O agronegócio sustenta o Brasil ou o Brasil sustenta o agronegócio?

Amigos da ENFF

A  OCDE – Organização Mundial de Comercio e Desenvolvimento – criou um indicador para medir o grau de subsidio agrícola em cada pais, que se chama PSE (PERCENTAGE PRODUCER SUPPORT ESTIMATE).

Por esses critérios, a organização avalia que no BRASIL, os fazendeiros do agronegócio que produzem para exportação receberam subsídios do governo equivalentes a: (mais…)

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A fragilidade da Anvisa e o uso indiscriminado de agrotóxicos no Brasil. Entrevista especial com Victor Manoel Pelaez Alvarez

“As agências reguladoras estão em fase de desmanche. Isso faz com que o modelo de regulação e controle seja inviabilizado”, destaca o pesquisador

João Vitor Santos – IHU On-Line

Imagine um órgão que tem responsabilidade de fiscalizar o uso de agrotóxicos. Esse mesmo departamento sofre com a falta de corpo técnico qualificado e infraestrutura. É gerado pouco conhecimento cientifico – e há pouco material – que garanta análises de qualidade que poderiam banir substâncias que causem danos ao ser humano e ao meio ambiente. Do outro lado do balcão, multinacionais produtoras de agrotóxicos que lutam com alta tecnologia e grande corpo técnico qualificado contra esse frágil órgão. (mais…)

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Com maioria na câmara, ruralistas criam aversão à Reforma Agrária

“A discussão sobre a função social da propriedade, por outro lado, só retrocedeu nos últimos 30 anos”, escreve Gustavo Noronha

Por Gustavo Noronha
Do Brasil Debate/MST

O recente debate público entre os novos ministros da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário trouxe de volta ao cenário nacional a discussão sobre a questão agrária. Se por um lado a ministra Kátia Abreu procurou desconstruir o imaginário do latifúndio afirmando sua inexistência, por outro, o ministro Patrus Ananias recolocou na ordem do dia a discussão da função social da propriedade da terra. (mais…)

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Depois da estagnação na reforma agrária, indicação de Kátia Abreu reforça opção do Governo Dilma pelo agronegócio. Entrevista especial com Gerson Teixeira

“As afirmações da ministra refletem o pensamento conservador que decreta a intempestividade da reforma agrária ante a realidade rural da atualidade”, destaca o agrônomo.

Por Ricardo Machado e João Vitor Santos, IHU

Passados 12 anos do governo petista, pouco ou quase nada se avançou no tema reforma agrária. Agora, em nome do presidencialismo de coalizão, o novo governo Dilma inicia com aliados que sempre foram ícones na defesa do agronegócio – vide a ministra da Agricultura Kátia Abreu. Diante desse cenário, é possível ainda acreditar em avanços nos temas relacionados à posse da terra? (mais…)

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Semiárido receberá 600 bancos de sementes crioulas até 2016

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome investirá cerca de R$ 21 milhões para a construção dos bancos; Medida tem o objetivo de garantir aos agricultores familiares acesso a sementes de qualidade

Por Daniele Silveira, da Radioagência BdF, no Brasil de Fato

A região do Semiárido deve receber 600 bancos comunitários de sementes crioulas até fevereiro de 2016. Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), serão investidos cerca de R$ 21 milhões para a construção dos bancos, que vão beneficiar pelo menos 12 mil famílias de agricultores. (mais…)

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Butão será o primeiro país do mundo que só permitirá agricultura orgânica

O ministro da agricultura, Pema Gyamtsho, ainda advertiu para os efeitos nocivos dos componentes químicos nos valores nutricionais de frutas e legumes e na contaminação das águas subterrâneas

Da  Pressenza IPA, no Brasil de Fato

Butão, um país com cerca de 750 mil habitantes, se tornará, antes de 2020, o primeiro do mundo que produzirá todos os seus alimentos com práticas de agricultura ecológica.

O ministro da agricultura, Pema Gyamtsho, que também é agricultor, anunciou essa medida ao mundo na Cúpula Sobre o Desenvolvimento Sustentável, que aconteceu na capital indiana, Nova Delhi. Ele também declarou que o desejo do país é exportar alimentos naturais para China, Índia e outros vizinhos continentais. (mais…)

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MPF/SP quer que agrotóxicos contendo ingrediente cancerígeno sejam proibidos no país

Prochloraz pode causar alterações no feto, distúrbios hormonais e danos ao meio ambiente

O Ministério Público Federal em São Paulo (MPF/SP) quer que os agrotóxicos que contêm Prochloraz sejam proibidos no país. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o ingrediente ativo tem características cancerígenas, pode causar alterações no feto e provocar distúrbios hormonais. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) também reconhece que o componente é danoso ao meio ambiente e tóxico para diversos organismos.

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MST denuncia novos plantios de eucalipto em terras devolutas no Espírito Santo

Ocupação impede uso da terra para produção de alimentos; produção vai para a Aracruz Celulose (Fibria)

Ubervalter Coimbra, Século Diário

Novos plantios de eucalipto estão sendo feitos em terras públicas no noroeste do Espírito Santo. As áreas foram  reivindicadas ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). A denúncia é do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). (mais…)

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Justiça determina perícia sobre impactos de agrotóxicos em área indígena

Índios Tembé apontam relação entre a chegada da empresa Biopalma em Tomé-Açu e o surgimento de doenças

MPF

A Justiça Federal determinou a realização de  perícia científica em área de cultivo de dendê e em área indígena no município de Tomé-Açu, no nordeste do Pará. A decisão é baseada em ação em que o Ministério Público Federal (MPF) aponta indícios de que o uso de agrotóxicos pela empresa Biopalma está provocando sérios impactos no meio ambiente e, principalmente, na saúde das famílias indígenas Tembé.

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Plantações Geneticamente Modificadas: ficção corporativa

Por Vandana Shiva, na Página do MST

Como o ano novo começa, sinto-me compelida a refletir sobre como ficções e construções abstratas estão governando-nos; a natureza de ser e de existência está sendo redefinida em tais aspectos fundamentais que a própria vida está ameaçada. Quando as corporações que foram projetadas como construções jurídicas afirmam “pessoalidade”, então, pessoas reais — que ficam na fila para votar, mantém os meios de subsistência e cria famílias — perdem os seus direitos. (mais…)

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