Greve de fome de quilombolas e indígenas no Incra MA chega ao sétimo dia de resistência

A greve de fome no escritório do Incra no Maranhão atinge hoje seu sétimo dia, e não há notícia de negociações por parte da Presidência do órgão

Eu apoio a luta dos acampados no Incra-Ma

Depois de ficar com sua equipe em seu gabinete, enquanto indígenas, quilombolas e camponeses o aguardavam, com tambores (uma de suas maiores expressões), na antessala, esperando que lhes trouxessem uma proposta que desse tranquilidade a todos e acabasse com a greve de fome, o atual superintendente do Incra-MA sai de lá e dispara: “até o momento, o que pedimos, eles disseram (Incra Nacional, Ministério do Desenvolvimento Agrário, presidenta da República) que não têm condições de atender”. (mais…)

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Greve de fome de Quilombolas e Indígenas no Incra MA chega ao sexto dia hoje, 15/06

Nesses últimos dias aconteceram reuniões com várias entidades, Movimento Quilombola e Indígena do Maranhão sobre a ocupação no auditório do INCRA Maranhão. Hoje (15/06) é o sexto dia de greve de fome de 8 quilombolas e indígenas que chegaram a tal ato extremo para exigir do INCRA e do governo federal e estadual a resolução da posse das terras que é um direito dessas populações.

Apesar de os dados mais recentes da CPT sobre conflitos do campo no Maranhão não terem sido fechados (ou seja, mesmo defasados), pelo quarto ano consecutivo o Maranhão é o estado com o maior número absoluto de conflitos, ameaças de mortes e assassinatos no campo brasileiro, com o maior déficit habitacional proporcional do país (aproximadamente 1/3 dos maranhenses sem moradia própria) e com quase 350 processos abertos para titulação de terras quilombolas (quase 30% dos processos do país), num total de quase de 900 comunidades quilombolas autodeclaradas em terras maranhenses. (mais…)

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MPF/MG: Prefeitura de BH está proibida de expedir alvarás em terra quilombola dos Luízes

Decisão atende pedido feito pelo MPF em ação cautelar para resguardar direitos da comunidade, que vive em área de intensa especulação imobiliária, no bairro Grajaú

MPF 

O Ministério Público Federal em Minas Gerais (MPF/MG) obteve liminar que impede o Município de Belo Horizonte/MG de conceder licenças de construção em terrenos situados no território quilombola dos Luízes, região Oeste da capital. A prefeitura também está impedida de emitir alvarás de construção, sejam obras iniciais ou obras de modificação, como também revalidar alvarás ou licenças previamente concedidas. (mais…)

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Quilombos, estudos antropológicos e regularização territorial

Pré-Evento da VI Jornada de Estudos sobre Etnicidade da UFPE

Debater as questões que envolvem os estudos antropológicos e a regularização territorial dos Quilombos é parte importante da produção acadêmica, portanto esse seminário tem objetivo principal de apresentar os resultados de pesquisas e estudos sobre as comunidades quilombolas em Pernambuco e Alagoas, que os pesquisadores do NEPE estiveram envolvidos nesses três últimos anos, e que merecem uma ampla divulgação, sobretudo na atual conjuntura, pois no ano de 2011 o INCRA inaugurou um novo formato para a regularização dos Territórios Quilombolas através da contratação de “empresas especializadas” na elaboração de Relatórios Antropológicos na modalidade de Pregão Eletrônico, do tipo menor preço por lote, por execução indireta. (mais…)

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Justiça proíbe PBH de dar licenças para construções em terreno quilombola

O território quilombola dos Luízes, no Bairro Grajaú, Região Oeste da capital, é alvo de especulação imobiliária

Luana Cruz – Estado de Minas

A Justiça proibiu a prefeitura de Belo Horizonte de conceder licenças para construção de empreendimentos no território quilombola dos Luízes, no Bairro Grajaú, Região Oeste da capital. A comunidade é certificada pela Fundação Palmares como remanescente de quilombo, está situado em uma área urbana densamente ocupada por imóveis de médio e alto valor comercial e atualmente alvo de especulação imobiliária. O Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra) também já fez estudos antropológicos que comprovam a descendência e manutenção da cultura quilombola pelos moradores do grupo Luízes, o que reforça a necessidade de permanência da comunidade. (mais…)

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Há 30 horas em greve de fome, comunidades acampadas no Incra/MA ainda esperam resposta do governo

Por Renato Santana, Assessoria de Comunicação – Cimi

Já chega perto de 30 horas a greve de fome de quilombolas, indígenas, sem terras e extrativistas em ocupação iniciada na última segunda-feira, 8, à sede da Superintendência Estadual do Incra, município de São Luís, no Maranhão. Sem qualquer reação do governo federal à ocupação e à pauta reivindicatória, que envolve a demarcação de terras indígenas e quilombolas, criação de assentamentos da reforma agrária e a declaração de reservas extrativistas, um grupo de 26 lideranças iniciou nesta quarta-feira, 10, às 6 horas, a greve de fome. No final da tarde, 13 manifestantes abandonaram a greve por orientação médica. (mais…)

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Frentes parlamentares e sociedade civil lançam manifesto contra PEC 215

Documento é assinado por 70 movimentos sociais, organizações da sociedade civil e frentes parlamentares, entre eles o ISA, depois de 48 senadores assinarem um outro manifesto, no final de maio, também contra a proposta

Oswaldo Braga de Souza – ISA

Um conjunto de 70 organizações da sociedade civil, movimentos sociais e frentes parlamentares, entre eles o ISA, divulgaram hoje (11/6), na Câmara, um manifesto contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 215. Deputados e líderes indígenas repetiram que estão unidos na luta contra o projeto, que transfere do governo federal para o Congresso a atribuição de oficializar Terras Indígenas, Unidades de Conservação e Territórios Quilombolas. Se aprovada, a PEC vai paralisar de vez a regularização dessas áreas. (mais…)

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Manifesto contra a PEC 215 será entregue na Câmara nesta quinta-feira

Documento é assinado por 60 entidades

Portal Ambiental

O manifesto contra a PEC 215 será lançado nesta quinta-feira (11/6) às 11 horas na Câmara dos Deputados. Assinam o documento 60 entidades, entre organizações e movimentos sociais. O manifesto será entregue a deputados que fazem parte das Frentes Parlamentares de Apoio aos Povos Indígenas, em Defesa dos Direitos Humanos e Ambientalista. A PEC 215/2000 passa para o legislativo a prerrogativa de demarcar terras indígenas, quilombolas e unidades de conservação. (mais…)

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Mobilização de quilombolas e indígenas do Vale do Ribeira, SP, conquista unidade da Defensoria Pública da União

A cidade de Registro, no Vale do Ribeira, vai receber uma unidade fixa da Defensoria Pública da União (DPU), com dois defensores públicos. A abertura da unidade é fruto de grande mobilização de comunidades, entidades e movimentos do Vale do Ribeira.

O Vale do Ribeira possui 30 comunidades quilombolas e 19 aldeias indígenas, que precisam de assistência jurídica junto ao INCRA para regularização do território. (mais…)

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Quilombolas, indígenas e camponeses acampados no INCRA/MA iniciam greve de fome

Nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (10), 26 lideranças quilombolas, indígenas e camponesas iniciaram uma greve de fome na sede do INCRA/MA, onde estão acampadas desde a última segunda-feira. Em 2011, depois de 12 dias de ocupação, dois padres da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e 17 lideranças quilombolas, todas ameaçadas de morte, fizeram uma greve de fome no mesmo local que durou 36 horas e só foi encerrada depois que representantes do Governo federal vieram ao Maranhão para negociar com os manifestantes. De acordo com os quilombolas, o Governo federal contratou 56 laudos antropológicos de comunidades, porém passados mais de 36 meses não foram concluídos. A fim de denunciar a indiferença e a violência promovida pelo Estado brasileiro, eles decidiram retomar a luta e iniciar uma nova greve de fome. Leia abaixo a nota divulgada pelas comunidades: (mais…)

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