Nota do movimento Quem Dera Ser um Peixe sobre o Acquario do Ceará e suas águas turvas

Quem dera ser um peixe

PERGUNTAS IMPERTINENTES I

A respeito da oficialização da paralisação do Acquario e a manipulação da informação pelo governo:

1. Dos órgãos de comunicação, com honrosas exceções, mencionaram e replicaram exaustivamente apenas a nota do governo do Estado dando conta da paralisação da obra. Se o contraponto é essencial para o equilíbrio da informação, cadê a versão dos movimentos e dos três Ministérios Públicos que acompanham o caso com toda responsabilidade e acuidade há três anos?
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MG – Quilombolas buscam formas de barrar expansão imobiliária em território

Moradores da Comunidade Quilombola dos Luízes estiveram na DPU em Belo Horizonte para debater formas de proteger  a área em que vivem. O quilombo tem seis mil metros quadrados e abriga aproximadamente cem pessoas.

Adepto

Representantes da Comunidade Quilombola dos Luízes estiveram na segunda-feira (9) na Defensoria Pública da União (DPU) em Minas Gerais para traçar estratégias capazes de barrar a expansão imobiliária na área que restou aos moradores da comunidade. Eles se reuniram com o defensor público federal Estêvão Ferreira Couto, titular do Ofício de Direitos Humanos e Tutela Coletiva da unidade de Belo Horizonte. (mais…)

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“O Sol nasce para todos, mas não com essa vista”

Responsável pelo Campo de Golfe Olímpico, construtora obteve licença para erguer 23 prédios de luxo em área de preservação ambiental; moradores vizinhos questionam irrigação de campo enquanto sofrem com a falta de abastecimento de água

por Anne Vigna – Agência Pública

Avenida das Américas 10001, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, estação do novo BRT Golfe Olímpico. Em meio a quatro pistas para carros, em um pequeno canteiro, embaixo da única árvore, está instalado o movimento “Ocupe Golfe”, exatamente em frente aos estandes de venda do empreendimento da RJZ Cyrela, o “Riserva Golfe – Vista Mare Residenziale”. (mais…)

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Obras do Acquario do Ceará são paralisadas, em Fortaleza

Do G1 CE

As obras do Acquario Oceânico do Ceará foram paralisadas desde o dia 6 de fevereiro por determinação do secretário de Turismo do Estado, Arialdo Pinho, conforme ordem publicada no Diário oficial do Estado (DOE) do dia 13 de fevereiro. A publicação no DOE diz que “por determinação do Secretário de Turismo fica determinada  a paralisação do contrato nº 017/2011 – Setur, firmado entre a Secretaria do Turismo e referido Empresa International Concept Management até ulterior deliberação, em virtude da análise dos requerimentos feitos pela contratada (…)”. (mais…)

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Movimento de defesa da Ponta do Coral faz ato em Florianópolis

Militantes da defesa da Ponta do Coral e populares exigiram ver o projeto e reiteraram a proposta de uma Ponta do Coral 100% pública

Elaine Tavares – Palavras Insurgentes

Nem o calor ou a iminente saída do bloco que abre o carnaval da capital impediram aqueles que realmente lutam por Florianópolis de realizar um ato de protesto em frente à Fundação do Meio Ambiente (Fatma), entidade estadual que é responsável pelas licenças ambientais quando algum empreendimento, governo ou mesmo uma pessoa comum quer construir alguma obra. Ela seria, segundo o prefeito da capital catarinense  – Cesar Souza  – a entidade que daria a decisão final para  a construção de um hotel de 18 andares na Ponta do Coral, um pequeno braço de terra que avança para o mar, bem em frente a já elitizada Beira-Mar. (mais…)

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Descendentes de escravos no Amazonas conseguem título de remanescentes de quilombo

A comunidade Sagrado Coração de Jesus do Lago de Serpa, localizada a aproximadamente 170 quilômetros de Manaus e oito quilômetros acima da sede do Município de Itacoatiara, consegue resistir ao tempo e ao preconceito

Vinicius Leal – A Crítica

Viva na cor da pele e na musicalidade de um povo, nas crenças religiosas e na luta pelo direito de ser livre. Assim, a história de uma comunidade quilombola fundada no meio da floresta amazônica, há aproximadamente 150 anos, foi finalmente reconhecida pelo governo brasileiro, e hoje os negros da comunidade Sagrado Coração de Jesus do Lago de Serpa têm muito o quê comemorar. (mais…)

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Pelo parque das três pontas, contra o monstro de 18 andares

Elaine Tavares – Palavras Insurgentes

Era 1988 e eu vi a Praia Brava em Florianópolis pela primeira vez. Eu e minha amiga Roseméri. Subimos o morrinho à pé. Não havia estrada. Era um caminho. E tão logo a gente chegava ao topo, aquela vista estupenda se descortinava: o mar, revolto, mexido, e uma branca faixa de areia ladeada pelo verde da mata. Era como chegar ao paraíso. A gente descia o caminho e ali ficava, reverente, diante de tanta beleza. Hoje, 26 anos depois, como encontrar a beleza por lá? Os prédios, gigantes, tiraram a visão da praia, e ali ficam, como monstros, despidos do verde e de tudo aquilo que fazia da praia um lugar de sonho. “É o progresso”, dizem os vendilhões. “É a destruição e a privatização da praia”, digo eu. (mais…)

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A dimensão humana das remoções no Rio

Por Rogério Daflon, Martha Neiva Moreira e Camila Nobrega, em Canal Ibase

Marc Ohrem-Leclef nasceu em Colonia, na Alemanha, e costuma dizer que desde pequeno já era “interessado por gente”. Depois de uma passagem profissional na área de saúde, como paramédico, ele resolveu apostar na fotografia. Sorte nossa, que podemos ter acesso on-line a um portfólio de imagens incríveis clicadas por ele de pessoas dos mais diferentes recantos do mundo, muitas delas com seus direitos básicos violados. Este foi o mote para seu último trabalho, o livro ‘Olympic Favela’, lançado ano passado. (mais…)

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Nota de Repúdio dos Arquitetos Sem Fronteiras às declarações do prefeito Márcio Lacerda, de BH

Os Arquitetos Sem Fronteiras – Brasil repudiam as declarações do prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, em uma rádio da cidade sobre as ocupações urbanas na manhã do dia 03/02/2015. Ao se referir a “grupos organizados e radicais contra o sistema político democrático” ele parece se esquecer das escusas relações entre poder público e capital privado, existentes nesse “sistema político democrático”. Ao proferir que estes grupos fazem uso de “recursos violentos e ilegais” criminaliza movimentos legítimos pelo direito sistematicamente negado, apesar de constitucional, da moradia, validando, assim, o uso da violência física e psicológica em ações contra as ocupações. (mais…)

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