Violência no campo impera no estado do Maranhão

CPT – Nos últimos dias, uma onda de violência rural, patrocinada pelo agronegócio, promoveu diversas violações aos direitos de povos originários e de trabalhadores e trabalhadoras rurais no Maranhão. A história de violência e tragédia se repete, com a vigorosa omissão do Estado brasileiro. No artigo, confira alguns casos recentes de conflitos: 

Por Diogo Cabral, advogado CPT/MA

1. No dia 16.06.2015, a liderança rural Francisco de Souza dos Santos, do território Campestre, zona rural de Timbiras (MA), sofreu tentativa de homicídio quando retornava para sua casa, localizada no Povoado Canafístula. Francisco vinha sendo ameaçado de morte há algum tempo por conta de sua luta pela emancipação do território tradicional ocupado por mais de 300 famílias. Em que pese referida situação, não se tem notícia de instauração de Inquérito Policial a fim de apurar tal crime, notadamente um crime político. Vale lembrar que em fevereiro de 2014, nesse mesmo território, Raimundo Brechó, também liderança camponesa, foi barbaramente assassinado, em razão do conflito, que perdura há mais de 30 anos, sem que o Estado intervenha para acabar com essa situação.  (mais…)

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Trabalhadoras entregam pauta da Marcha das Margaridas para Dilma

Ato será realizado nesta sexta-feira (3) na Praça dos Três Poderes. Representante do movimento diz que marcha ocorre para expressar a voz das mulheres por uma sociedade igualitária

por Redação RBA

A presidenta Dilma Rousseff receberá amanhã (3) a pauta da 5ª Marcha das Margaridas, que será realizada em 12 de agosto, em Brasília. O movimento é voltado à defesa dos direitos trabalhistas para as mulheres. O tema deste ano é “As margaridas seguem em marcha por desenvolvimento sustentável, com democracia, justiça, autonomia, igualdade e liberdade”. (mais…)

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Encontro em Luiziânia debate os desafios da saúde do campo

Para os participantes, é preciso ampliar o debate sobre qual sistema de saúde que se almeja numa perspectiva popular, tanto em relação à tecnologia quanto ao conhecimento

Por Iris Pacheco
Da Página do MST

Entre os dias 25 a 28 de julho, trabalhadores e trabalhadoras Sem Terra participam do encontro nacional do setor de saúde do MST, em Luiziânia (GO), onde debatem os desafios da saúde do campo na Reforma Agrária Popular. (mais…)

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Justiça determina que sem-terra deixem fazenda de senador em Goiás

Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil

O Tribunal de Justiça de Goiás deu prazo de 72 horas para que as famílias de sem-terra que ocupam uma fazenda do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) deixem o local.

O mandado de reintegração de posse, assinado pela juíza Célia Regina Lara, da comarca de Corumbá de Goiás, com data de ontem (23), determina que os ocupantes deixem o local pacificamente em até 72 horas, após serem notificados da decisão judicial. (mais…)

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Acusados por chacina em Miraporanga são condenados

Quatro homens foram condenados por triplo homicídio ocorrido em março de 2012. As vítimas pertenciam ao Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST). As condenações, juntas, somam 99 anos de prisão em regime fechado

Correio de Uberlândia, na CPT

José Alves de Sousa, Rafael Henrique Afonso, Willian Gonçalves da Silva e Rodrigo Cardoso Fric, acusados de matar três pessoas de uma mesma família, em março de 2012, no Distrito de Miraporanga, em Uberlândia, foram condenados, juntos, a 99 anos de prisão em regime fechado. O júri popular aconteceu nesta segunda-feira (23) e durou cerca de 15 horas. (Imagem acima mostra as três vítimas) (mais…)

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Atentado ao “Acampamento Primeiro de Maio”, no Pontal do Paranapanema (SP)

Na última terça-feira (16), por volta das 08h00, cinco homens armados com revólveres e espingardas calibre 12 atacaram o Acampamento Primeiro de Maio, localizado numa área rural da FEPASA (Ferrovia Paulista S.A.), no município de Euclides da Cunha Paulista (SP).

CDH – ELS, na CPT

Os homens chegaram de carro, cercaram o acampamento e iniciaram os disparos contra os barracos. No momento só havia uma pessoa cuidando do local, quando viu a movimentação procurou se proteger e pediu “clemência por sua vida”. Um dos homens se aproximou e disse que daria até o dia seguinte para todos deixarem o local, caso contrário retornariam. Em seguida atiraram no cachorro de uma das acampadas e atearam fogo em todos os barracos, queimando roupas, fogões, móveis e demais pertences das famílias. (mais…)

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