Nota de Repúdio: Tentativa de intimidação e criminalização de membros da CPT Maranhão

Confira Nota de Repúdio da CPT Maranhão sobre as seguidas tentativas de criminalização dos agentes da CPT no estado, que estão sofrendo perseguição e processos por sua atuação na defesa dos direitos dos trabalhadores rurais e dos povos tradicionais.

Comissão Pastoral da Terra

No último dia 13 de abril, a Comissão Pastoral da Terra – CPT lançou a sua publicação anual “Conflitos no Campo Brasil 2014”, denunciando o aumento da violência e dos assassinatos. (mais…)

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MST na Bahia realiza 22 ocupações em todo o estado

Durante os dias 18 e 19 de abril mais de 3.500 novas famílias sem terra acampadas

Da Página do MST 

Durante os dias 18 e 19 de abril trabalhadores e trabalhadoras sem terra do estado da Bahia deram seguimento a Jornada Nacional de Luta pela Reforma Agrária e ocuparam vários latifúndios. Ao todo foram 22 fazendas ocupadas e mais de 3.500 novas famílias sem terra acampadas.  (mais…)

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Pelo 4º ano seguido, Brasil lidera ranking de violência no campo

Renata Mendonça, do UOL

O Brasil lidera, pelo quarto ano consecutivo, a lista de países que mais tiveram ativistas ambientais e agrários assassinados compilada pela ONG internacional Global Witness e divulgada nessa segunda-feira.

Das 29 mortes de líderes e militantes de causas ambientais ou agrárias registradas no país no ano passado, 26 delas estavam ligadas a conflitos de terra.Quatro das vítimas eram indígenas. (mais…)

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Carajás, 19 anos de impunidade

Duas décadas após o massacre os acusados ainda seguem livres. Hoje, ações e mobilizações em todo o país lembram a morte e a impunidade diante do Massacre de Carajás.

Por Maura Silva, Da Página do MST

O sol estava quente na tarde daquele 17 de abril. O ano 1996. A cidade de Eldorado dos Carajás, sul do Estado do Pará. Naquele dia a Polícia Militar do Estado, enviada para desobstruir a rodovia BR 150, promoveu um massacre contra camponeses do MST. Foram 21 pessoas mortas. (mais…)

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“A reforma agrária não foi feita quase 20 anos depois do Massacre de Carajás”

Em 17 de abril de 1996, 21 trabalhadores rurais eram mortos em Eldorado dos Carajás (PA). João Paulo Rodrigues, da coordenação nacional do MST, fala sobre os desafios atuais da luta pela reforma agrária. Neste Abril Vermelho, pelo menos 15 fazendas já foram ocupadas.

Por Bruno Pavan e Rafael Tatemoto, no Brasil de Fato

O mês de abril tem sido marcado por intensas mobilizações no país este ano. A possibilidade de retirada de direitos históricos fez com que sindicalistas, partidos políticos de esquerda e organizações populares iniciassem um processo de lutas unitárias. Por conta dessas atividades, passou-se a utilizar a expressão Abril Vermelho. (mais…)

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“Não podemos deixar de lutar pelo sangue de Eldorado dos Carajás”, afirma Marina dos Santos

Responsável pelo encerramento do 6º Congresso CLOC, Marina pontuou a reforma agrária como uma das principais bandeiras das organizações camponesas

Da Cloc – Via Campesina / MST

No encerramento do 6º Congresso Continental da CLOC, organizações do campo reafirmam importância da luta pela reforma agrária e pela construção da solidariedade entre os povos. (mais…)

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17 de abril: El Campesinado de todo el mundo se moviliza para luchar contra los acuerdos de libre comercio y defender la soberanía alimentaria

La Vía Campesina

Hoy miles de hombres y mujeres del movimiento campesino internacional La Vía Campesina se movilizan mundialmente para mostrar su desacuerdo con las empresas transnacionales (TNCs) y los acuerdos de libre comercio (FTAs), que afectan a la agricultura campesina y minifundista así como a la soberanía alimentaria nacional.  Desde 1996[1], La Vía Campesina celebra cada 17 de abril el día mundial de acción global por las Luchas Campesinas de la mano de aliados y amigos. (mais…)

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Matando por Terras na Curva do Massacre, por Felipe Milanez

O “Sal da Terra” foi exibido na Curva do S, o exato lugar do Massacre de Eldorado dos Carajás

por Felipe Milanez, Carta Capital

Hoje é dia, e noite, de luta. No Brasil inteiro. Principalmente nos fronts, nas frentes, nas fronteiras onde os conflitos sociais estão mais latentes. Dia e noite de mobilização e vigília. Para a luta pela terra, contra o latifúndio, em memória dos companheiros que tombaram, em defesa dos direitos indígenas, em defesa dos direitos da classe trabalhadora. (mais…)

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