Falta de energia e de água tratada, violência, condições precárias de alimentação e até alcoolismo são alguns problemas enfrentados pelos Maxakali, símbolo de resistência indígena em Minas Gerais. Desde 2010, o Comitê Gestor de Ações Integradas para a Promoção e Defesa dos Direitos Humanos do Povo Maxakali, criado pelo Governo de Minas, desenvolve ações para mudar esta realidade.
Os índios Maxakali, com população de cerca de 1.700 pessoas, vivem em uma área de 5.293 hectares distribuídas nas regiões Norte, Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais, nos municípios de Santa Helena de Minas, Bertópolis, Ladainha e Teófilo Otoni. Graças ao trabalho do Comitê, a Cemig já levou energia elétrica para as aldeais de Córrego Água Boa, Maria Diva, Gilmar e Bueno Pinheiro, localizadas em Santa Helena de Minas. Escolas indígenas do munícipio de Bertópolis devem ser beneficiadas pela ação até julho deste ano.
Apesar das dificuldades, preservam a língua tradicional e vivem da produção de pequenas roças de subsistência e artesanato, vendidos ou trocados por outros alimentos, nas feiras das cidades vizinhas. (mais…)

Relatório aponta que 60% do carvão vegetal utilizado vem de matas nativas e não de reflorestamento. Exploração de trabalhadores marca produção nacional


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