Fábio Mariano*, Ponte Jornalismo
Vivemos sob o império da heteronormatividade, ou seja, o reconhecimento de padrões de comportamento que devem se dar somente entre pessoas de sexos opostos, de maneira compulsória. O Estado, detentor de políticas sobre o corpo, é quem estipula, a partir do viés biológico, quem é quem.
Da indignidade da vida à indignidade da morte, a verdade é que a despeito de toda luta pelo reconhecimento de direitos, muitas travestis e transexuais homens e mulheres são mortos sem o reconhecimento a sua identidade de gênero. Não fosse isso, o Brasil não seria campeão de crimes homo-lesbo-bi-transfóbicos, na comparação com o resto do mundo. (mais…)

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