El genocidio de indígenas en el sur de Chile que la historia oficial intentó ocultar

Después de varios años de investigación en La Patagonia chilena y argentina, el historiador español José Luis Alonso Marchante publicó el libro “Menéndez. Rey de la Patagonia”, el texto definitivo –según expertos en el tema– sobre la verdad de la extinción de los selk’nam en la Tierra del Fuego, que en rigor se trató de un exterminio ordenado por José Menéndez, el gran latifundista del sur de Chile, sobre cuya familia existen sendos museos en Punta Arenas, y a quien se le atribuye el desarrollo económico de la región.

Por Hector Cosio, em El Mostrador

El año pasado el historiador español José Luis Alonso Marchante encontró en la Biblioteca Nacional de España el texto original de Treinta años en Tierra del Fuego, del misionero salesiano, gran naturalista y expedicionario Alberto de Agostini. Con este libro en sus manos, el historiador comprobó que en las actuales reediciones del texto, incluida la realizada el 2013, faltaban párrafos y no cualquiera. En los textos censurados, el misionero era implacable: la extinción del pueblo selk’nam en la Patagonia chilena y argentina no fue obra de su “ignorante glotonería”, “guerra entre tribus” o producto de su “miserable contextura física”, como dictó durante muchos años la historia oficial, sino que producto del exterminio y la cacería, ordenada por un solo hombre: José Menéndez, el gran latifundista del extremo sur de Chile. (mais…)

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Comissão da Verdade de SP pede punição de torturadores da ditadura militar

Elaine Patrícia Cruz – Repórter da Agência Brasil

A Comissão da Verdade Rubens Paiva, da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), iniciada em 12 de fevereiro de 2012, encerrou ontem (12) seu trabalho, apresentando relatório final em que pede – entre 150 recomendações temáticas e 18 gerais – a punição dos agentes responsáveis por torturas, desaparecimentos e mortes durante a ditadura militar. O relatório final será encaminhado à Comissão Nacional da Verdade, ao Arquivo Público Nacional e ao Ministério Público Federal. (mais…)

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Ministério da Justiça anistia seis mulheres vítimas de perseguição na ditadura

Aline Leal – Repórter da Agência Brasil

Em sessão de julgamento na tarde desta terça-feira (10), a Comissão de Anistia do Ministério da Justiça anistiou politicamente seis mulheres vítimas de perseguição e violência durante a ditadura militar (1964-1985). Uma das anistiadas no julgamento de hoje, Sandra Carnio, disse que quer hoje “enterrar” essa história. (mais…)

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MPF pode abrir novas investigações referentes a mais de cem vítimas da ditadura militar

Apurações foram sugeridas pelo Grupo de Trabalho Justiça de Transição, com base no relatório final da Comissão Nacional da Verdade

 MPF

O Grupo de Trabalho Justiça de Transição (GTJT) – criado em 2011 pelo Ministério Público Federal (MPF) com o objetivo de fornecer apoio a procuradores da República na apuração de casos de graves violações a direitos humanos cometidas durante o regime militar – acaba de recomendar a abertura de investigações referentes a 102 vítimas. Os pedidos foram feitos por meio de ofícios enviados pelo coordenador do GTJT, Ivan Cláudio Marx, a procuradores da República que atuam em 14 estados e no Distrito Federal, onde os crimes teriam ocorrido. A orientação para a instauração dos procedimentos investigatórios constará da resposta que o Estado brasileiro apresentará à Corte Interamericana de Direitos Humanos. O país tem até o dia 20 de março para informar que providências têm sido adotadas no sentido de investigar e processar casos de graves violações ocorridos durante o período de 1964 a 1985. (mais…)

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Egydio Schwade sobre Relatório da CNV: “Não se deram conta do sofrimento dos indígenas”

Egydio Schwade considera que os índios, quilombolas e agricultores que resistiram aos projetos do regime militar até hoje são ‘perseguidos políticos’

Por Ivânia Vieira, em A Crítica

Entregue há pouco mais de dois meses, à presidenta da República, Dilma Rousseff, o relatório da Comissão Nacional da Verdade (CNV) tornou-se questão polêmica, de disputa de poder e termômetro nacional do preconceito, da discriminação e da cultura autoritária vigente no País. (mais…)

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Comissão da Verdade de SP mostra colaboração de VW e Cobrasma com ditadura

Documentos ‘confidenciais’ e depoimentos comprovam participação de estrutura de grandes empresas na delação de trabalhadores ao comando da ditadura civil-militar no país

Por Eduardo Maretti, em Repórter Brasil Atual

São Paulo – A Comissão da Verdade do Estado de São Paulo “Rubens Paiva”, da Assembleia Legislativa, promoveu dia 27/02 audiência pública em que mostrou documentos e depoimentos contundentes de trabalhadores sobre a colaboração da Volkswagen e da Cobrasma, de Osasco, com a repressão no período da ditadura civil-militar (1964-1985). (mais…)

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EEUU posterga juicio contra chileno acusado por crimen de Víctor Jara

El teniente en retiro del Ejército Pedro Barrientos Núñez es sindicado como autor material del asesinato. Vive en Florida con nacionalidad estadounidense y está demandado por esta causa.

Por Cooperativa

La Justicia de Estados Unidos postergó el juicio civil contra el teniente en retiro del Ejército Pedro Barrientos Núñez, sindicado como presunto autor material del crimen del cantautor Víctor Jara, ocurrido el 16 de septiembre de 1973 en el Estadio Chile. (mais…)

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O Rio de Janeiro continua índio, por José Ribamar Bessa Freire

Em Taqui Pra Ti

Francês: Mamópe setã? (Onde é que você mora?)
Índio Tupinambá do Rio: Kariók-pe. (Em Carioca)
(Do “Colóquio” de Jean de Léry – 1558)

O Rio de Janeiro continua sendo, 450 anos depois, índio, mas nenhum guarani foi convidado para sua festa de aniversário. Neste domingo, 1° de março, nenhum índio soprará a velinha do tradicional bolo de quase meio quilômetro que a Sociedade dos Amigos da Rua da Carioca fez para festejar os 450 anos da cidade, como parte da programação que prevê, ao longo do ano, a realização de 600 atividades: conferências, seminários, projeções, exposições, missa, performances, teatro, orquestras, bandas, salva de tiros, regata… Os índios, porém, estão ausentes de quase todas. (mais…)

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Dorothy Stang dedicou vida a trabalhar entre “os pobres mais pobres”

Paulo Victor Chagas – Enviado Especial da Agência Brasil

A vida de Dorothy Stang foi marcada por uma intensa luta pelo direito à terra dos numerosos camponeses que migraram para o Norte do país em busca de sustento. O primeiro destino da missionária nascida nos Estados Unidos, mas naturalizada brasileira, foi o município de Coroatá, no Maranhão, onde chegou em 1966, aos 35 anos. (mais…)

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