Pedro Peduzzi, Repórter da Agência Brasil
Brasília – A Corregedoria Nacional de Justiça, órgão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), quer a ajuda dos cidadãos para melhorar o serviço prestado pelo Judiciário brasileiro. Para ouvir a opinião da população, tem enviado equipes de servidores a diversos tribunais, na busca por críticas, elogios e sugestões sobre o funcionamento desse Poder. Nesta semana, será a vez do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), em Porto Alegre, passar pela inspeção.
“Queremos saber o que o cidadão pensa, para sabermos o que melhorar para que o serviço oferecido pela Justiça seja bem prestado. Estamos ouvindo os cidadãos que queiram apresentar críticas, elogios ou sugestões sobre o funcionamento do Judiciário no estado e obter manifestações quanto à demora no andamento de processos, pagamentos de precatórios, à estrutura de varas e juizados”, disse hoje (18) a corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon.
Apesar de a inspeção abranger apenas a Justiça Estadual, também poderão ser feitas, pela população, reclamações ou sugestões sobre as áreas do Trabalho, Eleitoral e Militar. O atendimento no TJRS teve início hoje e prosseguirá até quinta-feira (21), sempre das 10h às 18h.
“Em [apenas] uma semana é impossível avaliar tudo. Por isso vamos em cima do principal, que são as folhas de pagamento, as ações de improbidade e os processos administrativos. Temos olhado também os contratos de licitações, já que, junto com as áreas de precatórios e de distribuição, são essas as portas por onde muitas vezes encontramos equívocos”, acrescentou Eliana Calmon. (mais…)

Compreender que o trabalho que as mulheres realizam é algo central na vida em sociedade e não apenas “ajuda”, “apoio” ou algo “complementar” é fundamental na construção de uma alternativa ao modelo de desenvolvimento capitalista, patriarcal e racista, expresso hoje na chamada economia verde. Esse foi um dos pontos de destaque durante a atividade “Feminismo, agroecologia e soberania alimentar: construindo um novo paradigma de sustentabilidade para a vida humana”, realizada no dia 16, em conjunto pela Marcha Mundial das Mulheres (MMM), Via Campesina (VC), GT de Mulheres da Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), mulheres da Coordenação Andina de Organizações Indígenas (CAOI), Contag, Rede de Economia Feminista (REF), Movimento de Trabalhadoras Rurais do Nordeste (MMTR-NE) e Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar (FBSSAN).
A Agência Nacional de Telecomunicações foi ao Aterro do Flamengo ontem (17) para tentar fechar a Rádio Cúpula, transmitida na frequência 90,7. Junto com a Polícia Militar, a Anatel pediu para tirar a antena da Rádio, mas um grupo de pessoas se reuniu em volta do espaço — em frente ao Museu de Arte Moderna (MAM), nos Territórios do Futuro 1 — e tentou bloquear a entrada dos responsáveis pela ação do governo.


or Cristiane Passos
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