CTNBio vota liberação do eucalipto transgênico dia 5 próximo

Ubervalter Coimbra, Século Diário

A data da liberação dos plantios transgênicos do eucalipto no país está marcada: a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) pautou o tema para o dia cinco de março próximo. Com a medida, a colheita da planta para uso industrial será feita com cinco anos, aumentando os danos ambientais provocados pela monocultura.

Atualmente o corte do eucalipto é feito aos sete anos. No Espírito Santo, a Aracruz Celulose (Fibria) começou a plantar eucalipto na década de 60. (mais…)

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Eucalipto transgênico trará mais danos ambientais, afirma especialista

Segundo Paulo Kageyama, integrante da CTNBio, medida é apressada e visa apenas interesses empresariais

Por Maura Silva
Da Página do MST

O Brasil é um dos maiores produtores de celulose do mundo: estima-se que mais de 5 milhões de hectares sejam destinados à plantação de florestas de eucaliptos, que em 2014 fez com que seus produtores lucrassem 600 dólares por tonelada, atividade das mais rentáveis do setor. (mais…)

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Monsanto: 25 doenças que podem ser causadas pelo agrotóxico glifosato

Cientistas descobriram que pessoas doentes tinham maiores níveis de glifosato em seu corpo do que as pessoas sadias. Conheça os resultados destas pesquisas

Alexis Baden-Mayer* – Sin Permiso, na Carta Maior

A Monsanto investiu no herbicida glifosato e o levou ao mercado com o nome comercial de Roundup em 1974, após a proibição do DDT. Mas foi no final dos anos 1990 que o uso do Roundup se massificou graças a uma engenhosa estratégia de marketing da Monsanto. A estratégia? Sementes geneticamente modificadas para cultivos alimentares que podiam tolerar altas doses de Roundup. Com a introdução dessas sementes geneticamente modificadas, os agricultores podiam controlar facilmente as pragas em suas culturas de milho, soja, algodão, colza, beterraba açucareira, alfafa; cultivos que se desenvolviam bem enquanto as pragas em seu redor eram erradicadas pelo Roundup. (mais…)

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Desertificação: ‘por que este assunto não está na capa dos jornais?

Um solo produtivo leva de três mil a 12 mil anos para a sua formação, e o aumento da desertificação no mundo desmascara a ‘eficiência’ do agronegócio.

Najar Tubino, Carta Maior

É uma decisão da ONU, que desde 2013 também definiu o dia 5 de dezembro como o dia mundial do solo. Em maio, entre os dias 4 e 7, ocorrerá a Conferência Internacional do Solo na Albânia com o lema: “O solo sustenta a vida: muito lento para formar, rápido demais para perder”. Um centímetro de solo demora entre 100 e 400 anos para se formar, e os pesquisadores calculam que um solo produtivo dentro da normalidade leve de três mil a 12 mil anos para a sua formação. Mesmo assim, a ONU calcula que até 2050 o mundo perderá um Brasil inteiro em solo, ou seja, 849 milhões de hectares. São 12 milhões de hectares por ano. O que é mais importante: somente 5 a 10% dessa terra chegam ao mar. Onde fica o restante? No leito dos rios, no lago das represas, tanto de abastecimento de água, como das hidrelétricas, nos córregos, nos afluentes. Como dizem os chineses: os rios do planeta estão empanturrados. (mais…)

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Capixabas devem ficar alertas para 4ª fábrica da Aracruz Celulose

Agricultores apontam para riscos de mais 100 mil hectares de eucalipto no Estado, o que aumenta consumo de água

Ubervalter Coimbra, Século Diário

A quarta fábrica da Aracruz Celulose (Fibria) no Espírito Santo pode estar na iminência de ser confirmada. E será uma gigante: produzirá cerca de 1,4 milhão de toneladas anuais. Hoje a empresa produz 2,33 milhões de toneladas/ano em suas três usinas no Estado. (mais…)

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Monocultivo de eucalipto parece uma floresta, mas não é

Em artigo, o Defensor Público Wagner Giron de la Torre fala sobre a relação dos monocultivos de eucalipto com a biodiversidade.

Da Gazeta de Taubate, na Página do MST

Nesta era do poder do dinheiro e da propaganda existem várias coisas que parecem ser mas não são.

O monocultivo do eucalipto é uma delas: parece floresta, mas não é.

Uma floresta de verdade é constituída pela biodiversidade e não por um único espécime, como o eucalipto. Por exemplo, na Mata Atlântica, temos mais de trezentas espécies vegetais por hectare, sem contar com a fauna imensurável. (mais…)

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Peru: Permiten uso de plaguicidas extremadamente peligrosos

El Estado peruano aprobó dos normas que pueden afectar la salud de los peruanos y del ambiente: Una permite el uso de plaguicidas que pueden provocar intoxicaciones. La otra elimina barreras para el ingreso de sustancias dañinas para la capa de ozono.

Servindi, 14 de febrero, 2015

El ministerio de Agricultura y Riego (MINAGRI) aprobó el Reglamento del Sistema Nacional de Plaguicidas de Uso Agrícola el cual permite que continúen en el mercado plaguicidas químicos para uso agrícola  dañinos para la salud humana y el ambiente. (mais…)

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Pequenos produtores denunciam que pulverização de fazenda está afetando plantas e causando prejuízos em Confresa (MT)

A situação poderá ser levada ao Ministério Público pelos proprietários das chácaras entorno da fazenda.

Agência da Notícia, na CPT

A cerca de 8 km de Confresa os pequenos produtores rurais que vivem da agricultura familiar e produzem para vender na feira livre denunciaram ao Agência da Notícia que a fazenda Luta, a qual faz limites a cerca de 60 pequenas propriedades, está passando defensivos agrícolas e dessecante com o uso de avião e tem afetado diretamente as plantas desses produtores. (mais…)

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Aumenta la presión: La Vía Campesina y sus aliados desafían el capitalismo climático

“No tiene absolutamente nada de inteligente”, afirma en un trascendental taller sobre agricultura climáticamente inteligente celebrado en Lima Jean-Baptiste Chavannes, líder haitiano de La Vía Campesina que se ocupa de la coordinación del trabajo del movimiento sobre cambio climático. “La crisis climática tiene su origen en el sistema económico capitalista, que también está en crisis”, explica. “Los empresarios están intentando salir de esta situación y, para ello, implantan el capitalismo verde, que se caracteriza por la agricultura climáticamente inteligente.  (mais…)

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Agrotóxicos e agroecologia. Uma questão técnica? Não! Paradigmas diferentes em disputa. Entrevista especial com Fernando Carneiro

“Imagina um Brasil que ao invés de 150 bilhões para a produção do agronegócio, destinasse esse valor para a agricultura agroecológica. Isso implicaria numa mudança radical dessa situação. Então, o que precisa é uma mudança política”, afirma o biólogo

Por Patricia Fachin e Andriolli Costa – IHU On-Line

A nova composição do Congresso Nacional e a chegada de Kátia Abreu ao Ministério da Agricultura estão deixando alguns pesquisadores da área da saúde e do meio ambiente, “preocupadíssimos”. Entre eles, Fernando Carneiro, da Associação de Saúde Coletiva – Abrasco, que atualmente coordena o GT de Saúde e Meio Ambiente da instituição. Segundo ele, as recentes mudanças no quadro político indicam que “as perspectivas de uma desregulamentação na legislação dos agrotóxicos são enormes”. Entre as alterações prováveis, ele menciona a possibilidade de “que se quebre todo o marco regulatório para favorecer a entrada de agrotóxicos no Brasil” e “de que se retire o papel da Anvisa e do Ibama para concentrá-los no Ministério da Agricultura, que já tem o comando do agronegócio”. (mais…)

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