Termina disputa. Hombre de Kennewick de 9 mil años era indígena americano y no europeo

Terminó una larga disputa entre nativos americanos y al interior de la comunidad científica al determinarse genéticamente que el hombre de Kenneweick, un esqueleto masculino de 8500 años de edad hallado en 1996 en el río Columbia, estado de Washington, pertenece a un hombre indígena nativo americano. Así lo destacó la Universidad de Copenhagen el 18 de junio al revelar los resultados.

La Gran Época/Servindi, 21 de junio, 2015

“Un nuevo estudio basado en la secuencia del genoma muestra que el hombre de Kennewick es de hecho más estrechamente relacionado con los nativos americanos modernos, que a cualquier otra población en todo el mundo”, dice el documento publicado el 18 de junio.

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Por que é preciso punir Atenas

Após vitória da esquerda, gregos desafiaram ditadura global da oligarquia financeira. Mercados querem castigá-los, para que seu exemplo não frutifique

Por Roberto Savio | Tradução Inês Castilho – Outras Palavras

Cinquenta anos de Guerra Fria e o fato de a chanceler Angela Merkel ter crescido na então Alemanha Oriental podem possivelmente explicar a curiosa influência política que os Estados Unidos exercem sobre a Europa. (mais…)

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Estamos em tempo de recrudescimento da luta de classes na América Latina

Em artigo, a economista Roberta Traspadini analisa dois projetos em disputa no continente. Um protagonizado pelo capital e outro pelos movimentos sociais.

Por Roberta Traspadini, da Brasil em 5, na Página do MST

As disputas por projetos na América Latina reiteram a relação entre seres sociais, natureza e produção de vida e explicitam duas práxis de integração no continente. (mais…)

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O Sal da Terra – Salgado, desenhista da luz no mundo de sombras

“Somos um animal muito feroz; somos terríveis,” diz Sebastião Salgado no documentário dedicado a ele por Wim Wenders

Por Léa Maria Aarão Reis, na Carta Maior

Quando se refere à nossa espécie, a frase do mineiro Sebastião Salgado, um ícone vivo da fotografia do nosso tempo, permeia o espírito do festejado documentário sobre sua extraordinária obra, O Sal da Terra (The salt of the earth, de 2014), que há mais de três meses lota cinemas nas principais cidades do Brasil. (mais…)

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Moishe Postone participa de debate no Sindicato dos Jornalistas do Rio no dia 16/06, às 18h

Um dos maiores estudiosos do marxismo no mundo, o professor Moishe Postone, da Universidade de Chicago, lança seu livro ‘Tempo, trabalho e dominação social – uma reinterpretação da teoria crítica de Marx’ (Boitempo) no próximo dia 16/06, terça-feira, a partir das 18h, no auditório João Saldanha, que fica na sede do Sindicato (Rua Evaristo da Veiga 16, 17º andar, Centro). Além do lançamento do livro, Postone participa de debate sobre a atual conjuntura de crise global, presente na sua mais recente obra. A entrada é franca. (mais…)

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David Harvey: UE tem que entender que alternativa a Syriza na Grécia é partido fascista

Em entrevista exclusiva, o geógrafo marxista britânico analisou ainda diálogo entre Cuba e EUA, papel do papa Francisco e situação da esquerda brasileira

Felipe Amorim – Opera Mundi

O geógrafo britânico David Harvey tem dezenas de livros publicados e trajetória acadêmica reconhecida por seu pioneirismo no estudo das dinâmicas globais do capitalismo, mas não consegue entender a União Europeia. “O que eles estão fazendo é realmente incompreensível, completamente irracional.” Harvey se refere ao tenso processo de negociação sobre a dívida grega entre o governo de Atenas e os credores internacionais da troika. (mais…)

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O fim do jornalismo?

Elaine Tavares – Palavras Insurgentes

Vez ou outra me debruço sobre alguns textos que decidem o fim do jornalismo nesse nosso maravilhoso século tecnológico. O sítio “observatório da imprensa”, o qual recomendo, é um bom espaço para garimpar as novidades.  Muitos estudiosos apontam que as novas tecnologias agora propiciam que, pelo menos, três bilhões de pessoas em potencial digam algo sobre o que acontece no mundo ou na vila. São os que chamam de “conectados”, ou seja, os que de alguma maneira conseguem se ligar a rede mundial de computadores. Com base nessa premissa, como num silogismo simples, concluem então, alguns, que não há mais a necessidade do jornalista. Ou, numa conclusão às avessas: se todos podem falar, todos são jornalistas.  Seja lá como for, é o fim do jornalismo, dizem. Rumino isso com muita paciência e, aqui, teço três singelas considerações. (mais…)

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David Harvey: Os limites da mundialização do capital na mundialização financeira. Amanhã, 10/6, na Unicamp

David Harvey é um dos marxistas mais influentes da atualidade, reconhecido internacionalmente por seu trabalho de vanguarda na análise geográfica das dinâmicas do capital. É professor de antropologia da pós-graduação da Universidade da Cidade de Nova York (The City University of New York – Cuny) na qual leciona desde 2001. Foi também professor de geografia nas universidades Johns Hopkins e Oxford. Sua obra foi apontada pelo Independent como uma das mais importantes de não-ficção publicadas desde a Segunda Guerra Mundial. A Palestra será amanhã, 10 de junho, das 10h às 12h, no Centro de Convenções da Unicamp.

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