O indígena I.J., uma das lideranças Ka’apor mais combativas na defesa da Terra Indígena (TI) Alto Turiaçu, no Maranhão, sofreu um atentado na última quinta-feira (16), quando visitou uma das oito áreas de proteção criadas na TI para impedir a ação de madeireiros, a aldeia Ypahurenda. (mais…)
assassinato
Carta denuncia crise humanitária do povo Guarani e Kaiowá em Dourados (MS)
Cimi Regional MS e Assessoria de Comunicação – Cimi
O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) tem feito circular uma carta entre organismos de direitos humanos no país e no mundo classificando como crise humanitária o que ocorre com o povo Guarani e Kaiowá. Para o Cimi, a paralisação das demarcações gera insegurança jurídica e, como consequência, violência contra os indígenas. (mais…)
México: Dos menores muertos deja ataque del Ejército contra indígenas en Michoacán
Presidente Enrique Peña Nieto minimizó el hecho y respaldó a militares. Mañana en conferencia de prensa representantes de la comunidad brindarán detalles de lo ocurrido
Servindi – Una menor de 6 años y otro de 12, además de un anciano, es el saldo de muertos que dejó el ataque perpetrado por el Ejército y la Marina contra indígenas de la comunidad Santa María Ostula, en el sur del estado de Michoacán, el domingo 19 de julio. (mais…)
Corumbiara: quebrar o silêncio, vinte anos depois
Novo livro sobre massacre de sem-terras em Rondônia revela: nos rincões, impunidade do latifúndio permanece; Brasília não faz valer Lei de Informação
Por João Peres | Foto: Gerardo Lazzari – Outras Palavras
Quando a corda arrebentou, o governador fez o que faria qualquer figura pública que se preze: mandou o vice ao local dos fatos e continuou em seu gabinete. Havia doze mortes confirmadas e um sem-número de informações desencontradas, mas Valdir Raupp considerou fora de cogitação deslocar-se até o Cone Sul de Rondônia, talvez por imaginar que a visita causaria danos a sua imagem. Coube a Aparício de Carvalho, psiquiatra no papel de vice, lidar com a imprensa, os políticos, os representantes de movimentos sociais e uma população em estado de choque. (mais…)
Canibalismo: O Maranhão que adota métodos de terror do Estado Islâmico, por Leonardo Sakamoto
Ronalton, que havia sido preso por assalto, foi desossado. Separaram pés, mãos, vísceras, coração, rins, fígado e seus pedaços foram colocados em sacolas. Cozinhado na água com sal para evitar o mau cheiro, teve alguns órgãos comidos em rituais pelos próprios presos e o restante jogado no lixo em sacolas. Quando o advogado conseguiu um alvará de soltura, havia literalmente desaparecido. (mais…)
Movimentos consideram CPI da violência contra juventude negra um ‘marco histórico’
Para militantes, propostas de leis, emendas constitucionais e plano nacional vão fortalecer a luta pela efetivação de ações afirmativas, sobretudo no Congresso
por Rodrigo Gomes, da RBA
Militantes do movimento negro consideraram um “momento histórico” o reconhecimento pelo relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da violência contra essa população de que existe uma prática genocida institucionalizada contra a juventude negra e pobre brasileira. “A CPI colocou o dedo em uma ferida grande. O Brasil não quer encarar esse problema. O racismo institucionalizado é o grande causador da matança de jovens negros. Essa é a principal conclusão do trabalho”, avaliou o frei David dos Santos, coordenador da ONG Educafro. (mais…)
Celebração dos Mártires é realizada durante Congresso da CPT
A Amazônia brasileira, o cair da noite e as margens do Rio Madeira formaram o cenário que acolheu centenas de pessoas, entre camponeses e camponesas, indígenas, quilombolas, religiosos e agentes de CPT para celebrarem a memória dos homens e mulheres que tombaram na luta em defesa dos povos da terra. A Celebração dos Mártires, que ocorreu no início da noite desta quinta-feira, 16, foi um dos momentos mais marcantes e místicos do IV Congresso Nacional da CPT.
Equipe de Comunicação João Zinclar – IV Congresso Nacional da CPT
Os participantes do Congresso se deslocaram até um lugar simbólico para a Celebração dos Mártires. Foi na Vila de Santo Antônio, próximo a Porto Velho. É por ali que passa a desativada Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, de onde é possível avistar a Usina Hidrelétrica de Santo Antônio. É um espaço onde os conflitos de anos atrás e do presente se confundem. Lugar onde tantos indígenas e trabalhadores foram mortos, onde tiveram e têm seus diretos violados. “É uma terra marcada pelo sangue dos indígenas, dos negros, marcada por muita luta, mas também de esperança”, ressaltou a Irmã Maria Teixeira, da Diocese de Goiás. (mais…)
Por tercer año consecutivo, Brasil encabeza ranking mundial de asesinatos de líderes sociales y ambientales
Con 477 casos de muertes violentas durante los últimos 13 años, Brasil sigue siendo el lugar más peligroso en el mundo para ser activista. La violencia hacia los trabajadores rurales y líderes sociales es tema central del IV Congreso Nacional de campesinos que hasta el viernes tiene lugar en la ciudad de Porto Velho (RO). (mais…)
IV Congresso da CPT recorda os mártires da caminhada
Um dos momentos mais significativos dos Congressos da Comissão Pastoral da Terra (CPT) é a Celebração dos Mártires, quando os participantes fazem a memória daqueles e daquelas que tombaram na luta.
Equipe de Comunicação João Zinclar – IV Congresso Nacional da CPT
Na noite de hoje (16), os quase mil participantes do IV Congresso Nacional da Comissão Pastoral da Terra (CPT) irão para as margens do Rio Madeira, na Comunidade Santo Antônio, em Porto Velho (RO), fazendo a memória daqueles e daquelas que tiveram suas vidas ceifadas pela violência no campo brasileiro. A Celebração dos Mártires terá início às 18h00, no cemitério da Comunidade. Após um momento de reflexão e animação dos congressistas, que seguirão em caminhada em direção à Igreja de Santo Antônio. (mais…)
Sob ordem de despejo, comunidade Guarani e Kaiowá afirma que não voltará para beira de rodovia
Dona Damiana e seus guerreiros e guerreiras Guarani e Kaiowá vivem, enquanto você lê esse texto, tomados pela angústia do único prazo que as autoridades costumam cumprir no Mato Grosso do Sul: menos de 10 dias para a Polícia Federal chegar ao tekoha – lugar onde se é – Apyka’i, município de Dourados, e despejar à força a comunidade de Curral do Arame do território tradicional. Os indígenas não irão sair, assim afirma dona Damiana. “Justiça e governo não entenderam que nosso povo nunca vai deixar suas terras para trás. A gente só pode ‘Ser’ aqui, no lugar em que sempre vivemos. Vamos continuar a morrer e a nascer lutando por nossas terras”, diz dona Damiana, que apela: “Os interesses econômicos valem mais do que a vida de um povo? Se para o branco é assim, nem para ele existe futuro”. Uma campanha pela demarcação do Apyka’i tenta sensibilizar as autoridades e fazer denúncias. (mais…)

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