Por Mônica Francisco*, no Jornal do Brasil
A imagem do leão Cecil, abatido no Zimbábue pelo dentista norte-americano Walter Palmer, de maneira ilegal, sádica e violenta, para satisfazer o “prazer” da caça e da dominação, circulou pelas redes sociais e demais mídias no mundo inteiro, causando indignação e mal-estar.
A imagem forte e deplorável, que intenciona mostrar a superioridade do homem branco, bem-sucedido, brandindo na cara da sociedade sua força e masculinidade, ao invés de admiração e inveja, teve o efeito contrário. Uma avalanche de mensagens e artigos em repúdio ao episódio encheram na mesma medida as mídias e suscitaram debates e reflexões sobre esta prática hedionda. (mais…)

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