Pescadores e pescadoras artesanais: arte e sustento em terras e águas brasileiras

CPP Nacional – A edição de março do jornal Mundo Jovem traz artigo do Conselho Pastoral dos Pescadores (CPP) sobre as comunidades tradicionais pesqueiras do Brasil. O modo de vida, a cultura e a religiosidade dessas populações tradicionais ganham espaço no veículo que também aborda como o modelo de desenvolvimento vigente no Brasil vem ameaçando a existência de pescadoras e pescadores artesanais. Leia o artigo:

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Pescadores e pescadoras artesanais: arte e sustento em terras e águas brasileiras

Elionice e Rosalvo fazem parte dos cerca de 1,5 milhões de pescadores e pescadoras artesanais que integram comunidades tradicionais pesqueiras espalhadas por todo Brasil. De norte a sul, elas vivem ao longo dos 8.500 km da costa brasileira e em torno dos 13% das águas doces do mundo localizadas no país. (mais…)

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Articulação Nacional das Pescadoras: a contribuição das mulheres para a luta das comunidades pesqueiras do Brasil

Por CPP Nacional 

Fundada em 2005, a Articulação Nacional das Pescadoras do Brasil (ANP) representa uma vertente dos movimentos sociais na qual as mulheres começam a inserir junto às questões de seus grupos pontos no âmbito do gênero. Indo de encontro à lógica patriarcal vigente na sociedade, as pescadoras do Brasil perceberam a necessidade em se organizarem coletivamente a fim de garantir diretos que sempre lhes foram negados. Antes vistas só como “ajudantes” de seus maridos, as mulheres do mundo da pesca querem não só o reconhecimento como atoras importantes para a produção pesqueira nacional, mas também como agentes essenciais para a luta das comunidades pesqueiras. (mais…)

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“Pela vida das mulheres! Pela Agroecologia!”

Monyse Ravena, Camila Paula e Patrícia Ribeiro, ASA

Para agricultoras familiares, camponesas, pescadoras artesanais, mulheres indígenas e quilombolas, o dia Internacional de Luta das Mulheres, o 8 de março, também é um dia de reafirmação da agroecologia como modo de vida, de falar sobre a necessidade da produção de alimentos saudáveis, recuperação das sementes crioulas, das plantas medicinais, nativas e frutíferas. Ao produzir alimentos saudáveis em seus quintais e roçados familiares e comunitários, elas enfrentam diariamente o poder das multinacionais que impõe sobre os povos do campo a padronização da alimentação. (mais…)

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Trabalho de crianças pobres ainda é considerado natural, diz procuradora

Vinícius Lisboa – Repórter da Agência Brasil

A cultura de considerar natural o trabalho infantil, ainda presente no país, só vê como normal o trabalho de crianças pobres, afirmou hoje (6) a procuradora do Trabalho Sueli Bessa, da Coordenadoria de Combate à Exploração do Trabalho de Crianças e Adolescentes do Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro. (mais…)

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Avante mulheres de todo o planeta, em defesa da vida!

Por Ivonete Gonçalves de Souza*

Quero aqui prestar minha homenagem às mulheres, através das grandiosas companheiras da Via Campesina​, que ocuparam o viveiro da SUZANO e a sessão da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança – CTNBio, ontem, dia 5 de março,  para protestar contra a aprovação dos TRANSGÊNICOS. Ato que representa a consciência da vida e a responsabilidade com as futuras gerações! Aproveito para expressar minha gratidão, e a minha solidariedade. Se não houvesse este ato, a sociedade certamente não teria a oportunidade de saber da existência dos transgênicos e, em especial, o eucalipto! Faço coro das palavras da companheira do MST, Atiliana Brunetto: “o mais importante é que conseguimos levar esse debate à sociedade. Não fossem essas ações, muito provavelmente o cultivo de eucalipto transgênico teria sido liberado sem que a sociedade nem se desse conta, e toda a população pagaria o preço”. (mais…)

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Depoimento sobre o despejo do Acampamento Dom Tomás, do MST: a luta civilizatória da reforma agrária contra a barbárie do latifúndio

Rafael Villas Bôas*

O que testemunhei ontem, no primeiro dia da ação de despejo do Acampamento Dom Tomás Balduíno, merece ser compartilhado: um claro exemplo de que, na luta pela terra, nem sempre um passo atrás significa a derrota, mas apenas um impulso para consolidar a vitória vindoura.

O grupo da UnB, formado pelos professores Erlando Reses, da Faculdade de Educação, Luis Carlos Galetti, do Instituto de Ciências Sociais, Rafael Villas Bôas, da Educação do Campo, e pelo doutorando da Faculdade de Comunicação, Felipe Canova, saiu de Brasília de madrugada para acompanhar a ação de despejo. Pela magnitude da ação, que envolve mais de mil e quinhentos policiais para despejar três mil famílias sem terra, todos ali sabiam que o desenlace poderia acabar em tragédia. Na assembleia geral do acampamento, por unanimidade, todos concordaram que naquela conjuntura, após terem resistido por meses com ameaça constante de despejo, naquele momento não havia condição para resistência. (mais…)

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14 de Março: Dia Internacional de Luta Contra as Barragens, Pelos Rios, Pela Água e Pela Vida

Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) convoca e anima todas as organizações, pastorais, redes, ativistas e movimentos sociais a se somarem nas mobilizações que marcarão o Dia Internacional de Lutas Contra as Barragens, pelos Rios, pela Água e pela vida, na semana de lutas do 14 de março.

Esta data foi definida em 1997, durante o 1º Encontro Internacional dos Atingidos por Barragens que aconteceu no Brasil e, desde então, populações atingidas por barragens do mundo inteiro denunciam o setor elétrico que, historicamente, tem causado graves consequências sociais, econômicas, culturais e ambientais. (mais…)

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Saúde Indígena: Aldeia Panambizinho, Dourados, MS, espera há quatro anos que recursos sejam usados em Posto de Saúde

No dia 13 de outubro de 2011, o Jornal Nacional divulgava reportagem feita em Dourados, Mato Grosso do Sul, com o subtítulo “Equipe foi até Dourados investigar onde foi parar o dinheiro enviado pelo Governo Federal para os postos de saúde da reserva indígena”. O texto e o vídeo feitos então podem ser acessados AQUI. O depoimento e as fotos abaixo, cuja autoria foram omitidas, são de hoje e mostram, além do total desrespeito aos Guarani e Kaiowá, igual descaso com o dinheiro público. Vergonha! (Tania Pacheco)

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“Quatro anos se passaram desde que esteve em Dourados/MS, mais precisamente nas aldeias Jaguapiru e Bororo, a Equipe do JN, para averiguar o descaso com relação à saúde indígena, principalmente quanto à aplicação de recursos federais que estavam parados nas contas da Prefeitura Municipal, enquanto a equipe de saúde indígena atendia os pacientes em ambientes improvisados e inadequados, sem as mínimas condições sanitárias, oferecendo riscos aos profissionais de saúde e aos usuários.
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8 de Marzo: Mujeres en lucha por la Soberanía Alimentaria, contra la violencia y el agronegocio

La Via Campesina

En el Día Internacional de las Mujeres – 8 de marzo – La Via Campesina llama a articular acciones que permitan visibilizar el rol fundamental que tienen las mujeres campesinas para garantizar la Soberanía Alimentaria no solo para enfrentar la crisis alimentaria, sino como un principio  ético de vida  que tiene como base la justica social y la igualdad. En esta jornada  de lucha denunciamos la violencia ejercida, específicamente en las mujeres, pues el modelo  del agronegocio y el capital en el campo han agudizado las desigualdades sociales y de género.  Es así que las mujeres luchamos contra el patriarcado que se manifiesta en todas las esferas de la vida, la familia, organizaciones, comunidades, de género y sexualidad, condenamos también el feminicidio  que causa millones de asesinatos de niñas y mujeres en todo el mundo y nos solidarizamos con todas las personas que sufren discriminación y violencia por causa de su identidad de género y/o sexual. (mais…)

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