Agricultores en la India obtienen cosechas históricas sin usar transgénicos

En un pueblo en el estado más pobre de la India, Bihar, los agricultores están cultivando cantidades récord mundiales de arroz, sin transgénicos, herbicidas o cualquier otro producto tóxico. ¿Podría ser una solución a la escasez de alimentos en el mundo?

El Ciudadano

Sumant Kumar se alegró cuando cosechó su arroz el año pasado. Había habido buenas lluvias en su pueblo de Darveshpura al noreste de la India, y sabía que podría mejorar en las cuatro o cinco toneladas por hectárea que usualmente recogen. Pero cada tallo que se cortó en su campo de arroz parecía pesar más de lo habitual, cada grano de arroz era más grande y cuando su cultivo se pesó en las antiguas escalas del pueblo, incluso Kumar se sorprendió. (mais…)

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Na Tunísia, Via Campesina defende fortalecimento da soberania alimentar

Simone Freire, Diário Liberdade

Debate realizado no Fórum Social Mundial, em Túnis, expôs a necessidade de combater o modelo de produção das multinacionais e fortalecer a produção familiar agroecológica.

A necessidade de reverter a atual crise do sistema alimentar se torna cada vez mais urgente, e a possibilidade de solucionar essa questão estaria na criação de alternativas que visem o fortalecimento da produção familiar agroecológica. Esta foi a conclusão de uma das primeiras atividades da Via Campesina no Fórum Social Mundial 2015 (FSM), em Túnis (Tunísia), nesta quarta-feira (25). (mais…)

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Audiência pública discutirá impactos dos agrotóxicos na saúde pública, meio ambiente e consumidor

Debate será no município de Ijuí, no Rio Grande do Sul, no dia 9 de abril, no Salão de Atos da Unijuí

MPF/RS

Com a participação do Ministério Público Federal no Rio Grande do Sul (MPF/RS), do Ministério Público do Trabalho e do Ministério Público do Estado, o Fórum Gaúcho de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos realizará audiência pública para debater os efeitos do uso de agroquímicos na saúde humana, meio ambiente e consumidor (segurança alimentar) na região de Ijuí. O objetivo é coletar informações e propor encaminhamentos sobre o tema. (mais…)

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Sociedade reivindica comida sem veneno

Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida

Por que tanto veneno?

A opção clara da política agrícola brasileira pelo agronegócio é a grande responsável pela situação. O agronegócio utiliza largas extensões de terras, os latifúndios, para plantar uma mesma espécie – normalmente soja, milho, algodão, eucalipto ou cana-de-açúcar. Dessa maneira, destrói a biodiversidade e desequilibra o ambiente natural, facilitando o surgimento de plantas, insetos ou fungos que podem destruir a plantação. Por isso, é uma agricultura dependente química: só funciona com muito veneno. O agronegócio também utiliza maquinário pesado, que compacta o solo, e não gera empregos, favorecendo assim o êxodo rural. (mais…)

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Não à coexistência com o agronegócio

“Na essência do agronegócio e de sua visão meramente produtivista nunca estará a cultura camponesa, o respeito à Pacha Mama, o enraizamento na terra e nenhum dos valores do mundo rural”, denuncia uma nota da Frente de Luta pela Soberania Alimentar Argentina (FLSAA). E anunciam: “Não queremos um ‘mar de soja’ e ‘cinturões verdes’ em volta das cidades”. A nota está publicada no sítio argentino Acta – Agencia de Notícias da Central de Trabalhadores da Argentina. A tradução é de André Langer. Eis o texto

IHU On-Line

Nós, da Frente de Luta pela Soberania Alimentar Argentina (FLSAA), somos veementemente contrários às ações e falsas promessas feitas pela Secretaria da Agricultura Familiar através da “Mesa Nacional de Diálogo por uma Agricultura Sustentável”. (mais…)

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A Hora e a Vez de um Programa Camponês

O conceito de agricultura camponesa e o agravo da questão urbana e suas mazelas sociais

Marcelo Leal e Frei Sérgio Görgen – MST

A agricultura Camponesa não se reduz a um conceito econômico. É muito mais: é social, é territorial, cultural, antropológico. É uma forma de viver e existir, que também produz bens e serviços, principalmente, na forma de alimentos saudáveis e na preservação da natureza. (mais…)

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Quem financia os deputados contra áreas protegidas no Brasil

Portal de Políticas Socioambientais

Não surpreende que, dos quase 50 deputados listados na Comissão Especial que analisará a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 215/2000, pelo menos 20 tiveram suas campanhas eleitorais financiadas por grandes empresas do agronegócio, mineração, energia, madeireiras e bancos. A PEC transfere do governo federal para o Congresso o poder de demarcar Terras Indígenas, titular áreas quilombolas e criar Unidades de Conservação (UCs). Na prática, se aprovado, o projeto deverá significar a paralisação definitiva da oficialização dessas áreas protegidas. (mais…)

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8 formas con las que Monsanto destruye tu salud

El Ciudadano

Mucho se habla en nuestros tiempos sobre las pandillas, maras y la intimidación que sufren los niños y niñas en el colegio por parte de estudiantes más agresivos. Esto me recuerda al matón más grande de todos los tiempos: La empresa biotecnologica Monsanto Corporation. Tomado en su contexto, la lista de delitos corporativos perpetrados por Monsanto hasta el momento debería ser suficiente para cerrar esa compañía para siempre.

Sin embargo, permitimos que Monsanto siga destruyendo nuestro suministro de alimentos, nuestra salud y el planeta. ¿Monsanto o MonSatan? Eche un vistazo al historial/prontuario de esta empresa y decida usted mismo. (mais…)

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‘Apostamos no reascenso do movimento de massas no Brasil’, diz líder do MST

Para Stedile, a atual Reforma Agrária é muito mais do que distribuir terra. Ela também tem que resolver o problema dos agrotóxicos, garantir um futuro, respeitar o meio ambiente e a biodiversidade

Por Paulo Donizetti de Souza
Da Rede Brasil Atual

Nos 30 anos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, um de seus coordenadores nacionais, o economista João Pedro Stédile, não vê mais como prosperar, no Brasil, a luta pela reforma agrária tal como conhecida nos primórdios do MST. Ele observa que no senso comum das pessoas trata-se de repartir o latifúndio e entregar para os sem-terra. “E é isso mesmo, na essência, romper com a grande propriedade. Porém, os projetos de reforma agrária, feitos pelo governo com os instrumentos do Estado, só se viabilizaram, no passado, porque eram política combinada com um projeto de desenvolvimento nacional que objetivava desenvolver a indústria para o mercado interno”, diz. (mais…)

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Expansão do agronegócio criminaliza movimentos sociais no Paraguai

Os campesinos vivem num verdadeiro Estado de Sítio, sofrem com a repressão do Exército de um lado e com a perseguição do crime organizado de outro

Por Mariana Serafini
Especial para a Página do MST

Desde o golpe parlamentar que depôs o presidente Fernando Lugo, em 2012, os movimentos sociais vem se organizando com mais força no Paraguai. A repressão, porém, aumentou na mesma medida. Perseguir e criminalizar os movimentos sociais é uma estratégia para enfraquecer a luta pela terra e fomentar o agronegócio explorador e o narcotráfico. (mais…)

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