Expedição ao território Kaiowá-Guarani “Cacique Marcos Verón” – Tekoha Nhe’e Ayvu Arandu

Fonte: União Campo, Cidade e Floresta

A população Kaiowá-Guarani do Mato Grosso do Sul vive hoje uma situação dramática de aviltamento dos direitos humanos. O nível de violência contra os Kaiowá-Guarani é tão extremo que tem sido considerado um processo de genocídio em curso ao povo. Como resposta a essa realidade, os povos Kaiowá-Guarani tem se organizado para resistir e lutar pela efetivação plena de seus direitos. (mais…)

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Mundo: Maíz transgénico de Monsanto ligado a falla masiva de órganos

Por Pijamasurf

Vanguardia, 28 de diciembre, 2011.- Investigación examina efectos de los alimentos genéticamente modificados en la salud animal, encontrando que el maíz producido por Monsanto afecta hígado, riñones, corazón y otros órganos

En un estudio publicado en el International Journal of Biological Sciences, investigadores franceses analizaron tres variedades de maíz genéticamente modificado y producido por Monsanto que actualmente se encuentran aprobadas para su consumo en Estados Unidos, Europa y muchos otros países.

El problema es que de acuerdo con el susodicho estudio, estas variedades de maíz, como muchos de los alimentos genéticamente modificados, afectan la salud de los mamíferos cuando se incluyen en la dieta diaria, en este caso en particular los alimentos de Monsanto se relacionan con daño de órganos en ratas. (mais…)

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Maranhão é o Estado que mais desmata florestas, desde 1980

É preocupante também a velocidade de devastação do cerrado, cuja área foi reduzida em 25%

SÃO PAULO – O Maranhão foi o Estado que desmatou com maior rapidez áreas de floresta de 1980 para cá. Segundo dados do mapa de recursos naturais, elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), só restam 31% das áreas de floresta densa e 0,09% da floresta aberta(babaçu) do Estado. É preocupante também a velocidade de devastação do cerrado, cuja área já foi reduzida em 25%, passando de 74.288,57 km {+2} de vegetação natural para os atuais 57.130,04 km {+2}. Num estudo que considera apenas a Amazônia Legal, o Maranhão é o Estado que possui maior área devastada, seguido por Tocantins e Mato Grosso.

“A soja ocupou as áreas de cerrado, no topo das chapadas. O mais preocupante é que nestas chapadas estão as nascentes dos três principais rios do Estado, que são o Parnaíba, Mearim e Itapecuru. Ao contrário da vegetação natural, a lavoura impermeabiliza o solo, faz com que a água escorra, promovendo enchentes, e, ao mesmo tempo, reduz a vazão dos rios”, explica Pedro Leal Bezerra, da gerência de recursos naturais do IBGE.

No caso das florestas, segundo o IBGE, elas estão restritas basicamente a áreas protegidas, especialmente reservas indígenas. Para Bezerra, se o Código Florestal, a ser sancionado pela presidente Dilma Rousseff, for de fato cumprido, o problema será solucionado. Se não houver fiscalização nos Estados, porém, a devastação tende a continuar em ritmo acelerado. (mais…)

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Indígenas disputam água de riacho na Aldeia Bororó

Dourados Agora / RC

Para matar a sede, muitos disputam a água de um pequeno riacho existente na Aldeia Bororó. Um exemplo é o da Caiuá Simoni Rolin, de 21 anos. Ela anda três quilômetros até chegar no riacho para pegar água e levar para casa na tentativa de matar a sede dos irmãos e dos pais. A água que ela enche os galões para dar de beber para as crianças é a mesma onde todas as famílias da aldeia tomam banho, lavam roupa e animais. O resultado disso não poderia ser outro. As doenças pelo consumo de água imprópria começam a aparecer. “Todos os meus irmãos estão com diarréia e vômito. Não sei mais o que fazer, porque se não busco esta água, nós morremos de sede”, lamenta.

A indígena Narcisa Gonçalves, de 28 anos, diz que o pequeno espaço de água no riacho já é motivo de briga: “As mães querem lavar a roupa dos filhos, tomar banho e levar a água para casa. O problema é que o espaço é pequeno, então chegamos aqui por volta das 6h da manhã para conseguir uma vaguinha. Até a noite, a concentração de indígenas neste espaço é muito grande”, disse.

Narcisa também é agente de saúde da Reserva e, segundo ela, nas visitas que faz, está constatando um número maior de crianças que perdem peso e estão com diarréia e vômito. “Já que não tem outro jeito de consumir outra água, estou insistindo para que as mães fervam a água antes de dar para os filhos. O problema é que nem sempre isto acontece. É muito difícil convencê-las a fazer este procedimento”, destaca. (mais…)

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Perú: Cajamarca marcha el 2 y 3 de enero contra Conga

El año concluye con el anuncio de la “Marcha por la dignidad de los cajamarquinos” para el 2 y 3 de enero de 2012 convocado por el Frente de Defensa y el rechazo de la población al ilegal acuerdo entre un grupo de autoridades no vinculantes y la PCM para un peritaje internacional.

La sensatez acompaña hasta ahora al presidente regional Gregorio Santos quien se ha fortalecido al saber escuchar y actuar de acuerdo con lo que piensa el pueblo de Cajamarca.

“Si quieren dar un golpe de Estado a la regionalización que lo hagan de una vez, pues ellos aprueban términos de referencia para un peritaje internacional que nunca se discutió, por lo cual exigimos la instalación de una mesa de diálogo”, advirtió.

La invitación de los ministros para que vayan a Cajamarca todavía sigue en pie.

Mientras tanto, la ordenanza regional 036 que declara inviable la ejecución del proyecto Conga en las cabeceras de cuenca donde se ubican las lagunas: El Perol, Azul, Mamacocha y todas aquellas ubicadas en el ámbito de influencia del proyecto, abre un nuevo debate acerca de las competencias regionales para legislar en materia ambiental. (mais…)

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Pesquisa confirma danos causados pela exploração de urânio na Bahia

Zoraide Vilasboas

A série de apresentações do “Relatório da Missão Caetité: Violações de Direitos Humanos no Ciclo do Nuclear”, que expõe os danos causados pela exploração de urânio na Bahia, começou em Salvador, prosseguiu em Caetité, município situado a 750 Km da capital baiana, e culminou em Vitória da Conquista, onde novo estudo também evidenciou a gravidade dos prejuízos denunciados pela Plataforma Dhesca Brasil (Direitos Humanos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais), autora da Missão Caetité.

O relatório foi apresentado em Salvador, no Instituto de Geociências da Universidade Federal da Bahia, pela socióloga da PUC-SP, Marijane Lisboa, relatora do Direito Humano ao Meio Ambiente da Plataforma Dhesca, como atividade do projeto “Geografando nas Sextas: o Campo Baiano em Debate”. Pesquisadores, estudantes, docentes e ambientalistas debateram os prejuízos causados à saúde de trabalhadores, da população, ao meio ambiente e à economia local pela Indústrias Nucleares do Brasil (INB) que, desde 2000, produz em Caetité o concentrado de urânio, principal matéria prima do fabrico do combustível para as usinas atômicas de Angra 1 e 2 (RJ). (mais…)

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Rio: quase um ano após tragédia na região serrana, agricultores ainda cobram reconstrução de estradas

Carolina Gonçalves

Nova Friburgo (RJ) – Quase um ano depois do desastre ambiental que devastou grande parte da região serrana do Rio de Janeiro, os produtores rurais dos sete municípios mais afetados pelas chuvas ainda sofrem com a destruição das estradas. De acordo com balanço do governo do estado, mais de 915 quilômetros de estradas foram recuperados neste período. Mas a ação parece não ter surtido efeito para alguns agricultores.

Produtor familiar de São Pedro da Serra, em Nova Friburgo, Leonardo Costa ainda lamenta as perdas do início do ano, guardadas na memória. “Perdi 15 toneladas de feijão-de-vara, 20 mil pés de couve, pepinos. Muitas estradas que davam acesso às lavouras caíram”, relata.

Segundo ele, a recuperação dessas vias de acesso não ocorreu ainda na sede do distrito caracterizado principalmente pelo turismo rural. “Na minha região ainda não tem nada recuperado. Na estrada que liga São Pedro a Friburgo, o asfalto está tão ruim que, esses dias, plantaram um pé de banana na via, como protesto. A gente tem que entrar na contramão para sair do buraco”, descreve o agricultor. “Atrapalha no transporte da carga. O produto não vai chegar à cidade com a mesma qualidade com que saiu do campo”, completa. (mais…)

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Seis imagens dos protestos de rua em 2011

Leonardo Sakamoto

Limpando a memória do celular neste fim de ano, deparei-me com fotos de manifestações que ocorreram pelas ruas de São Paulo. Posto aqui algumas que estavam no aparelhinho, deixando de lado as da câmera fotográfica. OK, poderia dar várias justificativas, de políticas a tecnológicas para isso, como muitas vezes fazemos nós, jornalistas, quando estamos com preguiça – mas a verdade é essa mesmo. Não se esqueçam que fim de ano é hora de retrospectivas, ou seja, desenterrar e analisar o que foi produzido.

Mesmo debaixo de chuva, a passeata pelo Dia Internacional da Mulher ocupou as ruas do Centro (12/03) (mais…)

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Governo vai dialogar muito com deputados para buscar acordo sobre Código Florestal, diz ministra

Elaine Patricia Cruz*

São Paulo – A ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira disse hoje (28), em São Paulo, que o governo vai buscar “convergência” com os deputados federais para fechar um acordo sobre o Código Florestal. O projeto foi aprovado pela Câmara em maio. No Senado, ele recebeu modificações e foi aprovado no último dia 6. Agora, o projeto será apreciado mais uma vez para a Câmara dos Deputados.

“Acho que vai existir muita conversa [com a Câmara dos Deputados], muito diálogo, muita postura construtiva. Entendo que tem segmentos que querem mexer [no projeto], mas, do nosso ponto de vista, o texto tem avanços muito expressivos se comparado ao texto anterior da Câmara”, disse a ministra, durante encontro com o maestro João Carlos Martins, a quem convidou para compor o tema da Conferência Rio+20, que será realizado no próximo ano no Rio de Janeiro.

Segundo a ministra, ainda há pontos do projeto que devem gerar “inquietação”, tal como o que trata sobre a transparência na questão envolvendo a regularização ambiental. “Queremos que o Cadastro Ambiental Rural seja acompanhado online por todas as pessoas”, disse a ministra. “Minha disposição é de dialogar e de manter as APPs [áreas de preservação permanente], a reserva legal e tudo o que tivemos no Senado”, completou.

*Repórter da Agência Brasil (Edição: Aécio Amado)

http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-12-28/governo-vai-dialogar-muito-com-deputados-para-buscar-acordo-sobre-codigo-florestal-diz-ministra

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Protesto contra morte de índios em MS ‘planta’ cruzes brancas no centro de Campo Grande

Um protesto contra a violência que atinge a população indígena de Mato Grosso do Sul cobriu com mais de 250 cruzes o jardim da Igreja Santo Antônio, no centro de Campo Grande. O ato chama a atenção de quem passa pelo local, mas as opiniões se dividem sobre de quem é a culpa pela situação fundiária no estado.

Com uma das maiores populações indígenas brasileiras, o território sul-mato-grossense é hoje palco dos principais conflitos pela regulamentação de terras no país. É também onde aconteceu 55% dos assassinatos de indígenas registrados no Brasil, segundo dados do CIMI (Conselho Indigenista Missionário).

O caso recente mais famoso foi o ataque a índios Guarani acampados na região de Guavyri, em Aral Moreira. Na ocasião, desapareceu o cacique Nísio Gomes. Até o momento, quatro fazendeiros foram indiciados pelo inquérito da Polícia Federal. Mas a possível morte do líder não foi confirmada oficialmente.

Nas ruas de Campo Grande, a opinião de algumas pessoas ouvidas pela reportagem nas proximidades da Igreja Santo Antônio, onde foram colocadas as cruzes brancas, mostra como os campo-grandenses têm diferentes interpretações da situação. Confira algumas das opiniões: (mais…)

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