AL – Vila de Pescadores do Jaraguá: Justiça Federal anula decisão de despejo

Os moradores da Vila dos Pescadores vivem uma disputa na justiça federal com a Prefeitura de Maceió

Railton Teixeira, no Brasil de Fato

O Tribunal Regional Federal, em Recife, derrubou a decisão que determinava o despejo dos moradores da Vila dos Pescadores, em Maceió. A decisão havia sido mantida pelo Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) e foi derrubada após um agravo de instrumento impetrado pela Defensoria Pública da União pedindo a nulidade da sentença.  (mais…)

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SEPPIR firma parceria para levar energia elétrica ao território kalunga

Maior comunidade quilombola do país, o território foi reconhecido como Sítio Histórico que abriga o Patrimônio Cultural Kalunga, uma parte essencial do Patrimônio Histórico e Cultural Brasileiro. A parceria é com o Ministério de Minas e Energia e com a Companhia Energética de Goiás

SEPPIR

Maior quilombo do Brasil, o território Kalunga receberá infraestrutura para o fornecimento de energia elétrica. Localizada no norte goiano, a área abrange os municípios de Cavalcante, Monte Alegre e Teresina de Goiás. A iniciativa é resultado de parceria firmada no último dia 29 de dezembro, entre a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), Ministério de Minas e Energia (MME) e Companhia Energética de Goiás (CELG). (mais…)

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Liberdade para plantar: sementes crioulas e seus benefícios para a vida no sertão

Projeto Semear, na ASA Brasil

Na propriedade do agricultor experimentador Carlos Soares de Menezes, conhecido como Seu Carlinhos, tem semente de feijão, milho, fava, alface, coentro, entre outras. Sementes da liberdade, ele diz. Assim denomina as sementes crioulas que armazena em sua casa, na comunidade de Lagoa das Areias, em Monte Alegre, região semiárida de Sergipe. “Ninguém vive sem semente. Coloquei esse nome porque se eu tiver semente dentro de casa, planto quando quiser. Choveu, eu planto”, conta, com orgulho. A ideia surgiu depois de participar de um intercâmbio promovido pela ASA- Articulação no Semiárido, em Minas Gerais. Sempre que pode, seu Carlinhos participa de encontros. Gosta de trocar experiências e, também, de adquirir novas sementes e ampliar a variedade de alimentos que produz. (mais…)

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Atingidos resistem contra hidrelétrica do Arrodeador, na Bahia

MAB – Desde do dia 11 de fevereiro, ribeirinhos do rio Formoso das comunidades atingidas por barragens dos municípios de Jaborandi e Coribe, na Bahia, realizam vigília em áreas de camponeses que estão ameaçadas por decisões judiciais que autorizam o início do levantamento topográfico na região pela empresa Data Traficc, responsável pelo projeto da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Arrodeador. (mais…)

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Os desafios da revolução bolivariana

Por Elaine Tavares, Palavras Insurgentes

No mês de janeiro a Venezuela viveu o ápice da crise do desabastecimento. Muitas filas, produtos faltando nas prateleiras e grupos golpistas atuando a todo vapor. Na mídia comercial, o ataque é sistemático. Televisão, jornal, rádio, vociferam dioturnamente contra o governo, como se o país nunca em sua vida tivesse passado por algo semelhante. Crises de desabastecimento são frequentes, inclusive nos governos anteriores, porque a Venezuela sempre foi refém do petróleo. A diferença é que, no passado, quando vinha a escassez, os mais pobres ficavam a ver navios e tinham de se virar sozinhos. Hoje, os mais pobres são a preocupação primeira do governo. Tanto que todos os esforços foram realizados no sentido de abastecer os mercados populares. “Antes do governo bolivariano, não havia uma rede estatal de distribuição. Tudo estava na mão privada. Depois de Chávez, o estado foi criando uma rede, que ainda não é suficiente, mas já consegue dar combate em situações como a que vivemos agora”, diz o professor de economia Luis Salas, da Universidade Bolivariana. Hoje, a distribuição estatal de alimentos consegue abarcar 30% do setor e essa porcentagem cobre 70% da população. (mais…)

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Bomba! Mais sobre o Plano para a Implementação do Comunismo no Brasil, por Leonardo Sakamoto

No Blog do Sakamoto

Como todos sabem, nos dias 22 de junho e 31 de outubro do ano passado, este blog recebeu dois documentos que comprovavam, em definitivo, que o Plano para a Implementação do Comunismo no Brasil não apenas é real, mas está em andamento.

O planejamento, que envolve muita gente graúda, está mudando as estruturas do país e criando o ambiente propício para uma invasão vermelha. Enquanto isso, os cidadãos de bem preocupam-se com o mísero Foro de São Paulo sem imaginar que ele é apenas uma mera distração para a verdadeira marcha em curso. (mais…)

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Aos 24 anos, indígena Umutina é o 1º a ingressar em mestrado na UFSCar

Lennon Ferreira Corezomaé busca ajudar sua aldeia por meio dos estudos. Ele foi o 1º indígena a concluir o curso de Educação Física na universidade.

Orlando Duarte Neto, do G1 São Carlos e Araraquara

Aos 24 anos, o estudante Lennon Ferreira Corezomaé será o primeiro estudante indígena a cursar um mestrado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Ele também foi o primeiro indígena a concluir o curso de Licenciatura em Educação Física na universidade, sendo aprovado logo em seguida para uma pós-graduação em Educação. De origem humilde, o rapaz busca ajudar a questão indígena, sem perder suas raízes por conta de sua vivência nos centros urbanos. Sua pesquisa, intitulada ‘Escola Indígena: compreendendo os processos educativos relacionados à afirmação da identidade Umutina’ tem como objetivo entender, a partir do olhar de seu povo, a valorização da identidade transmitida pelas aulas. (mais…)

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Sem abrigos, número de haitianos em SP volta a crescer

Urgência para conseguir ocupação aumenta vulnerabilidade e aumenta chances de os imigrantes caírem em redes de escravidão

Por Sarah Fernandes, da Rede Brasil Atual, em CartaCapital

A trajetória do haitiano Jean Erso começou em meados de dezembro, quando ele saiu do seu país com a esperança de uma vida melhor em São Paulo e encontrou pela frente um caminho marcado pelo perigo e pelo desamparo: foram mais de US$ 5 mil entregues aos chamados coiotes como pagamento por 13 dias de uma viagem clandestina, na qual percorreu República Dominicana, Equador e Peru, até chegar ao Acre. De lá, mais quatro dias em um ônibus até São Paulo. Ao chegar na cidade se deparou com a falta de informação, demora para regularização dos documentos e sobretudo falta de vagas em abrigos. (mais…)

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