Povo Ka’apor realiza encontros e rodas de conversa em preparação à Conferência Nacional de Política Indigenista no Centro de Formação Saberes Ka’apor

Nos dias 18, 19, 20 e 21 de julho de 2015, no Centro de Formação de Saberes Ka’apor, primeiro Ka’a usak ha (área de proteção) criada em 2013 para proteger nosso território realizamos do nosso jeito com nossas lideranças do nosso Conselho de Gestão Ka’apor, Conselho das aldeias e lideranças Ka’apor uma grande conversa sobre os temas Conferência Nacional de Política Indigenista. Sob a proteção de nossa floresta e forças de Mair Tamui (Aquele que criou no inicio tudo que existe hoje) iniciamos nosso encontro, nossas rodas de conversas com muita vontade de continuar mudando nossa vida para uma realidade melhor em nome de nosso Janderuhã ha ka’a rehe (Nossa Floresta é nosso plano de vida).

Durante nosso deslocamento e nossa conversa com as lideranças chegou notícias de caminhões madeireiros entrando em nosso território, lideranças das áreas de proteção sendo perseguida e ameaçada em um ramal do município de Nova Olinda do Maranhão. Segundo as lideranças, a pessoa tinha as mesmas características do assassino que atirou em nosso parente Eusébio Ka’apor solto e fazendo ameaças na entrada das aldeias. Com isso, tivemos que tomar providencias. Como a Funai não enviou para nós e nossa CTL local os temas e programação da preparação da conferência local no Estado, resolvemos por conta própria realizar conversa e tomar decisões. (mais…)

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A arte de ignorar a natureza

Engevix, Leme e CNEC-WorleyParsons: conheça as três empresas que se revezam na elaboração de estudos de impacto ambiental das maiores usinas hidrelétricas do país. Para acelerar o início das obras, vale tudo

“A luta nossa, menina, tem sido pesada demais”, descreve o pescador Ademar Leôncio, que em seguida passa a palavra para a lavadeira Jovecília de Jesus continuar a história. Sentados em uma mesa da casa do extrator de pedra e areia Reinaldo Oliveira, o Reinaldão, os três contam como foi a chegada da hidrelétrica de Itapebi, em Salto da Divisa, Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais. O município, com 7 mil habitantes, está localizado às margens do rio que dá nome à região. Mas o que sobrou dele depois da construção da barragem, em 2003, foi um grande lago sujo, infestado de aguapé, planta que se espalha em águas poluídas. Até mesmo a cachoeira Tombo da Fumaça, um dia tombada como patrimônio histórico estadual e municipal, foi alagada e sumiu. Das promessas feitas pela empreiteira, poucas foram cumpridas. Menos da metade dos extratores e dos pescadores recebeu indenização. A cidade não viu o prometido desenvolvimento. Pelo contrário, a sensação é que Salto da Divisa parou no tempo. (mais…)

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Perú: Comunidad Kana presentó demanda de amparo por omisión de consulta previa en minería

La comunidad campesina de Huisa pertenece al pueblo originario Kana, y autoridades pro mineras arrasaron con sus derechos comunales e ignoraron derecho a la consulta previa

Servindi – La comunidad campesina de Huisa, una de las más dañadas por la operación minera en la provincia de Espinar, interpuso una demanda de amparo por incumplirse su derecho a una consulta previa en todo el proceso de concesión, exploración y explotación de la mina Antapaccay. (mais…)

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Albó: “Pueblos indígenas deben unirse para hacer prevalecer la consulta previa”

El sacerdote explicó que el Gobierno maneja un “doble discurso” y aunque advierte el impacto ambiental, las autoridades le dan menos importancia a éste

Servindi – El sacerdote jesuita y especialista en temática indígena Xavier Albó manifestó que los pueblos indígenas bolivianos “deben unirse” para hacer prevalecer la consulta previa en sus territorios antes de que el gobierno ejecute megaproyectos en áreas protegidas y territorios indígenas. (mais…)

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Dom Erwin Kräutler: “O caos estava programado de antemão”

Por Alan Azevedo, Revista Greenpeace, no Cimi

138 índios assassinados (sem contar as tentativas de homicídio), 135 suicídios, 785 crianças indígenas mortas, 118 casos de morosidade na regularização de terras e 84 invasões possessórias. Isso apenas em 2014, segundo o relatório Violência contra os povos indígenas do Brasil, do Conselho Indigenista Missionário (CIMI). (mais…)

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quilombo

STF pode julgar este semestre o direito dos quilombolas às terras onde vivem

Ubervalter Coimbra – Seculo Diario

O Supremo Tribunal Federal (STF)  pode julgar o direito dos quilombolas às terras onde vivem neste semestre.  A Advocacia-Geral da União (AGU) defende que os remanescentes das comunidades quilombolas têm  o direito constitucional à propriedade definitiva das terras onde vivem. No STF, o Partido da Frente Liberal (PFL, atual Democratas/DEM) questionou a constitucionalidade Decreto nº  4.887/03. (mais…)

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Lideranças indígenas pedem cumprimento do direito ao território tradicional e bem estar coletivos dos povos indígenas

Mayra Wapichana, Assessoria de Comunicação do CIR

Em mais uma etapa local da Conferência Nacional de Política Indigenista, realizada em Roraima, desta vez, reuniu quatro regiões Serra da Lua, Amajarí, Taiano e Murupú, nos últimos dias 14, 15 e 16 de julho, na comunidade indígena Araçá, região do Amajarí, lideranças indígenas reforçaram o pedido pelo cumprimento do direito aos territórios tradicionais e bem estar coletivo dos povos garantidos na Constituição Federal de 1988 que, segundo as lideranças, ainda não estão sendo cumpridos e nem respeitados. (mais…)

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Cimi Regional MT reafirma luta contra destruição dos rios e pela demarcação de terras

Assessoria de Comunicação e Regional Mato Grosso – Cimi

Pode-se dizer que o Cimi nasceu nas terras indígenas do Mato Grosso, no início da década de 1970. E os missionários e missionárias que por ali atuam realizaram nos últimos dias a 41ª Assembleia do Cimi Regional MT. Permeados pelos desafios dos povos indígenas frente à conjuntura desfavorável aos direitos constitucionais, o regional denuncia as desastrosas ações desenvolvimentistas do governo federal no estado. (mais…)

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Congresso para; questão indígena não

Com um primeiro semestre repleto de polêmica acerca da questão indígena, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal pausam suas atividades em recesso de 11 dias, somente retomando as atividades em 1º de agosto. Enquanto a problemática fica no ar, o Greenpeace faz um apanhado do que aconteceu (e do que deixou de acontecer) nesse primeiro semestre de legislatura, trazendo também perspectivas do que está por vir após o recesso parlamentar

Greenpeace Brasil / IHU On-Line

Abril Indígena: a resistência dos povos

Promovida pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), a Semana de Mobilização Nacional Indígena levou mais de 1,5 mil índios para acampar na Esplanada dos Ministérios, às vistas do Congresso Nacional, em abril desse ano. Conhecido como “Abril Indígena”, a mobilização mostrou grande força e poder de resistência dos povos tradicionais contra as iniciativas anti-indigenistas dos parlamentares. (mais…)

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