Não à coexistência com o agronegócio

“Na essência do agronegócio e de sua visão meramente produtivista nunca estará a cultura camponesa, o respeito à Pacha Mama, o enraizamento na terra e nenhum dos valores do mundo rural”, denuncia uma nota da Frente de Luta pela Soberania Alimentar Argentina (FLSAA). E anunciam: “Não queremos um ‘mar de soja’ e ‘cinturões verdes’ em volta das cidades”. A nota está publicada no sítio argentino Acta – Agencia de Notícias da Central de Trabalhadores da Argentina. A tradução é de André Langer. Eis o texto

IHU On-Line

Nós, da Frente de Luta pela Soberania Alimentar Argentina (FLSAA), somos veementemente contrários às ações e falsas promessas feitas pela Secretaria da Agricultura Familiar através da “Mesa Nacional de Diálogo por uma Agricultura Sustentável”. (mais…)

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A Hora e a Vez de um Programa Camponês

O conceito de agricultura camponesa e o agravo da questão urbana e suas mazelas sociais

Marcelo Leal e Frei Sérgio Görgen – MST

A agricultura Camponesa não se reduz a um conceito econômico. É muito mais: é social, é territorial, cultural, antropológico. É uma forma de viver e existir, que também produz bens e serviços, principalmente, na forma de alimentos saudáveis e na preservação da natureza. (mais…)

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8 formas con las que Monsanto destruye tu salud

El Ciudadano

Mucho se habla en nuestros tiempos sobre las pandillas, maras y la intimidación que sufren los niños y niñas en el colegio por parte de estudiantes más agresivos. Esto me recuerda al matón más grande de todos los tiempos: La empresa biotecnologica Monsanto Corporation. Tomado en su contexto, la lista de delitos corporativos perpetrados por Monsanto hasta el momento debería ser suficiente para cerrar esa compañía para siempre.

Sin embargo, permitimos que Monsanto siga destruyendo nuestro suministro de alimentos, nuestra salud y el planeta. ¿Monsanto o MonSatan? Eche un vistazo al historial/prontuario de esta empresa y decida usted mismo. (mais…)

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‘Apostamos no reascenso do movimento de massas no Brasil’, diz líder do MST

Para Stedile, a atual Reforma Agrária é muito mais do que distribuir terra. Ela também tem que resolver o problema dos agrotóxicos, garantir um futuro, respeitar o meio ambiente e a biodiversidade

Por Paulo Donizetti de Souza
Da Rede Brasil Atual

Nos 30 anos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, um de seus coordenadores nacionais, o economista João Pedro Stédile, não vê mais como prosperar, no Brasil, a luta pela reforma agrária tal como conhecida nos primórdios do MST. Ele observa que no senso comum das pessoas trata-se de repartir o latifúndio e entregar para os sem-terra. “E é isso mesmo, na essência, romper com a grande propriedade. Porém, os projetos de reforma agrária, feitos pelo governo com os instrumentos do Estado, só se viabilizaram, no passado, porque eram política combinada com um projeto de desenvolvimento nacional que objetivava desenvolver a indústria para o mercado interno”, diz. (mais…)

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Expansão do agronegócio criminaliza movimentos sociais no Paraguai

Os campesinos vivem num verdadeiro Estado de Sítio, sofrem com a repressão do Exército de um lado e com a perseguição do crime organizado de outro

Por Mariana Serafini
Especial para a Página do MST

Desde o golpe parlamentar que depôs o presidente Fernando Lugo, em 2012, os movimentos sociais vem se organizando com mais força no Paraguai. A repressão, porém, aumentou na mesma medida. Perseguir e criminalizar os movimentos sociais é uma estratégia para enfraquecer a luta pela terra e fomentar o agronegócio explorador e o narcotráfico. (mais…)

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Festa do Milho celebra 13 anos de resistência do Acampamento Irmã Alberta

Os Sem Terra também promovem a Feira Orgânica da Reforma Agrária, com produtos vindos de diversos assentamentos da grande São Paulo

Da Página do MST

Neste sábado, o Acampamento Irmã Alberta, localizado na região de Perus, na cidade de São Paulo, realiza a Festa do Milho para celebrar os 13 anos de resistência das famílias Sem Terra ali acampadas. (mais…)

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Governo do Maranhão promete atender as reivindicações dos Sem Terra

Após jornada de lutas no estado, em que centenas de pessoas se mobilizaram durante quatro dias, governo promete atender as pautas dos movimentos.

Por Reynaldo Costa, da Página do MST

Durante quatro dias, cerca de 600 trabalhadores Sem Terra do estado do Maranhão, a maioria mulheres, realizaram diversas atividades reivindicando direitos para os povos campo. (mais…)

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“Se as sementes morrem, a gente morre junto”

Agricultora Elisângela fez relato durante a oficina de planejamento do Programa Sementes do Semiárido que teve início em Pernambuco e reúne diversas organizações da ASA

ASA Brasil

Sementes da Vida, no Ceará; Sementes da Fartura, no Piauí; Sementes da Liberdade, em Sergipe; Sementes do Meu Avô, na Bahia; Sementes da Paixão, na Paraíba; Sementes da Gente, em Minas Gerais e Sementes Crioulas, em Pernambuco e no Rio Grande do Norte. Assim são conhecidas as sementes dos agricultores e agricultoras em todo Semiárido e que foram partilhadas na manhã de hoje, 09, em Gravatá (PE), durante a Oficina de Planejamento de Execução do Programa Sementes do Semiárido, da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA). (mais…)

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Camponesas ocupam a multinacional Bunge, no entorno de Brasília

A ocupação é para denunciar o modelo do agronegócio e capital estrangeiro na agricultura, que atenta à vida de milhares de mulheres

Da Página do MST

Cerca de 800 mulheres camponesas, organizadas pela Via Campesina, ocupam desde o início da manhã desta segunda-feira (9), a multinacional Bunge, em Luziânia (BR 040- entorno de Brasília). O protesto denuncia o agronegócio e o seu modelo de desenvolvimento para o campo brasileiro. (mais…)

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Uma excelente reportagem sobre os crimes da monocultura do eucalipto: “Falso Verde”

Os textos abaixo foram tirados da reportagem Falso Verde, de Marques Casara (texto) e Tatiana Cardeal (fotos), publicada pela Revista Observatório Social, em dezembro de 2012. Numa incursão de 40 páginas junto a quilombolas, indígenas e agricultores sem-terra do norte do Espírito Santo e sul da Bahia, eles documentaram e fotografaram  os efeitos da monocultura do eucalipto na vida dessas populações. Mas a reportagem não se limita a testemunhos e depoimentos, e na parte final temos também o posicionamento das empresas produtoras – Votorantim, Stora Enzo, Fíbria e Veracel – e do BNDES, seu grande financiador estatal. Os dois anos que se passaram desde a publicação não tornaram a denúncia ultrapassada. Pelo contrário. Aí vão, pois, alguns trechos, como um convite à leitura da reportagem completa.  (Tania Pacheco)

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Antes de morrer, Jerre Adriani Valentim vomitou sangue durante seis noites em uma bacia de plástico, colocada pela mãe ao lado da cama, no quarto de pau a pique onde viviam, em um ajuntamento de casas conhecido como Vila São Jorge, às margens de uma estrada empoeirada no extremo norte do Espírito Santo. (mais…)

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