Maioria dos assassinatos de mulheres no México ainda não é investigada como feminicídio

Por Cristina Fontenele*, na Adital

O número de feminicídios no México tem atingido altos índices nos últimos anos. Segundo dados do último informe do Observatório Cidadão Nacional do Feminicídio (OCNF), entre 2011 e 2013, foram assassinadas 3.892 mulheres nos 31 estados do país e no Distrito Federal, dos quais apenas 613 (15,75%) casos foram investigados como feminicídio. Destes, somente 1,6% resultaram em sentenças. (mais…)

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Carta do Encontro de Capacitação Internacional de Mulheres Indígenas e Direitos Econômicos

O Encontro de Capacitação Internacional de Mulheres Indígenas e Direitos Econômicos, realizado na cidade Brasilia/DF, nos dias 05 a 07 de maio de 2015, organizado pelo Enlace Continental de Mulheres Indígenas das Américas/ECMIA, que na sua atuação vem desenvolvendo todo um processo de empoderamento dos direitos das mulheres indígenas, incidindo nos organismos internacionais e do Estado, para a formulação e programas relacionados a saúde, que contemplem e fortaleçam as mulheres indígenas e a juventude. (mais…)

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ONU: parteiras podem evitar dois terços das mortes de mães e recém-nascidos

Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil

No Dia Mundial da Parteira, lembrado hoje (5), o Fundo de População das Nações Unidas (Unfpa) destacou que o trabalho das parteiras pode evitar cerca de dois terços de todas as mortes maternas e entre recém-nascidos registradas no mundo. A estimativa do fundo é que o serviço dessas profissionais salve 300 mil mulheres e 3 milhões de bebês todos os anos. (mais…)

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Para debatedores, jovens negros e mulheres que abortam são as grandes vítimas da violência no Brasil

Em 2012, houve 56.337 homicídios no Brasil. Deste total, 30.072 eram jovens de 15 a 29 anos, dos quais 71,5% eram negros. O número de mortes entre jovens brancos vem caindo, enquanto o de negros aumentou 32,4% desde 2001

Por Agência Senado

Os jovens negros do sexo masculino são as maiores vítimas da violência no Brasil, assim como são os mais encarcerados. As mulheres que abortam são discriminadas no atendimento nos hospitais, sofrem violência obstétrica e têm o sigilo entre paciente e profissional de saúde violado ao ter o crime denunciado, a despeito da proteção aos direitos humanos. Essas impressões já generalizadas entre a população foram confirmadas durante a audiência pública que discutiu o relatório de fevereiro de 2015 da Anistia Internacional sobre violação aos direitos humanos, nesta quinta-feira (30). (mais…)

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Cedeca RO acompanha visitas de pais em unidades socieducativas

A rotina dos pais e mães que visitam os adolescentes internos na Unidade de Internação Sentenciados I foi acompanhada pela equipe do Projeto Fazendo a Diferença, executado pelo Centro de Defesa da Criança e do Adolescente ‘Maria dos Anjos’ – Cedeca/RO, na manhã de quinta-feira (30), em Porto Velho.

Na oportunidade, a equipe aproveitou para ouvir os responsáveis sobre diversas situações. A principal queixa é quanto à revista vexatória (intima), como procedimento obrigatório para entrada na unidade.  (mais…)

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Kunha Gevy – O que é ser mulher indígena hoje?

MPF/MS

O momento turbulento pede reflexão. Estamos em 2015. Ano marcado pela Lei do Feminicídio, que prevê penas mais rígidas para assassinato de mulheres. Ela vem se juntar à Lei Maria da Penha, considerada pela Organização das Nações Unidas (ONU) uma das três melhores leis de proteção à vida da mulher. Também estamos em época de Mobilização Nacional Indígena, contra a PEC 215, que transfere a demarcação de terras indígenas do Poder Executivo para o Congresso Nacional. (mais…)

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“Queremos construir um socialismo revitalizado, onde desapareça a diferença de gênero”

A camponesa chilena Francisca Rodrigues fala sobre o papel da mulher latino americana num processo de transformação radical da sociedade

Da Cloc – Via Campesina / MST

Há muitos anos atrás, a camponesa chilena Francisca Rodrigues produzia flores em sua cidade natal. Com o processo de luta de seu povo, passou a “produzir organizações”, como bem descreve. (mais…)

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Quatro mil mulheres sairão às ruas para defender seus corpos, seus trabalhos e territórios

IV Ação Internacional das Marcha Mundial das Mulheres | V Marcha do Coletivo de Mulheres Organizadas do Norte de Minas

Marcha Mundial das Mulheres MG

Nos dias 17 a 19 de abril, quatro mil mulheres de diversas regiões de Minas Gerais se encontrarão em Varzelândia, cidade do norte do estado, para a realização da V Marcha das Mulheres do Norte. Neste ano, o ato fará parte da IV Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres. (mais…)

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A revolução será costurada: arpilleras

Como as arpilleras, movimento iniciado nos anos 1970 por um grupo de bordadeiras chilenas, vieram até o Brasil para se transformar no grito de resistência das mulheres contra a violência

Por Renata Penzani, na Revista da Cultura

“Lucía, Lucía, a panela está vazia.” Essas palavras, transformadas em estribilho, podiam ser ouvidas em quase todos os protestos contra o governo de Pinochet, no Chile dos anos 1970-1980. Lucía, a mulher do ditador, era invocada por minorias sociais afetadas pela pobreza, fome e violência decorrentes do regime ditatorial. Este é apenas um dos fragmentos de história retratados nas chamadas “arpilleras”, uma técnica de bordado sobre sacos de farinha ou batata que por muitos anos foi as mãos e os braços das mulheres na luta contra a realidade política do Chile. Narrando a história de suas famílias e comunidades com agulhas e retalhos de tecido, as arpilleristas recriaram a tarefa de repensar a sociedade. (mais…)

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