Funai publica os estudos da Terra Indígena Cobra Grande (PA)

Funai

Os estudos de identificação e delimitação da Terra Indígena (TI) Cobra Grande, em Santarém (PA), foram assinados, na última sexta-feira (25), pelo presidente da Funai, João Pedro da Costa, e publicados hoje (29), no Diário Oficial da União. A publicação foi um compromisso firmado entre o presidente e representantes indígenas de diversos povos da região do Tapajós (PA), durante reunião ocorrida no dia 15 de setembro, na sede da Funai, em Brasília-DF.

Dotada de uma superfície de 8.906 hectares, a TI localiza-se à margem esquerda do baixo curso do rio Arapuins. A população, composta pelos povos Arapium, Tapajó e Jaraqui, distribui-se em cinco comunidades: Caruci, Lago da Praia, Santa Luzia, Arimum e Garimpo/Caridade. (mais…)

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Regional Sul 4 da CNBB se solidariza ao Cimi diante da CPI

CIMI

Em nota assinada pelo bispo Dom João Francisco Salm, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Regional Sul 4, os participantes da Assembleia de Pastoral desse regional, reunidos em Lages (SC), nos dias 18 e 19 de setembro manifestam preocupação com a violência praticada contra os povos indígenas do Mato Grosso do Sul. Leia a nota da CNBB, Regional Sul4 aqui. (mais…)

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Dia militante em Altamira, por Claret Fernandes*

*para Combate Racismo Ambiental

Sofia está perdida naquele ambiente destroçada. Não tem mais as referências: a Peixaria da Graça, o Bar da Loura, a Geleira, as ruas da Amizade, da Esperança, da Concórdia, da Olaria, tudo virou pó.  É uma visitante que não sabe pra onde ir. O baixão, em Altamira, antes lotado de casa e de gente, agora é um deserto. Coisa brutal!  Na sua mente, lembranças dos interditos proibitórios impostos a militantes do MAB por parte da Norte Energia. Um deles é preso na luta contra a privatização da água. O caso é assim: a Prefeitura envia à Câmara Projeto de Lei 132 que cria a Coordenadoria de Saneamento do Município e, no seu artigo 4º, autoriza a Prefeitura a terceirizar os serviços para empresa privada sem discussão com a população e com os demais poderes. Isso gerou revolta e protestos. (mais…)

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Los pueblos indígenas no quieren terminar en el patio trasero del mundo

Por Tami Okamoto, Mario Zúñiga, Carlos Manuel Arbaiza

Servindi – La discusión sobre el Lote 192 (ex 1AB), el Lote petrolero más importante del Perú, ha quedado reducida a la pelea entre Petroperú y la Empresa Privada. Esta polarización difundida (y hasta apoyada) por diversos medios, ha ocultado un tema de fondo que es más importante: el destino de los pueblos indígenas que viven justo ahí, donde se ubican la mayor cantidad de pozos petroleros del Lote 192. Estos pueblos han quedado excluidos tanto de decidir sobre el contrato que les afectará por las siguientes décadas (al no haber llegado a acuerdos con el Estado en la consulta previa) así como del debate nacional (entorno a Petroperú). Esta situación de exclusión e invisibilización pronostica un próximo Baguazo. (mais…)

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Cimi avalia que adiamento de audiência agrava criminalização de Javana Xakriabá

O Regional Leste do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) divulgou no último dia 25 uma Nota de Repúdio em relação ao adiamento da Audiência Pública que aconteceria em Montes Claros (MG) nesta segunda-feira (28) para tratar da violenta ação policial contra a jovem indígena Javana  Petyrhara Xakriabá, durante o tradicional evento Grito dos Excluídos, no dia 7 de setembro. 

Cimi, na CPT

Segundo a nota, “o lamentável episódio, filmado e amplamente divulgado pelas redes sociais, continua ainda sem providências, constituindo-se em mais um grave precedente na luta dos povos e das comunidades excluídas que lutam para ecoar suas vozes diante do processo de negação de direitos fundamentais em curso, onde o Estado insiste em manter a ‘ordem’ através de práticas exercidas no recente e doloroso regime de exceção”. (mais…)

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PEC 215: Relatório que prevê demarcação de terras indígenas por lei é retrocesso

Leitura do parecer semana passada causou confusão e foi interrompida por pedido de vista coletivo. Mudança dá a deixa para que a bancada ruralista use poder de influência nas decisões e votações sobre o tema

por Hylda Cavalcanti, da RBA

Caso as entidades sociais e de defesa dos índios, bem como os parlamentares com atuação vinculada à causa e as frentes progressistas do Congresso Nacional não se mexam nos próximos meses, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 215/00) referente à demarcação de terras indígenas pode caminhar para o mesmo desfecho que ameaçava ter em 2014: o de ser votada de forma a representar um retrocesso na discussão sobre o tema no país. (mais…)

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Em intercâmbio no Alto Rio negro representantes de organizações Munduruku, Kayabi e Apiaká visitam a FOIRN

FOIRN

Com objetivo de conhecer as experiências de algumas organizações indígenas do Alto Rio Negro, representantes das etnias Munduruku, Kayabi e Apiaká da região do Baixo Rio Teles Pires/MT, estiveram em São Gabriel da Cachoeira, entre 21 a 24 de setembro.

No primeiro dia de intercâmbio visitaram os departamentos e setores da FOIRN,  conheceram a maloca (Casa dos Saberes) e tiveram uma palestra com diretor da FOIRN, Renato da Silva Matos. (mais…)

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Relatório que denuncia violações de direitos pela economia verde no Acre será lançado amanhã, 29, em Rio Branco

é a perda de todos os direitos que os povos têm como cidadão. Perdem todo o controle do território. Não podem mais roçar. Não podem mais fazer nenhuma atividade do cotidiano. Apenas recebem uma Bolsa para ficar olhando para a mata, sem poder mexer. Aí, tira o verdadeiro sentido da vida do ser humano

Plataforma Dhesca

O Acre é propagandeado como uma referência mundial na implementação de políticas vinculadas ao clima. A chamada economia verde no Estado é vista nos meios oficiais como uma experiência que harmoniza crescimento econômico e conservação ambiental, e é onde existe, desde 2010, o que é considerado como o programa jurisdicional do mecanismo de Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação (Redd), mais avançado do mundo: o Sistema de Incentivos a Serviços Ambientais (Sisa). (mais…)

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Dilma admite falhas em Belo Monte, mas diz não abrir mão de hidrelétricas

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A presidente Dilma Rousseff reconheceu neste domingo em Nova York, onde participa da Assembleia Geral da ONU, que houve falhas na construção da hidrelétrica de Belo Monte, principal obra de seu governo e uma das vitrines de sua campanha à reeleição.

“Tem falha? Ah, não tenha dúvida que tem. Mas fato de ter falhas não significa que a gente vá destruir esse processo. Pelo contrário, temos de reconhecê-las e melhorar”, disse a presidente em entrevista a jornalistas após anunciar as propostas que o Brasil levará à próxima conferência climática da ONU, em dezembro. (mais…)

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