México – Primer comunicado de la Coordinadora del Movimiento ¡Alcemos La Voz!

Por YoSoy132.mx

La situación en la que se encuentra México exige que las y los jóvenes tomemos el presente en nuestras manos. Es momento de que luchemos por un cambio en nuestro país, es momento de que pugnemos por un México más libre, más prospero y más justo. Queremos que la situación actual de miseria, desigualdad, pobreza y violencia sea resuelta. Las y los jóvenes de México creemos que el sistema político y económico actual no responde a las demandas de todos los mexicanos. (mais…)

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Vejam o Boletim de Maio da ANA AMAZÔNIA, notícias da agroecologia na Amazônia

Rede de Agricultores Tradicionais do Amazonas (REATA) – Uma experiência agroecológica superando desafios e fazendo a diferença na Amazônia

Rossilan Rocha – Articuladora da ANA Amazônia

A REATA teve sua origem em 2005, no município de Presidente Figueiredo-AM. Sua criação se deu em função do desejo de se criar uma organização aberta para agricultores tradicionais[1], que ao mesmo tempo pudesse ser um espaço de capacitação e empoderamento do grupo, a partir de uma proposta de resgatar valores, produzir, gerar e divulgar saberes e conhecimentos sobre o manejo e a preservação dos agro ecossistemas da floresta amazônica, através de processos de comunicação, troca de experiência, aprendizado participativo e extensão rural, visando um estilo de agricultura de base ecológica.

A REATA é composta por agricultores familiares, tradicionais, extrativistas, pescadores, caboclos, ribeirinhos, quilombolas e indígenas do estado do Amazonas. Inicialmente, o grupo era formado por 11 (onze) agricultores de 10 (dez) municípios. Hoje são cerca de 200 famílias de 14 (quatorze) municípios: Tefé, Coari, Codajás, Manacapuru, Manaus, Rio Preto da Eva, Itacoatiara, Maués, Parintins, Presidente Figueiredo, Lábrea, Boca do Acre, Urucará e Silves. (mais…)

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Documentário “Desordem no Progresso” mostra o massacre diário em Altamira (PA)

Documentário dirigido por Cristiano Trad mostra os impactos da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte na cidade de Altamira, no Pará. Moradores e ativistas lutam contra a construção da barragem e reclamam dos problemas sociais, trabalhistas e ambientais provocados pelo empreendimento. A obra começou a ser erguida em junho de 2011, no rio Xingu, e só ficará pronta em 2019.

http://redeanaamazonia.blogspot.com.br/2012/05/documentario-desordem-no-progresso.html

Enviada por Vania Regina Carvalho.

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Deputados federais vão à Bahia investigar abusos da Marinha contra quilombolas

Disputa judicial separa moradores de quilombo e militares da Vila Naval

Último conflito ocorreu na segunda-feira, quando militares tentaram impedir a reconstrução de uma casa

Da Redação 

Deputados Federais que integram a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara estarão na Bahia para investigar denúncias de abusos e de uso da violência de militares da Marinha contra os quilombolas da comunidade Rio dos Macacos, localizada na Base Naval de Aratu.

O presidente da comissão, deputado Domingos Dutra (PT-MA), acompanhado dos seus correligionários eleitos pela Bahia – Amauri Teixeira, Luiz Alberto e Valmir Assunção -, chegam na próxima segunda-feira (4). Os deputados realizarão audiência pública com os moradores do quilombo.

O secretário de Promoção da Igualdade Racial, da Bahia, Elias Sampaio, estará no evento, que começa às 9h. Após a audiência, os parlamentares serão recebidos pelo almirante Monteiro Dias, comandante da base, às 13h.  (mais…)

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Agronegócio, agrotóxico e “agrocâncer”

Do Brasil de Fato

As três palavras acima não são mera propaganda. Nos últimos dez anos tomou conta da forma de produzir na agricultura brasileira, o chamado agronegócio. Ele é um modelo de produção de mercadorias agrícolas, subordinado agora aos interesses do capital financeiro e das grandes empresas transnacionais. Aliados aos fazendeiros brasileiros, que entram com a natureza.

Nesse modelo, o capital financeiro entra com o capital. Do valor bruto de produção agrícola ao redor de 160 bilhões de reais, os bancos entram com aproximadamente 110 bilhões todos os anos, financiando a compra dos insumos e cobrando os juros, sua parte na mais-valia agrícola. E as empresas transnacionais fornecem os insumos agrícolas, máquinas, fertilizantes químicos e, sobretudo, os venenos agrícolas. A produção agrícola depois se destina ao mercado mundial, as chamadas commodities agrícolas.

Esse modelo construiu então uma forma de produzir, uma matriz tecnológica que combina grande propriedade, que vai aumentando a escala de produção a cada ano, monocultivo, se especializando num só produto de exportação, mecanização intensiva, pouco emprego de mão-de-obra direta e uso intensivo de venenos agrícolas. As conseqüências desse modelo que se tornou hegemônico nos últimos dez anos, e que atua independente de tudo, já apresentam seus resultados perversos, para o meio ambiente, para a economia brasileira, para o rendimento econômico dos próprios fazendeiros e, sobretudo para a saúde dos brasileiros. (mais…)

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Índios contrariados com participação de Ministério em demarcação de terras

Reportagem de Pedro Peduzzi, da Agência Brasil

Brasília –  Cerca de 80 lideranças das etnias Kaingang, Guarani e Charrua manifestaram nesta quinta-feira contrariedade a participação do Ministério de Minas e Energia (MME) nos processos de demarcação de terras indígenas. Caso não tenham suas reivindicações atendidas, prometem retornar em grande número a Brasília para invadir prédios públicos, a exemplo do que fizeram no último dia 29 no Ministério da Saúde.

Em abril, a presidenta Dilma Rousseff instruiu o Ministério da Justiça a consultar previamente o MME antes de homologar qualquer demarcação de terra indígena. Essa medida desagradou lideranças indígenas. “Esse ministério [MME] não tem nada a ver com a gente. Por isso não temos de consultá-lo para nada [relativo à demarcação de terras indígenas]”, disse à Agência Brasil o coordenador da articulação dos povos indígenas da Região Sul, Kretan Kaingang.

“Esta é mais uma das políticas para dizimar povos indígenas que não têm como se defender perante um governo que quer ser a sexta potência mundial, mas que fica discriminando seus povos originários. Viemos aqui para dar um recado ao ministro de Minas e Energia [Edison Lobão]: não opine sobre a demarcação das terras indígenas, porque isso é com o Ministério da Justiça. É o mesmo recado que já demos à presidenta Dilma”, disse o coordenador indígena. (mais…)

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PB – Dignitatis comemora 10 anos de luta dia 9, com Encontro da Confederação do Equador

A Dignitatis, organização de direitos humanos da Paraíba que presta assessoria jurídica popular,  realizará uma festa a partir das 18 horas do dia 9 de junho, comemorando seu décimo aniversário com parceiros e parceiras de luta, nesta caminhada tão importante para tod@s nós.

A festa terá ainda um momento bastante especial, pois, paralelamente, estará acontecendo em João Pessoa o  Encontro da Confederação do Equador – Renap Nordeste, de 7 a 9 de junho, organizado localmente pela Dignitatis e fortalecendo ainda mais o compromisso de tod@s com a defesa dos direitos humanos e da transformação da sociedade.

Durante o Encontro (Programação abaixo), haverá uma mesa aberta sobre Movimentos Sociais, Acesso à Justiça e Poder Judiciário, na manhã de sexta-feira, para discutir as diversas dimensões do papel dos movimentos sociais e da luta política para o campo dos direitos humanos e do acesso à justiça.

Nossos parabéns à Dignitatis, corporificados na pessoa de Eduardo Fernandes, advogado popular, professor da UFPB, autor do brilhante e emocionado discurso em defesa d@s Quilombolas contra a ADI 3239 no STF, e, acima de tudo e sempre, um grande companheiro de luta! TP. (mais…)

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RJ – Seminário de Enfrentamento aos Impactos dos Agrotóxicos na Saúde Humana e no Ambiente: 4 e 5 de junho, na Fiocruz

Os agrotóxicos contaminam o ar, o solo, a água, a biota e os alimentos in natura e processados, causando efeitos danosos, na maioria irreversíveis, sobre o ambiente, a biodiversidade e os seres humanos trabalhadores e residentes do campo, das florestas e das áreas urbanas.

A exposição aos agrotóxicos pode levar ao aparecimento de amplo espectro de efeitos tóxicos, como infertilidade, distúrbios do Sistema Nervoso Central, imunossupressão e câncer. A subnotificação de intoxicações por agrotóxicos é uma realidade mundial; estima-se que para cada caso notificado existam 50 não registrados. No Brasil, em 2011 (SINAN), foram registrados 8.000 casos, a maioria entre 20 e 49 anos de idade.

No cenário nacional pesquisadores da FIOCRUZ e de diversas instituições públicas do paÍs se empenham no estudo dos agrotóxicos e de seus impactos socioambientais. Dentre as preciosas contribuições ao tema estão: educação e informação das populações vulneráveis; apoio a ações intersetoriais e da sociedade civil para o debate e dimensionamento dos impactos; participação no Fórum Nacional e Estaduais de agrotóxicos; fornecimento de substâncias químicas de referência para o controle de qualidade laboratorial da água potável, alimentos e produtos domissanitários; estudos de toxicidade descritiva e mecanística; reavaliação toxicológica subsidiando a revisão do registro pelos órgãos competentes; coordenação da coleta, compilação, análise, divulgação dos casos de intoxicação, educação em saúde do campo, apoio na produção de filmes, a exemplo do “O Veneno está na Mesa”, do cineasta Silvio Tendler, o fomento a agroecologia e outras ações da Campanha Permanente Contra os Agrotoxicos e Pela Vida. (mais…)

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