“Índios estão desaparecidos desde que ruralistas avançaram sobre terras indígenas no MS”

Há também a suspeita de que uma criança indígena de apenas um ano tenha sido morta, mas as autoridades policiais até agora não confirmaram essa informação

Por CDHM, em A Crítica

Lideranças Guarani e Kaiowá reclamam o desaparecimento de três indígenas, desde que ruralistas avançaram sobre terras indígenas no Mato Grosso do Sul. A informação de que há indígenas desaparecidos foi confirmada pelo Procurador da República Ricardo Pael, que atua no estado sul-mato-grossense e que, ontem (24), visitou as áreas de conflito. (mais…)

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Nota da APIB: Dilma, Cardozo e Adams: os maiores responsáveis pelo genocídio de povos indígenas em curso no Brasil

APIB

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, ao falar sobre os povos indígenas do Brasil, mente para si próprio, para os povos e para a sociedade brasileira. Insiste numa “conversa para boi dormir” segundo a qual o governo não teria paralisado as demarcações e que estaria resolvendo os conflitos por meio do “diálogo” e da “mediação”. Isso é mentira do ministro e, portanto, do governo brasileiro. (mais…)

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Presidente da Comissão de Direitos Humanos vai à área de conflito em MS

Ele, Funai, MPF e polícia devem ir a 3 fazendas onde há indígenas. Nessa quarta-feira houve confronto entre índios e fazendeiros.

Do G1 MS

O presidente da Comissão de Direitos Humanos, da Câmara Federal, deputado Paulo Pimenta (PT), está em Mato Grosso do Sul desde a noite dessa quarta-feira (24) e deve ir às áreas de conflitos entre indígenas e fazendeiros, em Coronel Sapucaia e Aral Moreira, no sul do estado. (mais…)

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Índios e fazendeiros entram em conflito em fazenda em Mato Grosso do Sul

Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil 

Índios e produtores rurais se enfrentaram ontem (24) em uma fazenda de Coronel Sapucaia (MS), a cerca de 180 quilômetros de Dourados, no sudoeste de Mato Grosso do Sul. O confronto ocorreu na fazenda ocupada por índios guarani e kaiowá na última segunda-feira (22).

Dirigindo caminhonetes e picapes, um grupo de não índios tentou desocupar a Fazenda Madama sem uma decisão judicial ou apoio policial. Enquanto os motoristas ameaçavam lançar os veículos contra os índios, estes resistiam lançando pedras, paus e flechas. Não há, até o momento, registros de feridos, mas os índios afirmam que, na confusão, uma mulher e duas crianças fugiram e ainda não retornaram ao acampamento.

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Projetos de extensão entregam, nesta sexta, 26, relatórios antropológicos de comunidades quilombolas da cidade do Serro

PUC Minas

Nesta sexta-feira, 26 de junho, a PUC Minas, por meio dos projetos de extensão A Luta Por Reconhecimento dos Direitos Fundamentais das Comunidades Remanescentes de Quilombos e Lições da Terra farão, ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), a entrega oficial dos relatórios antropológicos de caracterização histórica, econômica, ambiental e sociocultural das comunidades quilombolas do Baú e Ausente, localizadas na cidade do Serro, região do Vale do Jequitinhonha. (mais…)

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Demanda Ka’apor: Pedido de resposta ao Governador do estado do Maranhão

Em Fetcsppma Ma

Dr. Flavio Dino, Governador do estado do Maranhão,

Mais uma vez solicitamos sua atenção no sentido de dar resposta às solicitações do Povo Ka’apor, que foram protocoladas na Casa Civil no dia 26 de maio, que estão sendo cobradas desde o dia 23 de janeiro (em reunião em Santa Inês-MA, com presença de dois secretários estaduais) e que até o momento não houve resposta. (mais…)

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Quilombo de Rio dos Macacos: Crônica de um Apartheid no Estado da Bahia

Por Manfredo Pavoni*, Adital

A base naval de Aratu, um dos portos mais importantes do Brasil circunda uma pequena comunidade de afrodescendentes que se autodefinem comunidade remanescente do quilombo. (A Constituição Federal de 1988, no art. 68 do ADCT, assegura a titulação definitiva das áreas ocupadas pelas comunidades remanescentes de quilombo). Sucessivamente também o INCRA certificou uma parte da terra usada por eles desde centenas de anos para viver e trabalhar. (mais…)

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Contra decisão judicial, Guarani Kaiowá fazem mais duas retomadas e servidores da Funai são ameaçados por fazendeiros

Cimi

Indígenas Guarani e Kaiowá do tekoha Guaivyry, localizado no cone sul do Mato Grosso do Sul, retomaram na madrugada desta quarta-feira, 24, duas áreas que compõem o território tradicional reivindicado pela comunidade. As retomadas têm como principal motivação a recente decisão do juiz Federal Fábio Kaiut Nunes, da 1ª Vara da Justiça Federal de Dourados,que negou o pedido de danos morais coletivos contra Aurelino Arce, proprietário da empresa de segurança Gaspem, braço armado de um ‘consórcio da morte’ no estado, que entre outros crimes está envolvida no assassinato do cacique Nísio Gomes Guarani e Kaiowá, em 2011, durante invasão ao Guaivyry. (mais…)

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Munduruku leva batalha épica por direitos indígenas às Nações Unidas

Em Genebra, Ademir Kaba denuncia falta de consulta e violações de direitos territoriais pelo governo brasileiro em corrida para construir hidrelétricas na Amazônia

Xingu Vivo

Genebra, Suíça – Num evento paralelo à 29ª Reunião do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, que aconteceu na tarde desta quarta, 24, o líder indígena Ademir Kaba Munduruku denunciou o agravamento de abusos de direitos indígenas pelo governo brasileiro na sua corrida para construir uma quantidade sem precedentes de hidrelétricas na Amazônia. Grande parte de sua crítica teve como enfoque as repetidas violações dos direitos dos povos indígenas a processos de consulta e consentimento livre, prévio e informado sobre barragens que teriam consequências devastadoras para seus territórios e meios de vida. (mais…)

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