Belo Monte: mega-propina, mega-riscos e mega-custos. E o BNDES?, por Telma Monteiro

O relatório “Mega-projeto, Mega-riscos”, publicado em 2010, alertou que Belo Monte seria uma mega-obra com mega-riscos para a sociedade. Esse relatório nunca foi tão atual. Hoje (25) as notícias veiculadas pela mídia nos dão conta de que o diretor-presidente da Camargo Corrêa, Dalton Avancini, denunciará o pagamento de mais de R$ 100 milhões em propina pagos para fazer Belo Monte. A análise dos custos feitos no relatório é um claro indício que só poderia haver falcatrua já que o projeto não se sustenta economicamente. Não dá para pagar tudo isso de propina se não houver sobrepreço.  Por que, então, o BNDES ignorou a avaliação dos riscos, também apontados no relatório, que assombram o empreendimento, desde que ele foi planejado? As recentes denúncias de propina em Belo Monte, já desencadeadas durante a operação Lava Jato, talvez nos tragam as respostas.

Telma Monteiro

O Banco Brasileiro de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está financiando 80% do custo de Belo Monte que, oficialmente, está em R$ 25,9 bilhões. Contrariando regras básicas de economia, o Conselho Monetário Nacional (CMN) tomou a decisão, em abril de 2010, de repassar mais recursos ao BNDES, sacados do Tesouro Nacional, para financiar hidrelétricas, especificamente Belo Monte. (mais…)

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Ecuador: Megadistrito minero en Cordillera del Cóndor significaría etnocidio para pueblo Shuar

Servindi, 25 de marzo, 2015.- Una delegación ecuatoriana denunció que la intención de convertir la Cordillera del Cóndor -fronteriza con el Perú- en un distrito megaminero significaría el etnocidio del pueblo Shuar. Así lo expuso en una sesión de la Comisión Interamericana de Derechos Humanos (CIDH) efectuada el 17 de marzo. (mais…)

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Articulação “Igrejas e Mineração” participará do Fórum Social Mundial 2015 em Túnis

As igrejas, o Fórum Social Mundial e a violência da mineração. Confira artigo do padre Dario Bossi, da articulação Justiça nos Trilhos sobre a participação da “Igrejas e Mineração” no Fórum Social Mundial 2015, que teve início hoje em Túnis, na Tunísia.

Padre Dario Bossi, Justiça nos Trilhos

O Fórum Social Mundial (FSM) é uma iniciativa dos movimentos sociais de diversas partes do mundo que entende contrapor à globalização econômico-financeira uma articulação daqueles que sonham, pensam e constroem um “outro mundo possível”. (mais…)

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Perú: Ordenan revisar viabilidad del mega proyecto minero Conga

Máximo Tribunal da razón a los argumentos constitucionales de Grufides que presentó demanda interpretando el sentir mayoritario de la población cajamarquina

Servindi – El Tribunal Constitucional (TC) ordenó que el Poder Judicial de Cajamarca admita a proceso la demanda de amparo que solicita proteger el derecho de vivir en un ambiente sano y adecuado, el cual se encuentraría amenazado por el mega proyecto minero Conga. (mais…)

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Expansão da maior mina de ouro do país assusta moradores de Paracatu

Paula Laboissière – Enviada Especial Agência Brasil

Localizada na região noroeste de Minas Gerais e conhecida como Cidade do Ouro, Paracatu conta atualmente com a maior mina de ouro do país e a maior do mundo a céu aberto. A mineração no chamado Morro do Ouro, liderada pela empresa canadense Kinross Gold Corporation, representa a principal atividade industrial para a geração de emprego e renda na região, mas assusta moradores do pequeno município. (mais…)

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Para especialistas, atividade de mineradora em Paracatu pode causar danos à saúde

Proximidade da empresa extratora com a cidade põe em risco o meio ambiente e a saúde da população. Estudos demonstraram que o arsênio presente na poeira pode ser absorvido pelo corpo

Por Mariana Laboissière, Correio Braziliense/EM

A 200km da capital da República, moradores da cidade mineira de Paracatu vivem dias de preocupação. Em quase 30 anos de exploração de ouro na região por mineradoras, nunca se falou tanto sobre os riscos da atividade aos recursos naturais e à população, que convive lado a lado com a maior extratora do país nesse segmento, sob o comando, desde 2005, da empresa canadense Kinross Gold Corporation. Apenas 250 metros separam a área, de mais de 11,9 mil hectares, da zona urbana, fator considerado alarmante, segundo especialistas. (mais…)

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