O grito da Selva ao Planalto: povos indígenas de Rondônia estão em Brasília, por Egon Heck

Por Egon Heck, Secretariado Nacional – Cimi

Reverberando o movimento indígena, os Kayapó, em audiência com o presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disseram que caso os parlamentares insistissem na aprovação da PEC 2015, semanalmente povos de todo o Brasil se fariam presentes em Brasília para protestar e dizer não ao projeto. (mais…)

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Atingidos resistem contra hidrelétrica do Arrodeador, na Bahia

MAB – Desde do dia 11 de fevereiro, ribeirinhos do rio Formoso das comunidades atingidas por barragens dos municípios de Jaborandi e Coribe, na Bahia, realizam vigília em áreas de camponeses que estão ameaçadas por decisões judiciais que autorizam o início do levantamento topográfico na região pela empresa Data Traficc, responsável pelo projeto da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Arrodeador. (mais…)

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Obras portuárias e impactos sociais no Tapajós: interesses econômicos e a obscuridade de informações

“O novo ‘ciclo’ – que tem como ‘abre-alas’ o Complexo Hidrelétrico do Tapajós – é marcado por uma série de empreendimentos de infra-estrutura que objetivam viabilizar, por exemplo, o avanço dos campos de soja e a aceleração da exploração mineral. O projeto cria estrutura para que as áreas hoje trabalhadas na base da agricultura familiar sejam substituídas pela monocultura de soja”. O comentário é de Pedro Martins, assessor jurídico da Terra de Direitos, em artigo publicado pelo portal da Terra de Direitos. Eis o artigo

IHU On-Line

As frentes de expansão capitalista tornaram o Rio Tapajós, no Oeste do Estado do Pará, constante alvo de projetos de desenvolvimento que visam alterar drasticamente a paisagem local, as relações econômicas e sociais, e as formas de trabalho sobre a natureza. Após intensa extração mineral e madeireira que deixou e ainda deixa resíduos químicos e sociais ao longo do leito do Tapajós, vislumbram-se no horizonte das ondas de expansão capitalista novos e mais fortes investimentos empresariais na região. (mais…)

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Desertificação: ‘por que este assunto não está na capa dos jornais?

Um solo produtivo leva de três mil a 12 mil anos para a sua formação, e o aumento da desertificação no mundo desmascara a ‘eficiência’ do agronegócio.

Najar Tubino, Carta Maior

É uma decisão da ONU, que desde 2013 também definiu o dia 5 de dezembro como o dia mundial do solo. Em maio, entre os dias 4 e 7, ocorrerá a Conferência Internacional do Solo na Albânia com o lema: “O solo sustenta a vida: muito lento para formar, rápido demais para perder”. Um centímetro de solo demora entre 100 e 400 anos para se formar, e os pesquisadores calculam que um solo produtivo dentro da normalidade leve de três mil a 12 mil anos para a sua formação. Mesmo assim, a ONU calcula que até 2050 o mundo perderá um Brasil inteiro em solo, ou seja, 849 milhões de hectares. São 12 milhões de hectares por ano. O que é mais importante: somente 5 a 10% dessa terra chegam ao mar. Onde fica o restante? No leito dos rios, no lago das represas, tanto de abastecimento de água, como das hidrelétricas, nos córregos, nos afluentes. Como dizem os chineses: os rios do planeta estão empanturrados. (mais…)

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Usina de Marabá: perigo que se aproxima

MAB – O ano de 2015 começa com notícias que mexem com a tranqüilidade da população região do Araguaia –Tocantins. A construção da Hidrelétrica de Marabá está prevista para iniciar em meados deste ano, segundo o Ministério de Minas e Energia, e será concluída até 2023. Há mais de seis anos o MAB vem alertando para que a população se organize para buscar seus direitos na possibilidade da construção da usina. (mais…)

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UHE São Manoel: compensação ou troca troca?

Telma Monteiro

Olha aí, mais uma vez. Agora é o pacote de bondades do consórcio da UHE São Manoel. Seção troca troca. Funciona assim: vocês (a sociedade local) nos deixam construir a hidrelétrica que está a menos de 500 m da terra indígena, que vai destruir o rio Teles Pires, os locais sagrados da cultura indígena, que vai sumir com as espécies de peixes, que vai impactar a biodiversidade de forma irreversível, que vai desmatar, que vai tornar um inferno suas vidas e nós vamos fazer o papel do Estado “doando” aquilo que a população tem direito e não tem acesso. Já chega! (mais…)

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Governo desiste de hidrelétricas na Amazônia [falta cair São Luiz do Tapajós!]

Estadão/R7

O perfil das usinas cadastradas para o próximo leilão de energia, marcado para 30 de abril, reflete a crescente dependência da geração térmica para suprir a demanda nacional. E também escancara uma realidade que atormenta o governo e o planejamento do setor elétrico: a incapacidade de licitar grandes projetos hidrelétricos na Amazônia.

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) recebeu inscrições de 91 projetos de novas usinas para o leilão conhecido como “A-5”, modalidade usada para contratar empreendimentos que entrarão em operação daqui a cinco anos. Desse total, apenas sete são hidrelétricas – nenhuma delas na Amazônia. (mais…)

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Desde el 2002, Argentina “exporta” la energía de Yacyretá al Brasil

En nota remitida este año a la EBY por la Compañía Administradora del Mercado Mayorista Eléctrico de Argentina (Cammesa) se informa a la entidad binacional sobre la exportación de energía al Brasil a través de Garabí. Técnicos del sector afirman que con esto se confirma la violación del Artículo XIII del Tratado de Yacyretá.

ABC

Uno de los argumentos esgrimidos por las autoridades paraguayas en la Entidad Binacional Yacyretá (EBY) era que el intercambio de energía entre Brasil y Argentina solo se daba en situaciones de emergencia. Sin embargo, documentos y notas dirigidas por Cammesa demuestran que la operación es rutinaria desde hace más de diez años. (mais…)

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Guapiaçu: um Rio (de Janeiro) Ameaçado

Em meio à falta d’água que assola a região sudeste do Brasil, uma pergunta vem à tona: quem pagará a conta dessa crise? No caso mais emblemático, a região metropolitana de São Paulo, metrópole onde vivem 12 milhões de habitantes, o racionamento “não declarado” já se arrasta há mais de um ano nos bairros periféricos, afetando as populações historicamente marginalizadas: pobres, pretos e favelados. (mais…)

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Justiça nega pedido de reintegração de posse contra indígenas em Belo Monte

“A Norte Energia tenta criminalizar os índios, ela tem feito uma manobra na Justiça Estadual de criminalizar todos ao mesmo tempo, generalizando-os como índios”, afirma a procuradora da República em Altamira, Thaís Santi

Letícia Leite – ISA

O juiz Luiz Trindade Júnior, da 3a Vara Cível de Altamira, não garantiu a reintegração de posse pedida pela Norte Energia, empresa responsável pela hidrelétrica de Belo Monte, em construção no Rio Xingu, na região de Altamira (PA). Aproximadamente 100 índios de sete etnias ocupam, desde a madrugada de segunda-feira, a entrada de acesso do canteiro de obras da usina (saiba mais). (mais…)

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