O agronegócio sustenta o Brasil ou o Brasil sustenta o agronegócio?

Amigos da ENFF

A  OCDE – Organização Mundial de Comercio e Desenvolvimento – criou um indicador para medir o grau de subsidio agrícola em cada pais, que se chama PSE (PERCENTAGE PRODUCER SUPPORT ESTIMATE).

Por esses critérios, a organização avalia que no BRASIL, os fazendeiros do agronegócio que produzem para exportação receberam subsídios do governo equivalentes a: (mais…)

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Camponeses: Mais além da convivência com o capital

“Ora, qual seria então a pratica social camponesa que lhe permitiria alcançar a ‘utopia camponesa’ capaz de resgatar o camponês, não enquanto história, conforme sugestão de Ianni, mas da sua própria história nas sociedades capitalistas?”, questiona Horacio Martins de Carvalho, engenheiro agrônomo formado pela Escola Nacional de Agronomia da Universidade Rural do Brasil e especialista em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Eis o artigo

IHU On-Line

1. A PERSISTÊNCIA CAMPONESA

Numa formação econômica e social complexa como a brasileira os camponeses (o campesinato), na sua imensa diversidade, convivem contemporaneamente com as empresas capitalistas de maneira estruturalmente conflitiva devido à exploração econômica a que estão por elas submetidos. Em algumas circunstâncias, como nos contratos de produção e ou nos processos de integração, como por vezes esse processo é referido para dar conta das parcerias no processo de produção entre camponeses e empresas capitalistas, essa exploração se dá de maneira consentida devida a algumas vantagens conjunturais que os camponeses podem usufruir nessas condições de relações econômicas desiguais. (mais…)

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Ascema Nacional repudia a nomeação de Kátia Abreu para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

A Diretoria Executiva da Ascema Nacional, entidade que representa os servidores da carreira dos órgãos ambientais federais – Ministério do Meio Ambiente, Ibama, Instituto Chico Mendes e Serviço Florestal Brasileiro –, manifesta seu repúdio à nomeação da Senadora Kátia Abreu para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Atualmente, o Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo. Na contramão de movimentos que buscam reduzir seu uso indiscriminado que, sabidamente, oferece risco tanto aos que aplicam os defensivos quanto aos que se alimentam dos produtos contendo tais substâncias, Katia Abreu disse publicamente que pobres precisam de alimentos com agrotóxicos e atua incisivamente na liberação do uso do que ela chama de “defensivos agrícolas”. Ao mesmo tempo, em relação aos organismos geneticamente modificados, tendo em vista seu apoio neste tipo de biotecnologia, temos receio sobre a forma como seu ministério conduzirá este tema. É de sua autoria, por exemplo, o Projeto de Decreto Legislativo n° 90/2007, que visa sustar a aplicação de dispositivos que obrigam o fornecedor a informar ao consumidor, na embalagem, que o produto tem origem transgênica. (mais…)

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Com maioria na câmara, ruralistas criam aversão à Reforma Agrária

“A discussão sobre a função social da propriedade, por outro lado, só retrocedeu nos últimos 30 anos”, escreve Gustavo Noronha

Por Gustavo Noronha
Do Brasil Debate/MST

O recente debate público entre os novos ministros da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário trouxe de volta ao cenário nacional a discussão sobre a questão agrária. Se por um lado a ministra Kátia Abreu procurou desconstruir o imaginário do latifúndio afirmando sua inexistência, por outro, o ministro Patrus Ananias recolocou na ordem do dia a discussão da função social da propriedade da terra. (mais…)

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Depois da estagnação na reforma agrária, indicação de Kátia Abreu reforça opção do Governo Dilma pelo agronegócio. Entrevista especial com Gerson Teixeira

“As afirmações da ministra refletem o pensamento conservador que decreta a intempestividade da reforma agrária ante a realidade rural da atualidade”, destaca o agrônomo.

Por Ricardo Machado e João Vitor Santos, IHU

Passados 12 anos do governo petista, pouco ou quase nada se avançou no tema reforma agrária. Agora, em nome do presidencialismo de coalizão, o novo governo Dilma inicia com aliados que sempre foram ícones na defesa do agronegócio – vide a ministra da Agricultura Kátia Abreu. Diante desse cenário, é possível ainda acreditar em avanços nos temas relacionados à posse da terra? (mais…)

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Semiárido receberá 600 bancos de sementes crioulas até 2016

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome investirá cerca de R$ 21 milhões para a construção dos bancos; Medida tem o objetivo de garantir aos agricultores familiares acesso a sementes de qualidade

Por Daniele Silveira, da Radioagência BdF, no Brasil de Fato

A região do Semiárido deve receber 600 bancos comunitários de sementes crioulas até fevereiro de 2016. Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), serão investidos cerca de R$ 21 milhões para a construção dos bancos, que vão beneficiar pelo menos 12 mil famílias de agricultores. (mais…)

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Querem matar o restante do povo indígena brasileiro, por Jacques Távora Alfonsin

“Foi preciso um índio ser eleito presidente da república num país sul-americano, como Evo Morales na Bolívia, para a população branca de outros países, como o Brasil, não continuar convencida que a terra desse continente só pode ser considerada e explorada como mercadoria”, escreve Jacques Távora Alfonsin, advogado do MST, em artigo

IHU On-Line

Um dos principais argumentos da oposição à reforma agrária no Brasil lembra repetidamente a extensão territorial do nosso país, como prova da desnecessidade de partilhar a terra já sujeita à propriedade privada. Esse argumento desaparece quando o interesse latifundiário por ampliar os seus domínios entra em questão. Para os proprietários das maiores extensões de terra do Brasil o país continua muito pequeno. (mais…)

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Presidência da Câmara: Evangélicos e ruralistas apoiam Eduardo Cunha

Agência Estado, no Diário de Pernambuco

Duas das mais polêmicas e combativas bancadas da Câmara dos Deputados aderiram à candidatura de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à presidência da Casa. Com cerca de 90 deputados na próxima legislatura, evangélicos estão em plena campanha pelo peemedebista. Já os ruralistas divulgaram uma nota de apoio a ele. Para os dois grupos, Cunha se comprometeu a acolher suas demandas, como a rejeição a qualquer tentativa de liberalização do aborto e de criminalizar a homofobia; e a possibilidade de que o Congresso tenha poder de demarcar terras indígenas. (mais…)

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