Moção de Apoio aos povos indígenas e de repúdio aos ruralistas e à CPI do Cimi na Assembleia Legislativa de MS

Nós, arqueólogas e arqueólogos, reunidos na Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária da SAB (Sociedade de Arqueologia Brasileira), realizada no dia 01 de outubro de 2015, nas dependências da PUC Goiás (Pontifícia Universidade Católica de Goiás), na cidade de Goiânia, considerando:

Primeiro, a política colonialista do Estado Brasileiro, observada na contínua e sistemática violação dos direitos elementares dos povos indígenas, sobretudo no que se refere à regularização das terras de ocupação tradicional; (mais…)

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Impasse com indígenas afeta funcionamento de barragem de José Boiteux, SC

Famílias indígenas perderam casas e ocuparam área da barreira. Elas fizeram um acordo com a Defesa Civil relacionado à região.

G1 SC

A barragem de José Boiteux, no Vale do Itajaí, é a maior barreira já erguida para conter águas em todo o Brasil. Porém, um impasse envolvendo comunidades indígenas afeta o funcionamento dela, como mostrou a série “Desafios do clima” nesta sexta-feira (2).

Apesar de ser a maior barreira, a barragem não segura uma gota sequer desde junho do ano passado. Foi quando a água do Rio Hercílio ultrapassou o paredão e alagou a área em que viviam comunidades indígenas. (mais…)

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Após denunciar situação dos Guarani-Kaiowá na Europa, Elizeu Lopes concede entrevista coletiva amanhã (3/10) em São Paulo

Comissão Guarani Yvyrupa (CGY)

De volta ao Brasil, Elizeu Lopes concederá uma entrevista coletiva amanhã (3/10), às 9h, na sede do Instituto Socioambiental, em São Paulo, para falar dos ataques de fazendeiros contra comunidades indígenas e o encaminhamento de denúncias às organizações e aos organismos internacionais. (mais…)

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Encontro e Debate: Lutas e resistência Guarani e Kaiowa em busca de Teko Porã (Justiça e Bem Viver), dia 05/10, na UERJ

Segunda-feira, dia 5 de outubro, às 18 horas, no Auditório 122 (12° andar) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ

O Encontro e Debate: Lutas e resistência Guarani e Kaiowa em busca de Teko Porã (Justiça e Bem Viver) tem por objetivo reunir os apoiadores do povo Guarani e Kaiowá, autoridades federais, órgãos da sociedade civil, de defesa dos direitos humanos, representantes da comunidade acadêmica e da mídia, para fazer uma avaliação dos atos de violência sofridos pelos Guarani e Kaiowa, especialmente nos últimos meses, que culminaram na morte da liderança Simeão Fernandes Vilhalva.
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Quilombo Família Fidélix tem território identificado pelo Incra/RS

Incra

Uma área de 4,5 mil metros quadrados entre os bairros Azenha e Cidade Baixa, em Porto Alegre (RS), foi identificada pelo Incra/RS como território da comunidade remanescente de quilombo Família Fidélix. O edital com as informações do Relatório Técnico de Identificação e Delimitação (RTID) da área foi publicado nesta quinta-feira (01) no Diário Oficial da União. (mais…)

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Relatora especial da ONU se solidariza com os Guarani e expressa preocupação com situação dos Guarani-Kaiowá

Patrícia Bonilha, Cimi

Após uma reunião com a liderança indígena Eliseu Lopes Guarani-Kaiowá, em Genebra, na Suíça, e por ocasião do encerramento do IV Encontro Intercontinental Guarani, no último dia 24 de setembro, a relatora especial da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre os direitos dos povos indígenas, Victoria Tauli-Corpuz, enviou uma mensagem, gravada em vídeo, de solidariedade e apoio aos Guarani do continente americano. Ela externou, ainda, sua preocupação com a grave situação vivida pelos Guarani-Kaiowá, no Mato Grosso do Sul, e afirmou que estará monitorando a realidade destes povos no que tange ao respeito aos seus direitos. (mais…)

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Relatório Figueiredo: crimes continuam 50 anos depois. Entrevista especial com Elena Guimarães

“Discutir o Relatório Figueiredo ou o relatório da CNV é colocar em pauta a necessidade de efetivar as recomendações encaminhadas pela Comissão Nacional da Verdade ao Estado brasileiro, de afirmar políticas de não repetição e de reparação coletiva”, afirma a pesquisadora

Por Patricia Fachin – IHU On-Line

“O Relatório Figueiredo deixa sua marca por se tratar de uma documentação que identifica e reconhece as violências cometidas contra os índiosa partir da década de 1950, em que o Estado brasileiro aparece ora como autor direto de crimes, através de seus agentes, ora indireto, por omissão diante dos ataques de fazendeiros, grileiros, madeireiros, seringalistas, assim como na conivência destes com políticos e poderes locais”, diz Elena Guimarães à IHU On-Line. (mais…)

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Nota Pública dos Movimentos Sociais e Sindicais sobre ‘CPI do Cimi’ e agressões ao advogado Rogério Batalha

Movimentos Sociais e Sindicais repudiam pedido e ordem de prisão de advogado de Movimentos Sociais na Assembléia Legislativa de MS e consideram a CPI do CIMI uma tentativa de calar a todos e todas que defendem os direitos dos povos indígenas. Entidades vão interpelar MP e presidente da AL sobre ordem de prisão de advogado.

Nota Pública

Nós, membros de organizações e entidades dos Movimentos Sociais e Sindicais do estado de Mato Grosso do Sul, vimos por meio desta repudiar a atitude abusiva, ilegal e anti-democrática da mesa diretora da Assembléia Legislativa de MS praticada no último dia 24/09. (mais…)

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XI Assembleia do Povo Munduruku do Médio Tapajós

Em Autodemarcação no Tapajos

O território Munduruku da árvore mais alta a raiz mais profunda está ameaçada e nós o povo que recebeu do Karosakaybu esta terra, queremos denunciar as ameaças que estamos sofrendo.

Em 2013 várias urnas deixadas por nossos antigos foram roubadas. A cachoeira de Sete Quedas “PARI BIXEXE” (lugar onde os mortos vão depois da morte) local sagrado do nosso povo foi destruído. (mais…)

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CPI do Genocídio Indígena, por Egon Heck

por  Egon Heck, no Cimi

As oligarquias coloniais e atuais, o latifúndio e, mais recentemente, o agronegócio nunca admitiram que os povos indígenas fossem sujeitos de direitos coletivos, principalmente de seus territórios. Pelo contrário, combateram sistematicamente esses direitos, com armas e leis. Para muitos, “índio bom é índio morto”. Mobilizaram o Estado e as milícias privadas, os jagunços e os bugreiros, no intuito de exterminar, física e culturalmente, a maior parte dos quase mil povos indígenas que viviam no atual território brasileiro. Agem orquestrada e sorrateiramente, como revelam as investigações do Ministério Público Federal (MPF), divulgadas em agosto de 2014, que denunciam a participação de um advogado da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) na elaboração do relatório da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 215. (mais…)

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