Tal qual os ventos de julho, a nova edição pulveriza a força das culturas em luta e escoa por suas páginas outras vozes e olhares. São as Américas Latinas, múltiplas também pelas vistas das telas da rede de televisões públicas e culturais latino-americana, a TAL.
Assim como as chuvas que trazem o inverno, a edição Nº 17 vem para desintegrar convicções e semear outros tempos, abrindo passagem à reflexão. Ela marcha pela liberdade junto das mulheres originárias nas ruas da capital portenha, reconhecendo em suas bandeiras as cores e filosofias de suas existências, como o Buen Vivir que luta pela convivência harmônica entre os povos tradicionais no mundo globalizado. Nas mesmas ruas, a edição cruza com outras mulheres, também em marcha, mas pelo fim do feminicídio e do silêncio de suas irmãs.

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