“Se necesita una simplificación administrativa para que las comunidades accedan a sus tierras”

Taladores y mineros ilegales son los que actualmente se benefician de la falta de ordenamiento territorial del Estado, sostiene Daniel Sánchez, de la Defensoría del Pueblo

Servindi – La misma diligencia con que actúa el Gobierno para facilitar las inversiones en el país, debe ser aplicada con las comunidades indígenas que desde hace muchos años vienen padeciendo la incertidumbre jurídica sobre sus territorios ancestrales. (mais…)

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Especialista alerta para degradação e desertificação no Semiárido

IHU On-Line

“O processo de degradação e de desertificação está em marcha acelerada no Semiárido, então alguma coisa tem que ser feita e agora temos um agravante que é o aquecimento global”. O professor João Ambrósio de Araújo Filho é grande entendedor do Semiárido brasileiro. Possui vasta experiência no assunto manejo agrossilvipastoril da Caatinga. Ao longo de sua trajetória, realizou pesquisas de grande relevância social e ambiental para a região. Recentemente, ele integrou a programação do Curso de manejo florestal sustentável, realizado este mês em Campina Grande (PB), e nos concedeu entrevista sobre temas como sistemas de produção agrossilvipastoril, recuperação de áreas degradadas e estoque de forragem. O pesquisador possui graduação em Agronomia pela UFC (1965), mestrado (1968) e doutorado (1975) em Range Management pela Universidade do Arizona e pós-doutorado pela Universidade de Reading, Inglaterra (1996). Foi professor adjunto da UFC (1970-1984) e da Universidade Estadual Vale do Acaraú (1994-2012), pesquisador da Embrapa (1984-2006), membro do Comitê de Zootecnia e Medicina Veterinária (1990-1992) e membro do Governing Board do Icrisat (Instituto Internacional de Pesquisa em Colheitas para os Trópicos Semiáridos – Índia, 2001-2003). (mais…)

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Governo brasileiro abriu mão de combater desmatamento, diz Greenpeace

Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil

A organização não governamental Greenpeace criticou ontem (30) os termos do compromisso assumido pelo governo brasileiro, em acordo bilateral com os Estados Unidos, para acabar com o desmatamento ilegal de florestas e mitigar as causas das mudanças no clima. O documento informa que o Brasil pretende restaurar e reflorestar 12 milhões de hectares de florestas até 2030. Não foi definido, no entanto, um prazo para zerar o desmatamento. (mais…)

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Vale: o paradoxo da destruição

Para a empresa privatizada pelo tucanato, o que vale é o minério a ser extraído: dane-se a água, o ar, o solo e as sociedades locais.

Najar Tubino, Carta Maior

A empresa está entre as maiores mineradoras do mundo, é a número um na extração de ferro, nas manufaturas chamadas pelotas e em níquel. Em 2014, teve receita líquida de US$37,5 bilhões, pagou US$4,2 bilhões em dividendos, contabilizou oito mortes por acidentes de trabalho e recebeu 3.096 reclamações e demandas das comunidades, a maioria em Minas Gerais e Pará, embora atue em 30 países. No Relatório de Sustentabilidade 2014 da empresa também constam 44 casos de conflitos pelo uso da terra, com 33 ocupações “indevidas” e remoções de 8.406 famílias em Moçambique e Malauí, para construção do Corredor de Nacala, cujo objetivo é transportar carvão mineral da mina de Moatize para o porto via ferroviária. Com 73 anos de operação, 18 deles como empresa privada, negociada por US$3,4 bilhões em 1997, certamente a maior barbada que o mercado mundial conheceu no século XX – uma das grandes obras do tucanato brasileiro – criou uma ouvidoria há um ano. (mais…)

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Obra do Linhão de Tucuruí entre Amazonas e Roraima depende de anuência da Funai

Anuência só será concedida após oitiva com indígenas Waimiri Atroari; obra atravessa a Terra Indígena em 123 quilômetros

Portal Amazônia

MANAUS – A continuidade das obras de interligação do Linhão de Tucuruí, no trecho Manaus – Boa Vista, vai depender de carta de anuência dada pela Fundação Nacional do Índio (Funai). O documento só será emitido após oitiva com os indígenas da reserva Waimiri Atroari, prevista para agosto. A informação é do representante da Funai, Arthur Nobre Mendes, durante audiência pública promovida na Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR), na tarde da última sexta-feira (26). A previsão é que a linha, que atravessa a Terra Indígena em 123 quilômetros, já estivesse energizada em janeiro deste ano. A reunião contou com a presença de parlamentares de Roraima e do Amazonas e autoridades do setor elétrico.

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