“Já que os africanos assim falavam,
Isso me compraz!”[2]
Por Tania Pacheco[1]
Uma fazenda de engorda foi a finalidade que a família Breves deu a parte do território da Marambaia, no século XIX. Só que o “gado”, por mais debilitado que estivesse ao chegar, andava sobre dois pés. Um “gado” negro, caçado na África, parcialmente exterminado nos porões infectos dos navios usados na travessia, que precisava ser “forrado” para ser vendido. Alguns permaneceriam, entretanto, trabalhando nas terras da família. É de seus descendentes que falamos, quando tratamos da luta dos remanescentes do Quilombo da Marambaia. (mais…)

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