Indígena é morto por investigador da PC no Careiro da Várzea

Versões de familiares e da PC divergem. Polícia alega que investigador agiu em legítima defesa; irmã afirma que morte foi motivada por rixa

Carla Albuquerque – DEZ Minutos / D24

Manaus – O agricultor Demerson Oliveira Salgado, 19, indígena da tribo Apurinã, foi assassinado com três tiros, na última quarta-feira (5). Ele foi morto enquanto estava sentado na frente da casa de um amigo, no Careiro Castanho (a 102 quilômetros de Manaus). De acordo com a irmã dele, Franciele Salgado, 29, o suspeito pelo crime é um investigador da Polícia Civil, identificado por ela apenas como ‘Coutinho’. (mais…)

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Aty Guasu Guarani e Kaiowa luta contra o genocídio

Aty Guasu

Os povos Guarani e Kaiowá INJUSTIÇADOS resistem e luta pela JUSTIÇA! divulga mais uma declaração de RESISTÊNCIA.

Esta nota pública de Aty Guasu apresenta o motivo central das lutas infinitas e da resistência permanente declarada dos povos indígenas Guarani e Kaiowá pela recuperação da parcela das terras tradicionais (tekoha) Ypo’i, Guaiviry, Kurusu Amba, Apyka’i, Te’yi Jusu, Itaguá, entre outros tekoha em despejo judicial, localizadas no atual Cone Sul de Mato Grosso do Sul. (mais…)

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25 anos impune: Chacina do Acari revela falência do sistema de justiça brasileiro

Adital

Há exatos 25 anos, o Brasil e o mundo tomavam conhecimento do desaparecimento de 11 jovens no Rio de Janeiro. O episódio ficou conhecido como a “Chacina do Acari” e segue na mais completa impunidade. Os corpos nunca foram localizados e os responsáveis não foram levados à justiça. Esta realidade revela a total a incapacidade do Estado brasileiro de garantir justiça para os casos de violência policial, desaparecimentos forçados e mortes por grupos de extermínio no país. (mais…)

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Uma análise dos assassinatos em Rondônia

“A violência tem sido o soneto indissociável do latifúndio e da grilagem intocados na Amazônia Legal”. Confira artigo do advogado e professor de Direito em Rondônia, Afonso das Chagas, sobre os 10 assassinatos registrados até o momento em conflitos no campo no estado.

Afonso das Chagas*, CPT

A história de colonização do Estado de Rondônia, desde o início, conforme sustenta Octavio Ianni (IANNI, Otávio. Colonização e contra-reforma Agrária na Amazônia. Petrópolis: Vozes, 1979), caracteriza-se como contra reforma agrária, ou seja, em momento algum, desde o Programa de Integração Nacional (1970), da época dos militares, a Reforma Agrária foi tratada como política pública de Estado. A década de 1980 caracterizou-se, no recém-criado Estado de Rondônia, como um dos períodos mais sangrentos no que se refere à violência ligada à questão agrária. De lá para cá, infelizmente, a violência no campo, tem sido permanentemente associada à desorganização fundiária, a reconcentração da terra, a inércia do Órgão responsável pela Reforma agrária e ainda, de forma específica, à complacência da justiça frente ao tratamento da questão, com as variáveis da notória criminalização dos movimentos sociais e os equívocos no tratamento das terras públicas. (mais…)

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UNEGRO: Ato contra o racismo

As relações raciais estão acirradas e o racismo cresce no Brasil

A mais fiel interpretação sobre as relações raciais na atual conjuntura é de acirramento da tensão e intolerância racial, étnica e civilizatória com o crescimento do racismo no Brasil. Apesar das sucessivas políticas que visam à promoção da igualdade racial desde 2001 com a aprovação do Plano de Ação da Conferência Mundial Contra o Racismo, realizada em Durban na África do Sul, ainda registramos altos índices de marginalidade, exclusão social e genocídio contra os negros e negras. Somente entre a juventude negra, a possibilidade de um jovem negro ser assassinado é 2,5 vezes maior que a de um jovem branco.

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Mais de 8 mil pessoas foram mortas por PMs no Rio em dez anos, aponta Anistia

Vinícius Lisboa – Repórter da Agência Brasil

Mais de 8 mil pessoas foram mortas por policiais militares no estado do Rio de Janeiro entre 2005 e 2014. Na cidade do Rio, foram mais de 5 mil vítimas. Em 2014, o número de mortes em decorrência da intervenção policial correspondeu a 15,55% do total de mortes violentas intencionais registradas no estado, segundo estudo Você matou meu filho! – Homicídios cometidos pela Polícia Militar no Rio de Janeiro, divulgado ontem (3) pela Anistia Internacional. (mais…)

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Quando o Estado mata em nome da segurança, por Leonardo Sakamoto

Leonardo Sakamoto

A Anistia Internacional lança, nesta segunda (3), o relatório “Você matou meu filho – Homicídios cometidos pela polícia militar no Rio de Janeiro”. Ele traz dados inéditos sobre homicídios decorrentes de intervenção policial e evidências de execuções extrajudiciais praticadas por policiais militares na cidade.

Pedi para o historiador Atila Roque, diretor executivo da Anistia Internacional no Brasil, um texto sobre o relatório para ser publicado aqui no blog.  (mais…)

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“Peregrinação da Floresta” recorda Irmã Dorothy Stang

Uma caminhada de fé para sensibilizar a opinião pública sobre a necessidade de preservar a Floresta Amazônica e recordar Irmã Dorothy Stang, 10 anos após seu assassinato. Este foi o objetivo da “Peregrinação da floresta”, que reuniu de 23 a 26 de julho em Anapu, coração da Amazônia, jovens, agricultores e representantes da sociedade civil.

JCE News, na CPT

O motivo maior do encontro foi recordar a religiosa da Congregação de Notre Dame, nascida nos Estados Unidos e naturalizada brasileira, assassinada na manhã de 12 de fevereiro de 2005 com seis disparos à queima roupa, em uma localidade próxima à Anapu. Por mais de 20 anos, Irmã Dorothy esteve comprometida com a Comissão Pastoral da Terra (CPT), acompanhando com afinco e paixão a vida dos trabalhadores do campo, especialmente na região do Pará. (mais…)

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Nota de solidariedade da RENAP-CE ao vereador João Alfredo de pedido de Justiça ao caso da italiana Gaia

A Rede Nacional de Advogados e Advogadas Populares no Ceará/RENAP-CE vem manifestar solidariedade ao Vereador de Fortaleza-CE João Alfredo. O Vereador sofre investigação por meio de um inquérito policial, por atuar em defesa de direitos humanos fundamentais, no caso da prisão indevida da farmacêutica Mirian França. (mais…)

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Matadores de Índios: como agem os neo-bugreiros no sul do Brasil

O Indigenista

Bugreiros é o nome pelo qual ficaram conhecidos os indivíduos especializados em atacar e exterminar indígenas brasileiros e que eram contratados pelos colonos imigrantes e pelos governos provinciais do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O termo se origina da palavra bugre, como eram conhecidos pejorativamente os indígenas do sul do Brasil. Atualmente eles continuam agindo com outras armas. Entenda como pensam e o que fazem os neo-bugreiros. (mais…)

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