Os Guarani e Kaiowá do tekoha de Kurusu Ambá, cone sul do Mato Grosso do Sul, denunciam que a Força Nacional não tem envolvido indígenas e servidores da Fundação Nacional do Índio (Funai) na operação de busca às duas crianças indígenas desaparecidas na retomada da fazenda Madama, depois de ataque envolvendo 30 indivíduos armados e coordenado pelo arrendatário da propriedade, no dia 24 de junho. Com os indígenas, porém, a Funai segue fazendo incidências atrás de Geremia Lescano Gomes, de 14 anos, e Tiego Vasques Benites, de 12 anos. Na foto, indígenas em acampamento da retomada após ataque. (mais…)
demarcação
MPF/AP recomenda providências para regularização das terras do Bailique
O Ministério Público Federal no Amapá (MPF/AP) recomendou à Secretaria de Patrimônio da União (SPU), ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) que tomem providências para promover medidas de proteção territorial para as comunidades tradicionais do Arquipélago do Bailique. Também orienta os órgãos a realizar estudos de viabilidade para criar uma unidade de conservação de uso sustentável no local. No âmbito estadual, o Instituto de Meio Ambiente e Ordenamento Territorial (Imap) e a Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Amapá (Sema) também devem atender à recomendação. (mais…)
Pescadores e pescadoras artesanais do Paraná derrotam Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade – ICMBio na justiça
O conflito pelo reconhecimento das pescadoras e pescadores artesanais do Paraná, enquanto grupo étnico culturalmente diferenciado, ganha novo capítulo com precedente histórico para os povos e comunidades tradicionais do Paraná.
Por Assessoria de Comunicação Terra de Direitos
Criado sem participação popular, em 1989, o Parque Nacional do Superagui, localizado no município de Guaraqueçaba, no litoral norte do estado do Paraná, é epicentro de conflitos socioambientais entre pescadores artesanais e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). (mais…)
Fiocruz e Unicef levantam dados sobre desigualdades na Amazônia
Com base em informações oficiais, estudo apontou vulnerabilidade principalmente das crianças indígenas e quilombolas
Juliana Maya, Tarde Nacional
O Tarde Nacional desta segunda-feira (29) falou sobre as crianças e adolescentes da Amazônia. As desigualdades sociais estão explícitas no estudo “Análise da Situação da Criança e Adolescente da Amazônia Legal Brasileira”, realizado pela Fiocruz em parceria com a Unicef. (mais…)
Perú un país sin límites territoriales ni límites biofísicos
Servindi – La situación de conflictividad social que convulsiona a nuestro país con relativa frecuencia, nos debería llevar a reflexionar sobre las diferentes causas que la generan.
En anteriores artículos (1) hemos ido centrando el análisis en la situación territorial de las comunidades campesinas y nativas; propietarios de casi un tercio (27,3%)(2) del territorio nacional. Llegando a la conclusión que asistimos a un desorden alarmante en la tenencia de la tierra, donde la seguridad jurídica en los territorios comunales y de pequeños propietarios es muy precaria; cerca de la mitad (49,6%)(3) de la superficie territorial de comunidades campesinas esta superpuesta con concesiones mineras; además de conflictos por demarcación territorial entre un tercero o entre las mismas comunidades. (mais…)
Racismo ambiental – a difícil vida de quilombolas, indígenas e comunidades tradicionais no ES
Por Henrique Alves, no Século Diário (Fotos: Rogério Medeiros)
Estudiosa de comunidades tradicionais há duas décadas, especialmente quilombolas, a professora titular do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Simone Batista, considera delicada a atual situação dessas comunidades no Espírito Santo. No norte capixaba, o quadro é de desencanto. A expansão por diversos municípios da celulose, pela Aracruz Celulose (Fibria), do petróleo e gás, pela Petrobras, a insistência do projeto de mineração do porto da Manabi, em Linhares, o advento de terminais portuários e a consumação do Estaleiro Jurong, em Aracruz, amedrontam quilombolas, índios e pescadores artesanais. (mais…)
Dois dias após ataque paramilitar, crianças Guarani e Kaiowá seguem desaparecidas em Mato Grosso do Sul
Nota: segundo a Procuradoria da República em Ponta Porã, haveria apenas uma criança desaparecida, Diego Pereira, de dez anos. Matias Rempel aponta outras duas crianças, entretanto. Em meio à angústia e à revolta, as informações continuam contraditórias. (TP)
Por Matias Rempel, Cimi Regional Mato Grosso do Sul
Passadas mais de 48 horas após um ataque violento, em ação paramilitar, contra um acampamento instalado pelos indígenas Guarani e Kaiowá na fazenda Madama, incidente sobre a terra indígena de Kurusu Ambá, as duas crianças indígenas seguem desaparecidas. (mais…)
“A história de luta de Kurusu Ambá é isso!”
“Em vez da gente morrer um por um na beira da estrada, a gente veio aqui morrer tudo junto no nosso tekoha”. Que assim não seja!
No vídeo de menos de três minutos gravado no acampamento da retomada, liderança depõe brevemente sobre a história da luta. Para iluminar a revolta, podemos também ver crianças inventando brinquedos e se embalando nas redes rústicas. (Tania Pacheco) (mais…)
Comunidade quilombola do Sertão pernambucano comemora assinatura de decreto de desapropriação
Incra/Médio São Francisco
Vinte e dois de junho passa a ser um dia histórico para a comunidade quilombola Santana III, localizada nos municípios pernambucanos de Salgueiro e Cabrobó. Na manhã da segunda-feira (22), a presidenta Dilma Rousseff assinou o decreto que declara de interesse social, para fins de desapropriação, os cinco imóveis rurais que compõem o território quilombola, com área de aproximadamente 2.080 hectares. (mais…)
SP – Incra publica relatório técnico de comunidade quilombola do Vale do Ribeira
Incra/SP
O Ministro Patrus Ananias e o presidente substituto do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Leonardo Góes anunciaram nesta quinta-feira, 25, a publicação do Relatório Técnico de Identificação e Delimitação (RTID) do território quilombola Cangume, localizado em Itaoca, no Vale do Ribeira. A publicação do RTID no Diário Oficial da União marca um avanço importante no processo de regularização fundiária do território reivindicado pela comunidade Cangume, cujos ancestrais teriam obtido as terras como retribuição dos seus serviços na Guerra do Paraguai. Atualmente são 47 famílias quilombolas que reivindicam uma área 854,9 hectares. (mais…)

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