25 anos impune: Chacina do Acari revela falência do sistema de justiça brasileiro

Adital

Há exatos 25 anos, o Brasil e o mundo tomavam conhecimento do desaparecimento de 11 jovens no Rio de Janeiro. O episódio ficou conhecido como a “Chacina do Acari” e segue na mais completa impunidade. Os corpos nunca foram localizados e os responsáveis não foram levados à justiça. Esta realidade revela a total a incapacidade do Estado brasileiro de garantir justiça para os casos de violência policial, desaparecimentos forçados e mortes por grupos de extermínio no país. (mais…)

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Mais de 2.000 migrantes já morreram este ano no Mediterrâneo

Mais de 2.000 migrantes já morreram este ano tentando atravessar o Mediterrâneo. A grande maioria procurava chegar à Itália. São dados da Organização Internacional para a Migrações (OIM), que indicam um aumento no número de vítimas em relação ao ano passado. No mesmo período de 2014, morreram 1.607 pessoas – 400 a menos que este ano

María Salas Oraá – El País / IHU On-Line

Dentro do Mediterrâneo, o Canal da Sicília é a rota mais mortífera para quem se arrisca em busca de um futuro melhor. Barcaças se amontoam nessa via marítima que conecta a Líbia com a Itália, normalmente em más condições e não aptas para navegar. As embarcações são usadas pelas máfias que traficam pessoas amontoadas em seu interior. (mais…)

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Não existe bala perdida. Sobre as prováveis violências policiais no Brasil

Por João Alexandre Peschanski*, no Blog da Boitempo

Este artigo foi escrito como texto-base para participação no debate de lançamento do livro Bala perdida: a violência policial no Brasil e os desafios para sua superação, em 29 de julho de 2015: “Violência policial: causas, efeitos e soluções”. Nele, proponho uma discussão, a partir da sociologia, sobre o papel da violência do Estado nas relações sociais e nas estratégias de transformação política. Ele pode ser lido como uma continuidade daquilo que, com o cientista político Renato Moraes, desenvolvi no capítulo “As lógicas do extermínio”, do livro. Nesse sentido, o artigo trata menos as “causas” da violência policial e mais seus “efeitos” e “soluções”, como diz o título do debate. (mais…)

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Especialistas dizem que intolerância é principal causa de linchamentos no Brasil

Por Cristina Índio do Brasil, da Agência Brasil, in EcoDebate

A intolerância é a principal causa dos linchamentos que ocorrem em vários estados do Brasil, dizem especialistas em comportamento humano, segurança pública e direito. Para a pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da Universidade de São Paulo, Ariadne Natal, os espancamentos são fruto da combinação da percepção de Estado ineficiente, por parte da população, com uma tradição de desrespeito aos direitos humanos. (mais…)

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As greves intermináveis do serviço público, por Elaine Tavares

Em Palavras Insurgentes

O jornalista Milton Temer escreveu há poucos dias um texto no qual questiona a greve nas universidades, alegando que já é hora de os trabalhadores dos serviços públicos em geral pensarem em outras formas de se manifestar e reivindicar seus direitos, que não venham ferir a cidadania. Reforça ainda que as greves no serviço público servem mais é para dar “férias” aos trabalhadores e colocar a sociedade contra eles.

Ruminei algum tempo sobre isso e me permitirei fazer alguns apontamentos sobre a sua indignação diante da tal “greve por tempo indeterminado”, que o colega insiste em ser algo absolutamente anacrônico e anti-sociedade. (mais…)

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Mutirão no Rio acelera julgamento de crimes de violência contra mulher

Flávia Villela – Repórter da Agência Brasil

O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro iniciou ontem (3) a segunda edição da Semana da Justiça pela Paz em Casa, com um mutirão vai acelerar os julgamentos dos crimes de violência contra a mulher em todo o estado. Serão promovidas mais 1,4 mil audiências de casos de violência de gênero. (mais…)

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Mais de 8 mil pessoas foram mortas por PMs no Rio em dez anos, aponta Anistia

Vinícius Lisboa – Repórter da Agência Brasil

Mais de 8 mil pessoas foram mortas por policiais militares no estado do Rio de Janeiro entre 2005 e 2014. Na cidade do Rio, foram mais de 5 mil vítimas. Em 2014, o número de mortes em decorrência da intervenção policial correspondeu a 15,55% do total de mortes violentas intencionais registradas no estado, segundo estudo Você matou meu filho! – Homicídios cometidos pela Polícia Militar no Rio de Janeiro, divulgado ontem (3) pela Anistia Internacional. (mais…)

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Quando o Estado mata em nome da segurança, por Leonardo Sakamoto

Leonardo Sakamoto

A Anistia Internacional lança, nesta segunda (3), o relatório “Você matou meu filho – Homicídios cometidos pela polícia militar no Rio de Janeiro”. Ele traz dados inéditos sobre homicídios decorrentes de intervenção policial e evidências de execuções extrajudiciais praticadas por policiais militares na cidade.

Pedi para o historiador Atila Roque, diretor executivo da Anistia Internacional no Brasil, um texto sobre o relatório para ser publicado aqui no blog.  (mais…)

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