa por decisão do Tribunal de Justiça da Paraíba

Dignitatis – Assessoria Técnica Popular

Em uma região dominada pelo latifúndio, monocultura da cana-de-açúcar e carcinocultura no litoral norte do Estado da Paraíba, porém, predominante ocupada por Comunidades e Povos Tradicionais (posseiros, pequenos agricultores, indígenas, pescadores, ribeirinhos, catadores de caranguejo, etc.) processos de solidariedade e resistência mobiliza população que há mais de 03 (três) gerações tira seu sustento através da agricultura familiar. (mais…)

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Alexandre Anderson: “Hoje a baía de Guanabara vive um apartheid. Somos criminalizados, nos tiram o direito de ir e vir”

Alexandre e o magyeSomos Todxs Defensorxs

Alexandre Anderson é defensor dos direitos de pescadores e pescadoras e está há 561 dias longe casa, sem garantia de segurança, longe da família, amigos e [email protected] de luta. Além disso, a sede da Associação de Homens e Mulheres do Mar (AHOMAR) está fechada.

Confira a entrevista que ele deu à Revista IDeAS.

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Questão indígena no Alto Uruguai será tema de debate na UFFS – Campus Erechim, em 23 de maio, às 17h

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UFFS – Impasses, conflitos e horizontes relacionados à questão indígena no Alto Uruguai serão o tema de um debate na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) – Campus Erechim. A atividade acontece na próxima sexta-feira (23), às 17h, na sala um do Bloco Anexo, junto ao Seminário Nossa Senhora de Fátima. O evento é aberto para a participação da comunidade acadêmica e externa e não há necessidade de inscrição prévia.

A atividade é promovida pelo Grupo de Pesquisa Anticapitalismo e Sociabilidades Emergentes (Gpase), em parceria com a Seção Sindical dos Docentes da UFFS (Sinduffs). Conforme o professor Cássio Cunha Soares, “a questão indígena (abrangendo desde os modos de vida, culturas, dilemas sociais às lutas políticas desses povos) se insere no leque de preocupações políticas e teóricas do Gpase”. Foram convidados para participar do debate professores da UFFS, representantes de movimentos sociais e estudantes. (mais…)

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Guerra à periferia

Na entrada do Jardim Rosana, uma cruz foi colocada em memória das sete vítimas da chacina de 04 de janeiro. Na rua à direita, mais adiante, fica o bar onde aconteceu o crime. Foto: Spensy Pimentel
Na entrada do Jardim Rosana, uma cruz foi colocada em memória das sete vítimas da chacina de 04 de janeiro. Na rua à direita, mais adiante, fica o bar onde aconteceu o crime. Foto: Spensy Pimentel

Em 2012, após o PCC executar dezenas de policiais, PMs e grupos de extermínio mataram centenas de inocentes nas quebradas de São Paulo

por Fausto Salvadori, William Cardoso – Agência Pública

Fez sol no primeiro dia de 2013. Dia bom para a molecada do Jardim Rosana empinar pipa e jogar bola nas ruas da comunidade, localizada no Campo Limpo, periferia sul de São Paulo. Os meninos só pararam de brincar quando viram dois policiais militares se aproximando – quem mora na periferia aprende a temer fardas e viaturas.

Os PMs pararam perto de um grupo de quatro adolescentes e um dos policiais deu o aviso: “A motinho preta está vindo aí matar todo mundo”, disse, conforme o relato da comerciante Rita de Cássia de Souza, 52 anos, mãe de Brunno Cassiano, 17, um dos quatro adolescentes ameaçados. (mais…)

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A Sobrevivência dos Arquivos da Guerrilha do Araguaia: palestra no Rio de Janeiro

araguaia

A Sobrevivência dos Arquivos da Guerrilha do Araguaia: “mito” e ramificação é o título da palestra que a professora Shirley Carvalhêdo, da UnB, proferirá nesta quinta, 22, às 10h, na sala 405 do Prédio da Expansão da Fiocruz (Av. Brasil, 4036, sala 407).

Resumo da palestra aqui.

Enviada para Combate Racismo Ambiental por José Carlos.

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Nota em Defesa dos Munduruku do Tapajós

Povo Munduruku protesta contra presença militar. Foto: Ruy Sposati
Povo Munduruku protesta contra presença militar. Foto: Ruy Sposati

Exigimos Apuração e Punição dos Responsáveis Pelas Agressões Contra o Povo Munduruku

Em novembro de 2012 uma operação desencadeada pelo Exército brasileiro, Força Nacional e Polícia Federal, denominada “Operação Eldorado”, cujo suposto objetivo seria o de retirar garimpeiros ilegais das terras Munduruku, teve como resultado a invasão de aldeias, agressões morais e físicas contra idosos, mulheres e até mesmo crianças indígenas, culminando com a morte de um índio Munduruku, Adenilson Krixi, assassinado com um tiro na cabeça desferido pelo delegado da Polícia Federal Antonio Carlos Muriel Sanchez, comandante da operação. Crime até hoje impune.

Escondido na cortina de fumaça jogada por esta operação, estava o real objetivo da mesma, ou seja, intimidar os índios Munduruku, que em junho do mesmo ano haviam participado do evento chamado Xingu+23, ocasião em que realizaram uma ação nos escritórios da Norte Energia, empresa que está construindo a UHE Belo Monte, posicionando-se diretamente contra esta obra, contra a construção de 07 hidrelétricas na Bacia do Tapajós e contra as outras dezenas de usinas hidrelétricas previstas para os rios da Amazônia brasileira. (mais…)

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Águas, Povos e Tradições

Articulação Semiárido – O vídeo “Águas, Povos e Tradições – Um olhar sobre as relações dos povos tradicionais do Semiárido com a Água” faz um breve passeio pelos estados de Bahia, Minas Gerais, Pernambuco e Piauí apresentando uma diversidade de povos tradicionais. São quilombolas, indígenas, vazanteiros, geraizeiros e comunidades de fundo de pasto, representando a cultura e saberes para a convivência com a região.

Enviada para Combate Racismo Ambiental por Ruben Siqueira.

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As comunidades quilombolas alumiam o Baixo Parnaiba maranhense

Foto: João Zinclar
Foto: João Zinclar

Mayron Régis –  

O Encontro de comunidades quilombolas do Baixo Parnaíba alumiou muitas comunidades do município de Brejo. Algumas pessoas duvidaram de sua realização. A Secretaria de Direitos Humanos, ligada a Presidencia da República, enviou uma representante. O leste maranhense responde por um numero expressivo de defensores dos direitos humanos que o agronegócio ameaçou de morte. Esses defensores entraram no programa de proteção que a secretaria coordena.

A comunidade de Depósito se proclamou como comunidade remanescente de quilombos. Por várias vezes, os funcionários da proprietária destruíram as plantações dos quilombolas. Eles se enfrentaram pela última vez quando a proprietária arrendou a propriedade para empresários paulistas plantarem cana. A Secretaria de Meio Ambiente do Maranhão fiscalizou a propriedade a pedido da SMDH (Sociedade Maranhense de Direitos Humanos) e autuou a proprietária por desmatar áreas de preservação permanente. (mais…)

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Moção de Apoio do III ENA à Chapada do Apodi

MOÇÃO DE APOIO DO III ENCONTRO NACIONAL DE AGROECOLOGIA ÀS FAMÍLIAS E COMUNIDADES DA CHAPADA DO APODI

Reunidos no III Encontro Nacional de Agroecologia entre os dias 16 a 19 de maio de 2014, às margens do rio São Francisco, na cidade de Juazeiro-BA, ciente das angustias e incertezas de mulheres e homens dos assentamentos e das comunidades atingidas pelo projeto do perímetro irrigado Santa Cruz do Apodi no Rio Grande do Norte  e das atrocidades que o perímetro irrigado Jaguaribe-Apodi tem causado às famílias da Chapada  do lado do Ceará, projetos estes sob a responsabilidade do Governo Federal através do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca-DNOCS,   manifestamos nossa solidariedade e apoio às lutas de resistência e defesa da integridade do território, como também se solidariza com as entidades de apoio,  em especial  o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Apodi-RN.

O III ENA denuncia o atual modelo capitalista que avança com grandes projetos de agronegócio, nos território das comunidades camponesas, devastando a natureza e colocando em risco a vida de mulheres e homens que vivem no campo.

Os participantes do III Encontro Nacional de Agroecologia-ENA

Juazeiro-BA, 19 de maio de 2014.

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