China tenta conter vazamento de óleo

A China se esforçava, ontem, para manter um vazamento de óleo longe de águas internacionais. O Greenpeace tenta avaliar se o derramamento, o maior já comunicado pelo país, é pior que o divulgado.

O óleo cru começou a surgir no Mar Amarelo depois que um gasoduto explodiu, no final da semana passada. O governo diz não saber quantos litros vazaram, mas afirma que a mancha se espalhou por uma área de 180 quilômetros quadrados.
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Se o frio mata até boi, imagine como estão os índios no MS

“Um barraco de lona pode ser uma verdadeira geladeira”, escreve Leonardo Sakamoto em seu blog, 20-07-2010, sobre os guarani kaiowá do Mato Grosso do Sul.

Mais de 2,7 mil bois morreram devido ao frio intenso no Mato Grosso do Sul na última semana, principalmente em áreas próximas à fronteira com o Paraguai. Bois magros e bezerros foram as principais vítimas das temperaturas perto de zero após experimentarem um calor de mais de 30 graus Celsius dias antes.

Pobres bois… Mas enquanto a morte do gado, que gerou prejuízos na casa dos milhões para os produtores do estado, ocupou manchetes, não vi o mesmo espaço ser dedicado à situação das populações indígenas ou trabalhadores rurais que acampam na beira da Estrada na espera pela terra. Um barraco de lona pode ser uma verdadeira geladeira nessas condições metereológicas. (mais…)

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Carajás – interesses da Vale pressionam territórios de camponeses e indígenas

Elevada taxa de violência contra camponeses, desmatamento, trabalho escravo e infantil, prostituição, concentração de terra e renda estão entre os elementos que resultaram do processo internalização do capital no sul e sudeste do Pará. Tais passivos quase sempre são ocultos da pauta dos grandes meios de comunicação e nos discursos políticos.

No século passado o regime de exceção (1964-1985) é considerado um marco histórico da integração da Amazônia ao resto do país. O estado foi consagrado como o principal indutor da economia que tem ainda hoje como matriz o extrativismo. E tem sido o extrativismo mineral que inseriu o Pará entre os estados que mais contribui para a formação do superávit primário do país. (mais…)

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ICID 2010: Brasil sedia conferência sobre clima e desenvolvimento em regiões semiáridas

Fortaleza, no Ceará, receberá em agosto a Segunda Conferência Internacional: Clima, Sustentabilidade e Desenvolvimento em Regiões Semiáridas – ICID 2010. O encontro, que envolve mais de 90 países da África, Ásia e América Latina, e cerca de dois mil participantes, tem como meta incluir de forma efetiva as questões relacionadas aos efeitos do aquecimento global em regiões áridas e semiáridas nas agendas de debates nacionais e internacionais.

Organizada pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) – em parceria com os ministérios do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia, o Governo do Ceará e outras entidades governamentais e de pesquisa nacionais e internacionais -, a ICID 2010 vai gerar, consolidar e sintetizar dados e estudos sobre mudanças climáticas e identificar ações para promoção do desenvolvimento seguro e sustentável nas regiões semiáridas.
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Maioria da população não tem esgoto tratado. Cidades com esgoto tratado gastam menos com internações por infecções gastrointestinais

esgoto
Foto de Virginia Damas-Ensp
Os investimentos para melhoria e expansão da rede de abastecimento de água aumentaram, em média, 12% ao ano no período de 2003 a 2008, passando de R$ 1,3 bilhão para R$ 2,2 bilhões. Com relação à rede de esgotos, o ritmo de crescimento ficou pouco abaixo, na média de 7,5% ao ano (R$ 1,8 bilhões em 2003 para R$ 2,6 bilhões em 2008).

O estudo Benefícios Econômicos da Expansão do Saneamento Brasileiro foi divulgado ontem (20) pela Instituto Trata Brasil em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV). Baseado em dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento do Ministério das Cidades, o levantamento revelou que 57% da população brasileira ainda não têm acesso a esgoto tratado e 19% não contam com o abastecimento de água. (mais…)

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Código Florestal está sendo destruído e não reformado, afirma economista ecológico

desmatamento

João Andrade, coordenador do Programa Governança Florestal, do Instituto Centro de Vida, faz alerta sobre prejuízos com aprovação das mudanças

A proposta que altera o Código Florestal, aprovada na Comissão Especial da Câmara dos Deputados com base no parecer do relator, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) propõe mudanças que podem acarretar vários prejuízos, como: perda da biodiversidade, aumento do desmatamento e, consequentemente, da emissão de gases causadores do efeito estufa, redução dos recursos hídricos no período de seca, anistia ao desmatamento ilegal, entre outros.
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A economia azul é possível. Entrevista com Jorge Alberto Vieira Costa

O professor Jorge Alberto Vieira Costa é tão defensor da economia azul que faz parte de um seleto grupo no Brasil que já desenvolve pesquisas que estão dentro dessa ideia. Segundo ele, “a economia azul é uma economia voltada ao ambiente, ao social e requer poucos gastos”. Diferente da economia verde, a azul foi pensada por Gunter Pauli, fundador do Zero Emissions Research and Initiatives, que em seu mais recente artigo usou a pesquisa desenvolvida pelo professor Jorge Alberto como um exemplo real da sua teoria econômica. A ideia da pesquisa do professor gaúcho é reutilizar o dióxido de carbono residual de uma usina elétrica movida a carvão para alimentar a alga Spirulina, que por sua vez produz alimento rico em proteínas e é usada para fabricar biocombustíveis. (mais…)

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Carta da 14ª Romaria das águas e da Terra de Minas Gerais

Terra e Água Partilhada, Herança de Deus Resgatada!

Januária, Norte de Minas – O Senhor não rejeita o seu povo, jamais abandona a sua herança; o justo alcançará seu direito, e os corações retos terão futuro. (Sl 93,14-15)

Motivados e encorajados pela fé e pela sabedoria do povo bíblico, povo que Deus se alia, dando-lhe esperança de justiça e vida, é que nós,Romeiras e Romeiros da 14ª Romaria das Águas e da Terra, a partir da diocese de Januária, do chão Norte Mineiro, no ressoar dos batuques quilombolas, dos maracás indígenas, das sanfonas e violas camponesas, ecoamos um só grito de dor e de esperança para atingir os ouvidos de todo o povo de Minas Gerais, do Brasil e do Mundo!

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