Com protesto de centenas de camponesas, CTNBio adia decisão sobre eucalipto transgênico

Para especialistas, a implementação dessa variedade geraria impactos ambientais preocupantes em microbacias hídricas e no meio ambiente

Por Vivian Fernandes, Brasil de Fato

A reunião da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), desta quinta-feira (5), que iria decidir sobre a liberação de novas variedades de plantas transgênicas no Brasil foi ocupada por cerca de 300 camponeses da Via Campesina.  (mais…)

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CTNBio, Não queremos mais transgênicos!

CTNBio deve aprovar no próximo dia 5 de março mais sementes modificadas. Devem estar achando pouco: vem mais veneno por aí!

Agrotóxico mata

O Brasil já é líder, junto com os EUA, no uso de agrotóxicos e sementes transgênicas que precisam de mais agrotóxico. Nossa soberania agrícola está nas mãos de 6 empresas que, se amanhã resolverem não vender mais sementes, comprometem todo o sistema agrícola nacional. (mais…)

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Carta aos Ministérios representados na CTNBio sobre autorização para plantio de eucalipto transgênico pela Suzano/FuturaGene

A todos os Ministérios representados na CTNBio, com cópia para a Presidente e demais membros*

Exmo. Senhores/as, Ministros/as, e Sra. Presidente substituta da CTNBio,

Através desta, vimos expressar nossa profunda indignação com uma possível decisão da CTNBio pela autorização do plantio comercial do eucalipto GM pela empresa de biotecnologia de propriedade da empresa de papel e celulose Suzano, a FuturaGene. Essa decisão, que visa apenas beneficiar um segmento do setor privado do país, poderá ser tomada na próxima reunião da Comissão, marcada para o dia 5 de março de 2015, em Brasília.   Se o pedido for aprovado, será uma decisão sem precedentes, não só no Brasil, mas em toda a América Latina e inclusive em  nível global. (mais…)

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CTNBio vota liberação do eucalipto transgênico dia 5 próximo

Ubervalter Coimbra, Século Diário

A data da liberação dos plantios transgênicos do eucalipto no país está marcada: a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) pautou o tema para o dia cinco de março próximo. Com a medida, a colheita da planta para uso industrial será feita com cinco anos, aumentando os danos ambientais provocados pela monocultura.

Atualmente o corte do eucalipto é feito aos sete anos. No Espírito Santo, a Aracruz Celulose (Fibria) começou a plantar eucalipto na década de 60. (mais…)

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Sementes crioulas X transgênicos: a agricultura familiar e o agronegócio nos próximos quatro anos

Conversamos com Gabriel Fernandes, assessor técnico da AS-PTA – Agricultura Familiar e Agroecologia, sobre o atual contexto político brasileiro e os desafios que ele traz para o campo de valorização das sementes crioulas

Por Débora Britto – Centro Sabiá

Em 2014, o Brasil elegeu deputados e senadores que renderam ao Congresso Nacional o rótulo de “mais conservador” desde a redemocratização do país. A bancada ruralista na Câmara Federal reelegeu 64% de seus deputados e, no Senado, haverá pelo menos 21 parlamentares afinados com os interesses do setor do agronegócio brasileiro. (mais…)

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O agronegócio sustenta o Brasil ou o Brasil sustenta o agronegócio?

Amigos da ENFF

A  OCDE – Organização Mundial de Comercio e Desenvolvimento – criou um indicador para medir o grau de subsidio agrícola em cada pais, que se chama PSE (PERCENTAGE PRODUCER SUPPORT ESTIMATE).

Por esses critérios, a organização avalia que no BRASIL, os fazendeiros do agronegócio que produzem para exportação receberam subsídios do governo equivalentes a: (mais…)

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Ascema Nacional repudia a nomeação de Kátia Abreu para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

A Diretoria Executiva da Ascema Nacional, entidade que representa os servidores da carreira dos órgãos ambientais federais – Ministério do Meio Ambiente, Ibama, Instituto Chico Mendes e Serviço Florestal Brasileiro –, manifesta seu repúdio à nomeação da Senadora Kátia Abreu para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Atualmente, o Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo. Na contramão de movimentos que buscam reduzir seu uso indiscriminado que, sabidamente, oferece risco tanto aos que aplicam os defensivos quanto aos que se alimentam dos produtos contendo tais substâncias, Katia Abreu disse publicamente que pobres precisam de alimentos com agrotóxicos e atua incisivamente na liberação do uso do que ela chama de “defensivos agrícolas”. Ao mesmo tempo, em relação aos organismos geneticamente modificados, tendo em vista seu apoio neste tipo de biotecnologia, temos receio sobre a forma como seu ministério conduzirá este tema. É de sua autoria, por exemplo, o Projeto de Decreto Legislativo n° 90/2007, que visa sustar a aplicação de dispositivos que obrigam o fornecedor a informar ao consumidor, na embalagem, que o produto tem origem transgênica. (mais…)

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Plantações Geneticamente Modificadas: ficção corporativa

Por Vandana Shiva, na Página do MST

Como o ano novo começa, sinto-me compelida a refletir sobre como ficções e construções abstratas estão governando-nos; a natureza de ser e de existência está sendo redefinida em tais aspectos fundamentais que a própria vida está ameaçada. Quando as corporações que foram projetadas como construções jurídicas afirmam “pessoalidade”, então, pessoas reais — que ficam na fila para votar, mantém os meios de subsistência e cria famílias — perdem os seus direitos. (mais…)

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¿Quién aprueba los transgénicos en Argentina? Un negocio atendido por sus dueños

Un organismo clave en la autorización de transgénicos está dominado por las empresas del agro y por científicos vinculados al sector privado. Monsanto, Syngenta, Ledesma y Dow, entre otras corporaciones, se ubican a ambos lados del mostrador. Los conflictos de intereses y el Estado cómplice.

Por Dario Aranda*, Servindi

Las multinacionales Monsanto, Bayer, Syngenta y Dow son algunas de las empresas que tienen injerencia en la aprobación de los transgénicos que esas mismas empresas impulsan. Se trata de la Conabia (Comisión Nacional de Biotencología), donde también participan empresas “nacionales” (Biosidus y Don Mario) y las cámaras empresarias. (mais…)

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