Morte de mulheres em decorrência do parto no DF é alta, mostra estudo

Da Agência Brasil

O número de óbitos entre mulheres em decorrência do parto no Distrito Federal continua em patamar considerado alto pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Estudo apresentado hoje (28) – Dia Nacional de Luta pela Redução da Morte Materna -, pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), aponta que morreram 53,9 mulheres para cada grupo de 100 mil nascidos vivos na capital, em um período de quatro anos – 2009 a 20013. (mais…)

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Meninas abandonam estudos e tentam suicídio após entrar para lista das “mais vadias”

Moda entre alunos da periferia de SP, “TOP 10” circula na internet e até dentro das escolas 

Sylvia Albuquerque, do R7

Uma lista chamada “TOP 10”, que circula entre alunos de escolas públicas nas periferias de São Paulo, já motivou tentativas de suicídio de pelo menos 12 garotas desde o ano passado no Grajaú, Parelheiros e Embu das Artes, segundo apuração da reportagem do R7 com os movimentos sociais que fazem atendimento às garotas. (mais…)

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28 de maio, Divas parideiras e o protagonismo no parto

População Negra e Saúde

Se aproxima o dia 28 de maio,  Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher e o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna. E vi as fotos das Divas parideiras, pensando no corpo como político e que a autonomia sobre ele abre espaço para as escolhas e desejos de seguir naturalmente a vida. Que possamos pensar na humanização do parto como uma ação política, refletido no corpo das mulheres, um corpo político, empoderado e com dona! E que a participação dos homens também seja um processo de empoderamento e protagonismo deles na paternidade! (mais…)

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Novos migrantes em Florianópolis

Elaine Tavares – Palavras Insurgentes

O grande jornalista Marcos Faerman contava uma história engraçada, mas que lembra bem o que quero ilustrar aqui. Ele dizia que, naqueles anos de chumbo da ditadura militar, quando ele via entrar na redação um guri cabeludo ou uma guria descolada, com sandálias e bolsa de couro, já vaticinava:  vai dar bom! E não dava outra. Era os “hippies”, por seu compromisso com a vida e com o amor os que se constituíam os melhores contadores de história. (mais…)

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Relatório com balanço das Relatorias em Direitos Humanos será apresentado em audiência na Câmara

Plataforma Dhesca

Na próxima quarta-feira (27) será lançado em Brasília o relatório “Relatorias em Direitos Humanos 2012-2014”, que traz um balanço das missões de investigação de violações de direitos humanos e ações de incidência realizadas no último mandato. O documento traz ainda artigos sobre desenvolvimento e direitos humanos e laicidade e fundamentalismo. (mais…)

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Há um canto especial no inferno para quem diz “Tá com dó? Leva pra casa!”, por Leonardo Sakamoto

Leonardo Sakamoto

A frase faz sucesso nas redes sociais.

É proferida ad nauseam quando o tema é a dura barra enfrentada pela gente negra, índia e parda, fedida, pobre, drogada e prostituída. É só falar da necessidade de políticas específicas que garantam qualidade de vida para esse pessoal que a abobrinha é vociferada. (mais…)

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Empoderar gestante – curso sobre o protagonismo do parto

População Negra e Saúde

O empoderamento da gestante é fundamental para a redução da mortalidade materna, direito a informação se reverte em um acesso mais qualitativo aos serviços de atenção a mulher na gravidez, no parto, no aborto e no puerpério. Desta forma a professora e pesquisadora Dr. Isabel Cruz, criou um aplicativo por meio do Núcleo de Estudos sobre Saúde e Etnia Negra/UFF um curso online Protagonismo do Parto, que pode muito contribuir para o empoderamento da gestante. (mais…)

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Jogados aos leões

Interesses e crenças pessoais estão por trás do apoio de deputados à redução da maioridade penal; estatísticas e fatos desmentem mito de impunidade e periculosidade de adolescentes, principais vítimas de homicídio no país

por Andrea Dip – Agência Pública

“Todo mundo dizia que eu não iria passar dos 15. Mas ó, tô aqui, firme e forte, 29 anos, venci a estatística. Um homem feito, trabalhador. Mas passei meu veneno na Fundação Casa, vou dizer. Na época era Febem ainda. Tudo começa porque a gente não tem estrutura aqui na periferia. A molecada corre pra onde? Pra rua. O refúgio é rua, sempre foi. Eu recebi educação da minha mãe, guerreira, criou sozinha cinco filhos. Mas quem me ensinou mesmo foi a rua. Já passei fome na rua, já bati na rua, já apanhei na rua”, conta Pixote, na pracinha perto da sua casa, no Jardim Vazame, região metropolitana de São Paulo. (mais…)

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