Além da suspensão de serviços, pacientes recebem atendimento em obras inacabadas. Empreiteira abandonou trabalho, prefeitura contratou outra
Valéria Araújo, do Progresso
Indígenas das aldeias Panambizinho e Jaguapiru em Dourados estão sendo atendidos em meio a entulhos de obras inacabadas de dois postos de Saúde que deveriam ter sido entregues em 2013, mas que estão paralisadas. As unidades fazem parte de um pacote de cinco postos que estavam sendo ampliados e reformados pela Prefeitura de Dourados, porém apenas três deles foram concluídos. Juntos, os investimentos oriundos do Fundo Municipal de Saúde somam R$ 1,8 milhão em investimentos. Cada unidade de Saúde inacabada custou aos cofres públicos o valor de R$ 182 mil. (mais…)

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