Jurong até hoje não compensou pescadores por impactos de dragagem

Manaira Medeiros, Século Diário

Depois de quase 18 meses de prejuízos aos pescadores artesanais de Barra do Riacho e Barra do Sahy, em Aracruz (norte do Estado), devido à dragagem paras as obras do estaleiro, a Jurong até hoje não destinou qualquer compensação pelos inúmeros impactos gerados pelo empreendimento. A empresa acabou com a área de pesca no município. (mais…)

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RJ: Defensoria pede a demolição de soleira submersa em construção no Rio São Francisco

Fonte: ASCOM/DPE-RJ

A Defensoria Pública do Rio, através do Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos (Nudedh), ajuizou Ação Civil Pública com o objetivo de demolir a “barragem”, também chamada de “soleira submersa”, em construção pela Associação das Empresas do Distrito Industrial de Santa Cruz e Adjacências (Aedin), no Canal do Rio São Francisco, na Zona Oeste da cidade. O pedido feito em medida liminar também inclui a cassação da licença ambiental para a obra, prejudicial à pesca local de susbsistência, sob pena de multa diária de R$ 10 mil.

Se a demolição não mais for possível em decorrência do andamento da obra, a Defensoria Pública pede, então, que a Aedin, mas também o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e o Estado do Rio de Janeiro (órgãos responsáveis por conceder a autorização para a instalação da soleira submersa no rio) paguem pensão alimentícia aos pescadores prejudicados em valor não inferior a dois salários mínimos para cada um. (mais…)

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Comunidade questiona linha de transmissão em suas terras

Linha Estreito Itabirito 2, da Abengoa, passará no meio da Boa Morte, na região de Belo Vale

Ludmila Pizarro – O Tempo

A Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento de Minas Gerais (Semad) vai ter dificuldade de atender o pedido de agilizar o processo de licenciamento ambiental da linha de transmissão (LT) Estreito Itabirito 2 feito pelo Ministério de Minas e Energia (MME) se depender da comunidade quilombola Boa Morte, que fica na região metropolitana da capital mineira e no caminho da linha de transmissão.

A Associação Comunitária da Boa Morte acionou o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) para averiguar se houve irregularidade no processo. A comunidade reivindicou, em audiência pública realizada em dezembro de 2014, uma reavaliação do traçado da LT – que tem a espanhola Abengoa como concessionária, mas não obteve retorno dos órgãos ambientais, nem da empresa. (mais…)

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Carta final da IV Jornada de Agroecologia da Bahia

CARTA DA TEIA DOS POVOS

  

Com o tema: Terra, Território e Poder, nós militantes da Teia dos Povos, nos reunimos entre os dias 29/10 e 01/11/2015 no Assentamento Terra Vista, no Município de Arataca, Estado da Bahia, para realizarmos a IV Jornada de Agroecologia e reafirmarmos o nosso compromisso com a defesa dos direitos, da vida e da transformação social, ao mesmo tempo que repudiamos a democracia burguesa e todas as formas de enganação política e moral que levam a crer que há soluções justas dentro do capitalismo. (mais…)

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Índios Krenak sofrem com seca do rio Eme

Um dos rios que cortam a aldeia Krenak em Resplendor também é vítima da falta de chuva e do desmatamento

Gina Pagú – Jornal Figueira

O rio Eme nasce em Cuparaque (MG) e deságua no rio Doce, no terriório da aldeia Krenak, e abastece os cinco mil habitantes do município, além da comunidade indígena localizada no município de Resplendor. Os mais de 200 índios pedem ajuda para que o rio seja salvo do desmatamento e da seca.

Um dos principais rios, além do rio Doce, que levam água até a aldeia, vive uma crise hídrica alarmante. A índia Shirley Krenak explica que esse rio faz parte da vida e da cultura indígenas. “Diversas histórias sobre a nossa religião são contadas pelos mais velhos, nas quais eles falam que muitas das nossas danças, as brincadeiras e a nossa sobrevivência vinham das águas desses rios. Os Krenak sempre se reuniam na cabeceira do rio do Kiem, que hoje é conhecido como Eme, cujo nome vem da língua materna do povo Krenak e significa “casa” ou “abrigo”. Com a vinda das estradas e ferrovias, os Krenak foram expulsos e ficaram muito tempo longe do rio Doce, e, durante muito tempo, o atual Eme foi o refúgio e a casa dos Krenak.” (mais…)

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Elefante no Cerrado exerceria papel que já foi de mastodontes

Agência FAPESP | Peter Moon

Qual é o continente que reúne a maior quantidade de animais de grande porte do planeta?. A África, óbvio, mas nem sempre foi assim. A chamada megafauna, os mamíferos de grande porte pesando mais de 1 tonelada, habitou todos os continentes. Tinha papel fundamental no meio ambiente, por exemplo, espalhando as sementes da flora de cada ecossistema que habitavam, além de comer a vegetação e reciclar nutrientes com suas fezes.

Havia preguiças-gigantes e mastodontes na América do Sul, mamutes na América do Norte, Ásia e Europa e parentes gigantes dos cangurus, do tamanho de hipopótamos, na Austrália. Todos foram extintos a partir do contato com o Homo sapiens. (mais…)

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Presentan libro con visiones y propuestas climáticas de los pueblos indígenas

Presentación se da a pocas semanas del inicio en París de la Vigésimo primera Conferencia de las Partes sobre Cambio Climático

Servindi – Como parte de la Tercera Semana del Compromiso Climático, el Ministerio del Ambiente (MINAM) presentó el libro “Los pueblos indígenas frente al cambio climático: Visiones y propuestas en el marco de la COP 20”. 

El evento tuvo lugar ayer, 2 de noviembre, a las 4:00 p.m., en el Centro Cultural de la Pontificia Universidad Católica del Perú (PUCP), que se ubica en la avenida Camino Real 1075, en San Isidro. (mais…)

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Na crise da mineração, chance para a América Latina

Preços dos produtos primários despencaram. Populações revoltam-se contra a exploração predatória. Como o continente pode tirar proveito destas novidades

Por Raúl Zibechi, em Outras Palavras

Pela primeira vez em muitos anos, a mineração está retrocedendo na Améria Latina. À queda dos preços internacionais e ao aumento de custos de produção, com consequente diminuição dos lucros, soma-se a crescente resistência da sociedade, alarmada com os impactos ambientais e sociais da atividade.

“O modelo extrativo mineiro é um problema de poder e portanto politico”, diz em seu último informe o Observatório de Conflitos Mineiros da América Latina (Ocmal)1. Apesar da queda dos preços internacionais dos minérios, a região continua recebendo a maior parte do investimento em exploração do subsolo, em plano mundial. (mais…)

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I ENAU: quanto vale o trabalho na agroecologia?

A agricultura camponesa agroecológica resiste bravamente e conta com brasileiras e brasileiros idealistas, apaixonados pelo trabalho.

Najar Tubino, Carta Maior

A última etapa do Encontro Nacional de Agricultura Urbana dividiu os participantes em vários grupos para visitas de campo, tanto na cidade como na região metropolitana. Estive em Guapimirim, a 70 km da capital carioca, o último município da Baixada Fluminense, com 51 mil habitantes e um quarto da população cadastrada e recebendo dos programas sociais do governo federal. Guapi, como é chamado, fica no pé da Serra dos Órgãos, na zona de amortecimento do Parque Nacional – criado em 1954 – e tem 70% do território em área de preservação permanente. É um lugar lindo, com maciços de pedra cobertos pelo que restou da Mata Atlântica, cachoeiras e rios, que deságuam na Baía de Guanabara. (mais…)

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Três são presos por garimpo ilegal dentro de área de reserva em RO

Do G1 RO com infomarções da Rede Amazônica

Três homens foram presos e um acampamento destruído, na tarde desta quinta-feira (29), em um garimpo clandestino que funcionava dentro da Floresta Nacional do Jamari (Flona Jamari), localizada a 100 quilômetros de Porto Velho.

A operação foi realizada por fiscais do Instituto Chico Mendes (ICMBio), com apoio do Comando de Operações Especiais da Polícia Militar (COE), após terem recebido denúncia de extração irregular de minério na região. O garimpo funcionava em local de mata fechada e de difícil acesso. (mais…)

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