Haitianos que sofreram ataque vão a hospital para avaliar retirada de projéteis

Daniel Mello – Repórter da Agência Brasil

Os  três haitianos que ficaram com projéteis alojados no corpo após sofrerem ataques no início deste mês, em São Paulo, devem passar por mais uma avaliação médica hoje (10), no Hospital Tatuapé. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o grupo deverá ser encaminhados para uma cirurgia para remover a munição. (mais…)

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Com ‘selfies’ da mão, artista questiona racismo e intolerância

Camilla Costa, da BBC Brasil em São Paulo

“Aceita?” é a pergunta com a qual o artista plástico paulistano Moisés Patricio, de 26 anos, oferece a mão – quase literalmente – a seus seguidores no Instagram.

Há quase dois anos, ele se impôs o desafio de publicar uma foto por dia na rede social, como parte de um projeto que questiona o racismo e a intolerância religiosa de cada dia, motivado pela própria experiência. (mais…)

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ES – MPF pede retirada imediata de estação de esgoto em aldeia indígena

Procuradoria também defende indenização por danos morais e materiais

MPF/ES

O Ministério Público Federal (MPF) quer a retirada imediata de uma estação de tratamento de esgoto construída próxima à aldeia Piraquê-Açu, habitada por índios guaranis, em Aracruz, no litoral do Espírito Santo. Também requer ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) que condene a empresa Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), responsável pela estação, a indenizar a população indígena por danos morais e materiais devido aos transtornos. (mais…)

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Escolas devem combater homofobia que vem de casa, diz especialista da ONU, por Leonardo Sakamoto

No Blog do Sakamoto

“Crianças podem aprender atitudes homofóbicas de seus pais, mas as escolas devem fazer todo o possível para combater os estereótipos negativos e promover a aceitação.” A análise é de Charles Radcliffe, chefe da seção de assuntos globais do escritório para direitos humanos da ONU em Nova York. Pertinente para este momento em que se discute, no Brasil, se esse assunto deve ou não ser tratado em sala de aula.

Charled também é conselheiro sobre orientação sexual e identidade de gênero nas Nações Unidas, atuando para conscientizar sobre a violência contra lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersexuais. Ele, que também possui uma página sobre o tema no Huffington Post, falou a este blog sobre as conquistas dos últimos anos – e a reação conservadora. (mais…)

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Revolução indígena, cura e resistência por meio da música

Por Redação Yandê/Renata Machado | Tradução: José Jefferson

 

O rapper Lakota, Frank Waln falou com exclusividade a Rádio Yandê, primeira mídia brasileira que o entrevistou sobre seu trabalho.Conhecido por suas letras de valorização e respeito as culturas indígenas norte americanas, ele consegue combater os esteriótipos presentes na sociedade envolvente e mídias.

Frank é um jovem lakota, da Reserva Rosebud em South Dakota nos Estados Unidos, que conquistou um espaço de destaque com sua música. É um dos 12 indígenas americanos apontados no BuzzFeed por estarem fazendo a diferença. Não apenas incentivando toda uma geração, mas despertando o orgulho indígena e trazendo com suas rimas, sentimentos e críticas sobre a colonização. Ele realiza workshops fazendo conscientização ambiental e política sobre a questão indígena em seu país. A resistência indígena norte americana aposta na conscientização e empoderamento cultural como as principais armas para a revolução.

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A perspectiva do feminismo negro sobre violências históricas e simbólicas

Por Djamila Ribeiro, no Blog da Boitempo

Este artigo foi escrito como texto-base para participação no debate de lançamento do livro Bala perdida: a violência policial no Brasil e os desafios para sua superação, em 29 de julho de 2015: “Violência policial: causas, efeitos e soluções”. 

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É fundamental explicitar as grandes distâncias que ainda separam homens e mulheres e negros e brancos no Brasil. O retrato das desigualdades no Brasil mostra como racismo e sexismo são elementos estruturantes que mantém as violências históricas contra a população negra. (mais…)

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Não existe bala perdida. Sobre as prováveis violências policiais no Brasil

Por João Alexandre Peschanski*, no Blog da Boitempo

Este artigo foi escrito como texto-base para participação no debate de lançamento do livro Bala perdida: a violência policial no Brasil e os desafios para sua superação, em 29 de julho de 2015: “Violência policial: causas, efeitos e soluções”. Nele, proponho uma discussão, a partir da sociologia, sobre o papel da violência do Estado nas relações sociais e nas estratégias de transformação política. Ele pode ser lido como uma continuidade daquilo que, com o cientista político Renato Moraes, desenvolvi no capítulo “As lógicas do extermínio”, do livro. Nesse sentido, o artigo trata menos as “causas” da violência policial e mais seus “efeitos” e “soluções”, como diz o título do debate. (mais…)

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Saúde da População negra: uma mortalidade que não pode mais ser invisível

Pesquisadores e movimentos sociais presentes no Abrascão 2015 expuseram as falhas no pré-natal e a anemia falciforme

Por Kalyne Menezes, na Abrasco

Políticas Públicas em Saúde da População Negra foi o tema de discussão no 11º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, o Abrascão 2015. O assunto foi debatido pelos pesquisadores Maria do Carmo Sales Monteiro, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp); Edna Maria de Araújo, da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS/BA); por Altair dos Santos Lira, da Federação Nacional das Associações de Pessoas com Doenças Falciformes (Fenafal/BA) e pesquisador associado da Universidade Federal da Bahia (UFBA); e Maria Inez Montagner, da Universidade de Brasília (UnB). A coordenação da mesa esteve a cargo de Rui Leandro da Silva, integrante do Comitê Técnico de Saúde da População Negra do Ministério da Saúde. (mais…)

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