Moishe Postone participa de debate no Sindicato dos Jornalistas do Rio no dia 16/06, às 18h

Um dos maiores estudiosos do marxismo no mundo, o professor Moishe Postone, da Universidade de Chicago, lança seu livro ‘Tempo, trabalho e dominação social – uma reinterpretação da teoria crítica de Marx’ (Boitempo) no próximo dia 16/06, terça-feira, a partir das 18h, no auditório João Saldanha, que fica na sede do Sindicato (Rua Evaristo da Veiga 16, 17º andar, Centro). Além do lançamento do livro, Postone participa de debate sobre a atual conjuntura de crise global, presente na sua mais recente obra. A entrada é franca. (mais…)

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“Dilma quer prazo para concessão de licenciamentos ambientais”. Nós também queremos, mas com outros pressupostos

Há seis dias, 3 de junho, socializamos carta-resposta dos servidores do Ibama, repudiando a declarações da nova presidente do órgão ao Estado de São Paulo (veja AQUI). Agora, a presidente da República dá entrevista para o mesmo jornal, na qual ela diz que “Ou a gente faz pacotes e mais pacotes de estudos ou o País nunca vai se lançar”. A questão talvez seja para onde? Afinal, cada vez fica mais óbvio que o tamanho do abismo é bem grande!! Abaixo, a notícia de hoje, do Estadão (Tania Pacheco).

Dilma quer prazo para concessão de licenciamentos ambientais

Para presidente, demora nos licenciamentos é um dos maiores entraves às obras; projeto de lei deve ser enviado ao Congresso (mais…)

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David Harvey: Os limites da mundialização do capital na mundialização financeira. Amanhã, 10/6, na Unicamp

David Harvey é um dos marxistas mais influentes da atualidade, reconhecido internacionalmente por seu trabalho de vanguarda na análise geográfica das dinâmicas do capital. É professor de antropologia da pós-graduação da Universidade da Cidade de Nova York (The City University of New York – Cuny) na qual leciona desde 2001. Foi também professor de geografia nas universidades Johns Hopkins e Oxford. Sua obra foi apontada pelo Independent como uma das mais importantes de não-ficção publicadas desde a Segunda Guerra Mundial. A Palestra será amanhã, 10 de junho, das 10h às 12h, no Centro de Convenções da Unicamp.

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Não dê esmola aos ricos. Vai que eles se acostumam… por Leonardo Sakamoto

No Blog do Sakamoto

Considerando que a renda do capital segue estratosfericamente maior que a do trabalho e os recursos usados para o pagamento de juros são bem maiores que os aplicados em programas sociais (em todos os governos recentes, de FHC, passando por Lula, a Dilma), fico extremamente incomodado quando ouço ou leio pessoas reclamando que “dar dinheiro aos pobres os torna vagabundos”. (mais…)

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Entidades de estudantes indígenas denunciam discriminações contra povos do Baixo Tapajós em curso da UFOPA

De acordo com a mensagem que o encaminhou, o Ofício abaixo (001/2015) foi entregue no Programa de Antropologia e Arqueologia da UFOPA no dia 18 de maio, com cópias para diversas organizações. Assinado por três entidades representantes dos alunos indígenas, ele denuncia discriminações sofridas por estudantes do Baixo Tapajós na instituição. (Tania Pacheco). 

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Ao PAA – Programa de Antropologia e Arqueologia*

Nós, Organizações de legítima representatividade dos POVOS INDÍGENAS: Diretório Acadêmico Indígena (DAIN) da Universidade Federal do Oeste do Pará – UFOPA, diretório que representa aproximadamente 250 indígenas de diferentes etnias, dos município Santarém Belterra Aveiro, Itaituba, Jacareacanga, Oriximiná e Altamira, junto o Conselho Indígena Tapajó Arapiuns (CITA), representante juridicamente dos povos da região do Baixo Tapajós nos Municípios de Santarém, Belterra e Aveiro no Estado do Pará, povos estes: Arapiun, Apiaká, Arara Vermelha, Borari, Jaraqui, Kumaruara, Maytapú, Munduruku, Munduruku Cara Preta, Tapajó, Tapúia, Tupinambá e Tupaiu, e o Grupo de Consciência Indígena (GCI), vimos por meio deste SOLICITAR deste colegiado UM POSICIONAMENTO E AÇÃO com relação a conflitos políticos, e o porquê da omissão deste programa frente a alguns acontecimentos que vem ocorrendo por parte de alguns discentes indígenas waiwai pertencentes ao mesmo. (mais…)

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Morreram mais três operários? Sem problema. É só repor, por Leonardo Sakamoto

No Blog do Sakamoto

Três trabalhadores morreram, neste sábado (30), nas obras da usina hidrelétrica de Belo Monte. Um silo para armazenamento de cimento com capacidade para 1200 toneladas caiu sobre Denivaldo Soares Aguiar, José da Conceição Ferreira da Silva e Pedro Henrique dos Santos Silva. Um inquérito foi instaurado para identificar as causas do acidente. (mais…)

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O Brasil está se democratizando, a Amazônia não. Entrevista com Lúcio Flávio

Hoje o blog da repórter publica uma entrevista exclusiva com o jornalista Lúcio Flávio Pinto, um trabalho conjunto com o jornalista Francisco Viana. O tema é seu novo livro sobre a Amazônia. O objetivo é fazer, deste,  um espaço que contribua para construir uma Amazônia voltada para o bem comum, tema que  parece ainda não fazer parte da nossa consciência coletiva. Boa Leitura.  

Por Rita Soares (em seu blog) e Francisco Viana, de Belém

O Brasil está se democratizando, a Amazônia não. É o que afirma no seu novo livro, “O Fim da Amazônia”, o jornalista Lúcio Flávio Pinto, segundo quem a região ainda é prisioneira da época colonial. (mais…)

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Arte e Sociedade: a Representação do Negro (íntegra do debate em vídeo)

Itaú Cultural

Este vídeo traz a íntegra do debate realizado em resposta às manifestações do público quanto à peça “A Mulher do Trem”, de Os Fofos Encenam. Após acusação de racismo, o espetáculo, que seria apresentado na série Terça Tem Teatro, em 12/5/15, foi substituído pelo debate Arte e Sociedade: a Representação do Negro. O evento, realizado pelo Itaú Cultural, reuniu ativistas do movimento negro, artistas e intelectuais. (mais…)

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Mészáros: A disputa pelo Estado

No contexto do lançamento de seu novo livro, A montanha que devemos conquistar: reflexões acerca do Estado, o filósofo marxista húngaro István Mészáros concedeu uma longa entrevista a Leonardo Cazes para o jornal O Globo, em que discutia alguns aspectos centrais da obra, como sua concepção de Estado, de democracia e da crise estrutural do capital, à luz de alguns dos protestos e mobilizações políticas que vêm se alastrando mundo afora. O resultado foi publicado parcialmente em fevereiro deste ano na matéria “Filósofo István Mészáros analisa ascenção de novos partidos na Europa como Syriza e Podemos. O material completo, contudo, supera em mais de três vezes o espaço disponibilizado pelo jornal. A pedido do autor, o Blog da Boitempo publica agora a versão integral da entrevista, enviada a nós diretamente pelo jornalista e revisada pelo tradutor Nélio Schneider. Também a pedido de Mészáros, a entrevista deve se somar ao apêndice das próximas edições ampliadas de A montanha que devemos conquistar: reflexões acerca do Estado. Confira aqui a versão em inglês da entrevista, e abaixo a versão em português: (mais…)

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