1500 mulheres do campo ocupam unidade da Cargill, em Goiânia

Segundo elas, a Cargill estimula o desmatamento do Cerrado e a expulsão de milhares de famílias camponesas

Da Página do MST

Nesta terça-feira, (10) cerca de 1500 mulheres camponesas do MST, Movimento Camponês Popular (MCP), da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar (FETRAF) e da Comissão Pastoral da Terra (CPT) ocuparam a unidade da transnacional Cargill, em Goiânia. (mais…)

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População rural do Brasil é maior que a apurada pelo IBGE, diz pesquisa

Aline Leal – Repórter da Agência Brasil

Pesquisa apoiada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário calcula que 36% da população brasileira é rural, diferentemente dos cerca de 16% apontados pelo último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O percentual maior considera a aplicação de um conceito de rural defendido pelos pesquisadores. De acordo com o levantamento, como só existe o conceito de urbano na legislação, a ruralidade acaba sendo definida por exclusão. (mais…)

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Em Goiás, 2 mil mulheres ocupam Secretaria da Fazenda por investimentos na agricultura familiar

Camponesas protestam contra paralisação e alterações em Projeto de Lei que visa investimento fixo de porcentagem do orçamento estadual no fortalecimento da agricultura familiar. O projeto está parado desde 2013 na Secretaria da Fazenda.

Por Comunicação da CPT Nacional

Era madrugada, às 05h30 dessa segunda-feira (9), quando cerca de 2 mil mulheres iniciaram ocupação da Secretaria da Fazenda de Goiás (Sefaz), em Goiânia. Participam do ato representantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Movimento Camponês Popular (MCP), Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar (Fetraf), e Comissão Pastoral da Terra de Goiás (CPT-GO). (mais…)

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Camponesas ocupam a multinacional Bunge, no entorno de Brasília

A ocupação é para denunciar o modelo do agronegócio e capital estrangeiro na agricultura, que atenta à vida de milhares de mulheres

Da Página do MST

Cerca de 800 mulheres camponesas, organizadas pela Via Campesina, ocupam desde o início da manhã desta segunda-feira (9), a multinacional Bunge, em Luziânia (BR 040- entorno de Brasília). O protesto denuncia o agronegócio e o seu modelo de desenvolvimento para o campo brasileiro. (mais…)

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“Pela vida das mulheres! Pela Agroecologia!”

Monyse Ravena, Camila Paula e Patrícia Ribeiro, ASA

Para agricultoras familiares, camponesas, pescadoras artesanais, mulheres indígenas e quilombolas, o dia Internacional de Luta das Mulheres, o 8 de março, também é um dia de reafirmação da agroecologia como modo de vida, de falar sobre a necessidade da produção de alimentos saudáveis, recuperação das sementes crioulas, das plantas medicinais, nativas e frutíferas. Ao produzir alimentos saudáveis em seus quintais e roçados familiares e comunitários, elas enfrentam diariamente o poder das multinacionais que impõe sobre os povos do campo a padronização da alimentação. (mais…)

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Avante mulheres de todo o planeta, em defesa da vida!

Por Ivonete Gonçalves de Souza*

Quero aqui prestar minha homenagem às mulheres, através das grandiosas companheiras da Via Campesina​, que ocuparam o viveiro da SUZANO e a sessão da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança – CTNBio, ontem, dia 5 de março,  para protestar contra a aprovação dos TRANSGÊNICOS. Ato que representa a consciência da vida e a responsabilidade com as futuras gerações! Aproveito para expressar minha gratidão, e a minha solidariedade. Se não houvesse este ato, a sociedade certamente não teria a oportunidade de saber da existência dos transgênicos e, em especial, o eucalipto! Faço coro das palavras da companheira do MST, Atiliana Brunetto: “o mais importante é que conseguimos levar esse debate à sociedade. Não fossem essas ações, muito provavelmente o cultivo de eucalipto transgênico teria sido liberado sem que a sociedade nem se desse conta, e toda a população pagaria o preço”. (mais…)

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Camponesas ocupam Suzano contra liberação de eucalipto transgênico

A liberação de eucalipto transgênico está para ser votada na manhã desta quinta pela CTNBio. A ocupação se deu no município de Itapetininga, em São Paulo

Da Página do MST

Cerca de 1.000 mulheres do MST e militantes de movimentos sociais do campo e da cidade dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais ocuparam, na manhã desta quinta-feira (5), a empresa FuturaGene Brasil Tecnologia Ltda., da Suzano Papel e Celulose, no município de Itapetininga, em São Paulo. (mais…)

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Direitos ainda são violados 52 anos após estatuto do trabalhador rural

“Cresce a consciência coletiva de que o Brasil não pode continuar a ser tratado como se fosse uma colônia das transnacionais”, escreve o jurista Jacques Alfonsin

Por Jacques Távora Alfonsin – MST

Nesta segunda-feira, 2 de março de 2015, o primeiro estatuto do/a trabalhador/a rural brasileiro/a (lei 4214 de 1963) estaria completando 52 anos se ainda estivesse em vigor. Foi promulgado no governo Jango, quando as chamadas “reformas de base”, particularmente a agrária, eram apaixonadamente discutidas em todo o país, dividindo opiniões ideológicas e partidárias com acentuada virulência. (mais…)

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PM pode despejar famílias alagoanas que há quase uma década vivem em fazenda abandonada

Há quase 10 anos, camponeses e camponesas da cidade de Belo Monte, em Alagoas, ocuparam a fazenda Lagoa da Jurema, no mesmo município. Em negociação à época com seu proprietário, a fazenda foi disponibilizada ao INCRA para fins de Reforma Agrária. Entretanto, por um bloqueio judicial dos bens do então proprietário, as terras não foram adquiridas pelo Estado e repassadas às famílias

Ésio Melo – CPT Alagoas

Nesse período, uma vida se construiu lá. 23 famílias pobres passaram a ter uma casa, uma terra para plantar e uma fonte de renda a partir da produção de alimentos. O pequeno imóvel rural, que antes estava abandonado e sem cumprir sua função social, hoje é a única forma de sobrevivência de quase 100 pessoas. (mais…)

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8 de Marzo: Mujeres en lucha por la Soberanía Alimentaria, contra la violencia y el agronegocio

La Via Campesina

En el Día Internacional de las Mujeres – 8 de marzo – La Via Campesina llama a articular acciones que permitan visibilizar el rol fundamental que tienen las mujeres campesinas para garantizar la Soberanía Alimentaria no solo para enfrentar la crisis alimentaria, sino como un principio  ético de vida  que tiene como base la justica social y la igualdad. En esta jornada  de lucha denunciamos la violencia ejercida, específicamente en las mujeres, pues el modelo  del agronegocio y el capital en el campo han agudizado las desigualdades sociales y de género.  Es así que las mujeres luchamos contra el patriarcado que se manifiesta en todas las esferas de la vida, la familia, organizaciones, comunidades, de género y sexualidad, condenamos también el feminicidio  que causa millones de asesinatos de niñas y mujeres en todo el mundo y nos solidarizamos con todas las personas que sufren discriminación y violencia por causa de su identidad de género y/o sexual. (mais…)

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