Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo e a Violência e pelo Bem Viver acontecerá, em 18 de novembro de 2015, em Brasília

Marcha das Mulheres Negras 2015

O Comitê Nacional Impulsor da Marcha de Mulheres Negras 2015, reunido em Brasília nos dias 10 e 11 de janeiro, definiu a alteração de data de realização da Marcha das Mulheres Negras 2015 contra o Racismo e a Violência e pelo Bem Viver para 18 de novembro de 2015, na capital federal.

A mudança de data é decorrente da avaliação das organizações que integram o comitê nacional sobre: (mais…)

Ler Mais

Sobre racismo, colorismo, pigmentocracia (ou chame do que quiser)

Gilza Marques* – População Negra e Saúde

“Dedico esse texto às minhas irmãs pretas de pele escura”

Acho que eu nunca tinha me dado conta da hierarquia de cores existente no âmbito dos grupo negros até me mudar pra Brasília. Só recentemente eu percebi que alguma coisa estava me incomodando muito, eu só não sabia o que era. Era o tal do colorismo que eu percebo aqui. Com essa polêmica da Globeleza, resolvi escrever sobre. Sem querer magoar ninguém, falemos de pigmentocracia. (mais…)

Ler Mais

Campinas receberá II Encontro Regional de Juventude de Terreiro

Juliana Silva, FCP

Reunir jovens participantes e simpatizantes de religiões de matriz africana é o principal objetivo do II Encontro Regional de Juventude de Terreiro que acontece nos dias 23,24 e 25 de janeiro, em Campinas/SP. O evento contará com atividades como debates, apresentações culturais e lual. Também está na programação um espaço que levará noções de direitos de legalidade e de acesso dos terreiros às políticas públicas municipais e estaduais. Essas e outras ações são gratuitas. (mais…)

Ler Mais

Floresta 
negra: A experiência e os impactos da escravidão africana na Região Amazônica

Por Patrícia Melo Sampaio*, em Carta Fundamental

Quando se fala sobre a presença negra na Amazônia é frequente ver o espanto das pessoas. Ainda hoje, especialmente fora da região, é comum ouvir a pergunta: “Mas, afinal, existiu escravidão na Amazônia?”

Podemos começar respondendo que a experiência da escravidão africana também marcou a trajetória da parte norte da colônia portuguesa na América. Em decorrência disso, hoje a presença negra na Amazônia é inegável, com enorme impacto na vida da região, marcando sua história, suas formas de comer, vestir, amar, dançar, cantar, rezar, trabalhar, juntamente com todas aquelas heranças intangíveis que as pessoas levam na pele, nos olhos e na alma. (mais…)

Ler Mais

Informe de CIDH: Preocupa exclusión estructural de millones de personas en América (para baixar)

Persiste el trabajo esclavo, la discriminación racial y agresiones a defensores de los derechos humanos. Informe puede ser descargado libremente en formato PDF

Servindi, 11 de enero, 2015.- La Comisión Interamericana de Derechos Humanos (CIDH) expresó su preocupación por la situación de exclusión estructural en la que viven millones de personas en el continente, lo cual genera graves violaciones a los derechos humanos. (mais…)

Ler Mais

CE – Investigação terá mais três delegados. Defesa tem acesso a inquérito 11 dias após prisão

A delegada Patrícia Bezerra continua a presidir o inquérito. Representantes de movimentos sociais se reuniram ontem com delegado geral da Polícia Civil (+) Movimentos lançaram a campanha virtual #LibertemMirian, “esperando que a justiça seja feita às duas mulheres, vítimas de um sistema opressor machista e racista que perpetua o feminicídio em nosso país”. (mais…)

Ler Mais

Como se nutre o monstro?, por Jean-Pierre Leroy

Frente ao atentado contra o Charlie Hebdo e os cartunistas, não posso me impedir de fazer alguns comentários, mesmo que bem parciais.

Em 1959, estudante, nas férias, acompanhei uma turma de jovens argelinos, quase da minha idade. Seu país estava em guerra anti-colonial contra a França e tinham sido enviado à França não lembro por quem nem como, mas com certeza na perspectiva de lhes mostrar como a França era generosa. Eles estavam atormentados, se sentiam inferiorizados. Tive a ideia de levantar seu astral organizando e ‘dando’ alguns cursos sobre a história árabo-muçulmana seus pensadores, filósofos, matemáticos. Acho que, a contrário do que se esperava dessa estadia na ‘metrópole’, voltaram mais conscientes da necessidade imperiosa da descolonização. (mais…)

Ler Mais

Nota de Desagravo ao Defensor Público Emerson Castelo Branco, do Ceará

A Associação dos Defensores Públicos do Estado do Ceará – ADPEC e a Associação Nacional dos Defensores Públicos – ANADEP vêm a público desagravar o Defensor Público do Estado do Ceará EMERSON CASTELO BRANCO por sua conduta exemplar no caso envolvendo a morte da turista italiana Gaia Molinari. O referido Defensor foi injustamente ofendido pela Associação dos Delegados de Polícia do Estado do Ceará – ADEPOL por conta do desempenho de sua conduta funcional. (mais…)

Ler Mais

Mulheres negras do Ceará e do Brasil lançam nota contra o Feminicídio e o Racismo Institucional

Por Miriam, por Gaia, por nós e pelo nosso povo:  Mulheres Negras contra o Feminicídio e o Racismo Institucional

por Instituto Negra do Ceará

Nós, mulheres negras do Ceará e do Brasil, militantes de diferentes movimentos sociais, manifestamos nossa profunda indignação com a violência praticada contra as mulheres. O assassinato brutal e covarde de Gaia Molinari em Jericoacoara, em 24/12, soma-se ao de mais 265 mulheres assassinadas no Ceará em 2014. Se comparado com os números de 2013, onde 214 mulheres foram assassinadas, a taxa de feminicídio cresceu cerca de 25%. Esse número coloca o Ceará no 6º lugar no ranking nacional. O crescente assassinato de mulheres denuncia nossa cultura sexista e a incapacidade do poder público estadual em adotar ações efetivas pelo fim do feminicídio e outras formas de violência contra as mulheres. (mais…)

Ler Mais

Nota Pública: Justiça para Gaia e Liberdade para Mírian!

Os movimentos, redes e organizações abaixo-assinados vêm repudiar a prisão da farmacêutica, jovem pesquisadora negra da UFRJ, Miriam França de Melo. Consideramos que essa prisão é uma grave violação a direitos e garantias fundamentais, configurando-se uma violência institucional, inadmissível no Estado democrático de direito. A jovem Miriam está sendo mais uma vítima de um Estado e sociedade que naturalizam as prisões sem fundamento e que têm, muitas vezes, motivações inconfessáveis, de preconceitos históricos, como o machismo, o racismo e a homofobia. (mais…)

Ler Mais